Conecte-se Conosco

Celebridades

Casa Real do Maharajah Branco: entidade resguarda tradições e conserva aspectos históricos

Publicado

em

Sempre que se ‘fala’ em ‘casas reais’ nos lembramos das monarquias ainda presentes em vários países como Reino Unido, Bélgica, Espanha, Suécia, Japão, entre outros, locais que ainda conservam esta tradição. Esta introdução é importante para definir a Casa Real do Maharajah Branco, uma instituição que se relaciona aos ancestrais dos membros de uma dinastia.
A Casa Real do Maharajah Branco é uma instituição reconhecida por entidades internacionais tais como a União Europeia e países do Sudeste Asiático. De forma geral.
Especificamente, a Casa Real do Maharajah Branco e da Sua Família Real Gomes é uma casa estilo cultural do Reino do Valley de Kapatanga Sudoeste de Ásia reconhecida por entidades internacionais de diferentes governos.
As casas reais também não se baseiam no Direito Romano, pois antecedem a este. Estas baseiam suas atividades em um “costume” que atravessas as gerações (o chamado “direito de costume”). Os Impérios Babilônico e Egípcio (4.000/5.000 a.C.) e outros mais antigos (primeiras tribos e clãs existentes nos anos 10.000/15.000 a.C.) são exemplos de dinastias que seguiam esta tradição. As casas reais culturais também são reconhecidas, relativamente, pelos governos de estados ou organismos governamentais devido a questões culturais e com o objetivo de manter viva a cultura e história local. Elas também podem ter este reconhecimento por outros países, além daquele ao qual pertencem.
Vale ressaltar que todas as casas reais foram, no passado, tribais, e este é o caso da Casa Real do Maharajah Branco e Da Sua Família Real Gomes, pois sua origem remonta de uma casa real já existente em 1.400; esta, por sua vez, deriva de outra que existiu entre 1.200 e 1.300. Outro aspecto relacionado às casas reais é o ‘forum honoris’, a capacidade que estas têm de conferir títulos ou reconhecimentos a algumas pessoas. Já as casas nobres, aquelas cujos representantes têm as titulações de duques, condes ou barões (e outras inferiores) não podem conferir titulações, apenas reconhecer pessoas distinguidas.
No aspecto religioso, as casas reais podem (ou não) estar associadas a religiões.
Em relação à Casa Real do Maharajah Branco e Da Sua Família Real Gomes, cuja origem é oriental e ocidental, durante a coroação de HRH. S.M. S.A.R. o Maharajah Branco, Eduardo Hanry Hermosilla Gomes, houve a presença de dois representantes: um muçulmano e outro cristão. Importante salientar que a Casa Real do Maharajah Branco e Da Sua Família Real Gomes acolhe pessoas de qualquer religião e de qualquer parte do planeta em uma atitude solidária e de apoio à diversidade.
Por fim, as casas reais ou principescas apresentam-se de forma ética e seguem o conceito de nobreza que não está relacionado ao poder financeiro ou monetário e, sim, à atitude de nobreza que é formada por aspectos como honra, educação, boa índole, caráter entre outros.

Continue lendo
Clique para comentar

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Celebridades

Motoristas da Uber e 99 se organizam para lançar um aplicativo de transporte em SP

At vero eos et accusamus et iusto odio dignissimos ducimus qui blanditiis praesentium voluptatum deleniti atque corrupti.

Publicado

em

De

Foto: Shutterstock

O celular toca solicitando uma nova viagem. Valmir verifica a distância que o separa do passageiro, que espera em um ponto de São Paulo, e o rejeita. “Virei matemático dirigindo”, ironiza este motorista de Uber, obrigado a fazer cálculos para terminar o dia com saldo positivo. “Pelas altas da gasolina, tenho que fazer contas logo para escolher corridas rentáveis, e não acabar dando uma carona para o passageiro”, diz o homem de 56 anos, que há três trabalha para plataformas digitais de transporte na maior cidade na América Latina.

A precarização do ofício está levando esses trabalhadores, que somam 150 mil ativos na cidade, a se organizarem para lançar um aplicativo, que eles dizem ser pioneiro, e concorrer com os gigantes Uber e 99. Nova plataforma Chamada “Me Busca”, a plataforma criada por uma empresa brasileira e apoiada pela Ammasp (Associação de Motoboys e Motoristas de Aplicativos de São Paulo) é, segundo seus idealizadores, a primeira da região a surgir de uma iniciativa de autogestão. Embora já tenha havido um projeto anterior na Colômbia, sem sucesso. Queremos que os motoristas consigam todas as condições que as empresas não proporcionam: melhores remunerações, mais segurança e mais qualidade de vida.

Continue lendo

Celebridades

Inteligência Artificial leva a cibersegurança a um novo patamar

Neque porro quisquam est, qui dolorem ipsum quia dolor sit amet, consectetur, adipisci velit, sed quia non numquam eius.

Publicado

em

De

CLM distribui a recém-lançada hipersolução de cibersegurança, nascida a partir da parceria da SentinelOne com a Barracuda

Na busca incessante para combater a criatividade e a sofisticação dos cibercriminosos, que ocasiona o aumento exponencial dos ataques, empresas especializadas agregam diferentes tecnologias para melhor proteger seus clientes.

A tradicional Barracuda Networks, especializada em soluções de segurança da informação, por exemplo, une forças com a SentinelOne e aposta na plataforma autônoma de cibersegurança Singularity XDR para ajudar seus MSPs (Managed Service Provider) a prevenir, detectar e responder às ameaças, de forma autônoma e em tempo real, com XDR gerenciado por Inteligência Artificial.

“A aliança entre essas duas empresas eleva a segurança cibernética ao próximo nível“, avalia Tom Camargo, diretor da CLM, distribuidora latino-americana de valor agregado especializada em infraestrutura para data centers, cibersegurança, proteção de dados e Nuvem, que distribui soluções da gigante do XDR, SentinelOne, e Barracuda na América Latina.

Vale lembrar que o XDR – Extended Detection and Response – é uma ferramenta para detecção e resposta multicamadas, que coleta dados e automaticamente os correlaciona em diversas camadas de segurança – e-mail, endpoint, servidor, workloads de Nuvem e redes.

A SentinelOne é reconhecida por sua solução XDR e a Barracuda adquiriu, em meados de 2021, a empresa SKOUT Cybersecurity, especializada em SaaS para MSPs, com plataforma e serviços de XDR.

Camargo explica que a SentinelOne tem uma plataforma de novíssima geração baseada em Inteligência Artificial que não precisa esperar a central identificar um novo ataque, gerar uma assinatura e disponibilizá-la para download.

“O que pode levar várias horas. O SentinelOne dispensa esse processo, identificando mudanças no comportamento do endpoint, dos servidores, da rede e pronto”, assinala o executivo.

Por sua vez, a Barracuda, também distribuída pela CLM, quer fortalecer seu portfólio de proteção e resposta de endpoint para os MSPs, o que é mais efetivo com a integração de recursos de API de última geração e de fluxo de trabalho flexíveis da plataforma SentinelOne.

Agora, tanto os MSPs que usam o Barracuda SKOUT Managed XDR, quanto os que usam o XDR da SentinelOne podem ter acesso a análises, detecção e relatórios de incidentes, de forma muito ágil e simples.

Continue lendo

Destaque