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Saúde

Dr. Thiago Bianco fala sobre a técnica FUE – Follicular Unit Extraction

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Para o especialista Thiago Bianco, um dos nomes mais reconhecidos no transplante capilar do país, a hereditariedade pode levar a uma tendência a calvície, mas não é fator determinante. “Existem pais calvos com filhos bem cabeludos e também o contrário”, afirma o médico.
A alopecia androgenética, ou simplesmente calvície, afeta predominantemente a população masculina, uma vez que homens e mulheres são impactados de formas diferentes.

A queda dos cabelos inicia na adolescência, e fica evidente por volta dos 40 ou 50 anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que estima que atualmente, o Brasil possui 42 milhões de calvos.

“Claro que existe uma tendência maior pelo histórico familiar positivo, mas a própria etimologia do nome já diz, falamos de ‘androgenética’, ou seja, não é só o componente genético que determina a calvície, tem também a parte androgênica, que é como o organismo responde a ação do hormônio DHT (di-hidrotestosterona)”, explica Thiago Bianco.

Na avaliação do médico, é fundamental que a queda capilar não seja ignorada, independentemente de fatores genéticos que predisponham o paciente para a calvície. A queixa mais frequente em casos de alopecia androgenética é o afinamento dos fios, o couro cabelo fica mais exposto.

“Um bom profissional consegue identificar e muitas vezes tratar a progressão da calvície para que ela não evolua”, afirma.

Entretanto, a calvície não é o fim, a boa notícia é que os calvos atualmente contam com o transplante capilar, técnica que melhor atende os casos mais avançados.

Considerado um dos maiores especialistas do procedimento no Brasil, Thiago Bianco é precursor da técnica FUE – Follicular Unit Extraction e responsável pelos cabelos transplantados do rei Roberto Carlos, do humorista Tom Cavalcanti, do jogador Everton Ribeiro do Flamengo, entre tantos outros.

A técnica

O transplante capilar é um procedimento cirúrgico que consiste em retirar folículos capilares de áreas doadoras, como a nuca, e transplantá-los para as áreas com ausência de cabelos, que são as áreas receptoras. Esse método permite o crescimento de cabelos naturais nas regiões onde a calvície ou a rarefação capilar eram evidentes.

Atualmente, existem duas técnicas: o FUT – Follicular Unit Transplant – e o FUE – Follicular Unit Extraction. O FUT é também conhecido como método da “tira”. Nessa técnica, uma faixa de couro cabeludo é removida da área doadora e, em seguida, os folículos capilares são separados e implantados nas áreas receptoras. Esse procedimento deixa uma cicatriz linear na área doadora.
Já no método FUE, utilizado e aprimorado pelo dr. Thiago Bianco, os folículos capilares são individualmente extraídos da área doadora, geralmente através de pequenas incisões circulares, e implantados diretamente nas áreas receptoras.

A principal vantagem é que a recuperação é muito mais rápida e o procedimento não deixa cicatriz.
O resultado da técnica FUE já era excelente, entretanto, Bianco investiu em um resultado que ele considera perfeito: infraestrutura e equipamento de ponta, como o microscópio Carl Zeiss que faz a lapidação das unidades foliculares, e uma cama hiperbárica, utilizada no pós-cirúrgico de alguns pacientes, como tabagistas e diabéticos compensados. A clínica possui um centro cirúrgico particular dedicado especialmente para os transplantes realizados por uma equipe treinada pelo próprio dr. Thiago por pelo menos um ano.

Como nos casos de outros procedimentos, além da habilidade do cirurgião, os resultados do transplante dependem de outros fatores, neste caso, da qualidade dos folículos capilares do paciente e o pós-operatório adequado. Em geral, é necessário aguardar alguns meses para que os cabelos transplantados cresçam completamente e se estabeleçam de forma natural.

Casos não cirúrgicos
Medicamentos orais – bloqueadores hormonais, como a finasterida e os anticoncepcionais (para mulheres)
Medicação tópica – estimula a revitalização dos folículos, favorece o crescimento dos fios.
Laser – laser de baixa intensidade com a aplicação de feixes luminosos sobre o couro cabeludo para o aumento da textura e espessura dos fios. A influência do laser para o tratamento, porém, apresenta poucas fontes de estudo até o momento.

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Saúde

Hipnoterapia: Um Tratamento Rápido e Eficaz para Problemas Emocionais!

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No Brasil, o aumento dos casos de suicídio e o crescente número de pessoas apresentando distúrbios emocionais determinam a urgência de abordar acerca da saúde mental.

Andrews Amorim, cientista antropólogo com bacharelado e mestrado em andamento ambos pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e psicoterapeuta especialista em hipnoterapia com diversas certificações, com sua expertise na interseção entre mente, sociedade e comportamento humano, destaca a necessidade de soluções que não dependam apenas de tratamentos prolongados e medicamentos com efeitos colaterais.

O interesse pela compreensão da mente humana e seu impacto nas relações sociais tem se destacado como uma busca incessante por autoconhecimento e bem-estar. A hipnoterapia ou terapia por hipnose, pode ser uma alternativa altamente promissora.

Ao longo de sua carreira, Andrews já guiou mais de 600 indivíduos em sua jornada de cura emocional, ajudando-os a superar desafios como ansiedade, depressão, síndromes, burnout, traumas, fobias, luto, dependência emocional, fobias e vícios. Sua abordagem única e eficaz tem sido um farol de esperança para aqueles que buscam transformação interior.

O impacto positivo de sua atuação terapêutica na vida de seus pacientes é evidente não apenas em números, mas também em testemunhos e exemplos concretos. Sua crença inabalável no poder do autoconhecimento como catalisador de mudanças reais tem inspirado e capacitado aqueles que buscam uma vida mais plena e significativa.

À medida que a sociedade reconhece cada vez mais a importância do cuidado com a saúde mental, o papel da hipnoterapia e do autoconhecimento continua a ganhar destaque.

Profissionais qualificados como Andrews Amorim, busca promover um profundo mergulho interior no paciente, chamado de transe, permitindo acessar memórias, sentimentos, emoções e processo se traumáticos ocultos. A identificação, conscientização e tratamento dessas experiências visa não apenas tratar os sintomas que trazem dor e sofrimento, mas compreender e resolver suas raízes iniciais do problema emocional.

No entanto, o sucesso desse tratamento requer sensibilidade por parte do terapeuta, garantindo que o processo de acolhimento e imersão seja seguro e benéfico. Processos traumáticos reprimidos podem ser potencializados caso não sejam abordados e trabalhados com um profissional consciente e sério. Agravando ainda mais o quadro negativo do paciente.

Desse modo Andrews Amorim tem como missão ajudar pessoas a manter a sanidade mental e a saúde emocional, possibilitando-as a alcançar seus objetivos e se libertar de dores e sofrimentos de forma mais extremamente rápida e eficaz. Proporcionando assim uma viver mais leve e consciente para seus pacientes.

A sua abordagem integra a ciência antropológica, neurociência e abordagens como: a Terapia de Reintegração Implícita, a Análise do Comportamento, a Sistêmica, visando resultados mais rápidos e eficazes. A personalização do tratamento, considerando as necessidades individuais de cada paciente, é fundamental para alcançar o equilíbrio emocional, mental e espiritual.

Andrews Amorim inicia seu trabalho com uma anamnese detalhada. O diagnóstico resultante direciona ao tratamento que pode durar até 3 encontros/sessões apenas, caso a desordem for de cunho emocional.

Andrews Amorim, ao concluir a entrevista, destaca que os problemas emocionais têm solução e a hipnoterapia é uma poderosa ferramenta para eliminar problemas, desordens emocionais e doenças da mente.

Saiba mais sobre o Andrews Amorim no link abaixo. https://www.instagram.com/endriws_hipnoterapia?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Saúde

Como a obesidade está relacionada à Esclerose Múltipla

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Especialista explica como uma doença perigosa pode despertar uma patologia neurológica

A obesidade parece estar constantemente em pauta. Mesmo com os perigos da doença expostos, dados do Ministério da Saúde, obtidos em um levantamento inédito em 2023, apontaram que a obesidade atinge cerca de 6,7 milhões de pessoas no Brasil, um crescimento de 29,6% em apenas 4 anos. Ela inclusive passou pela famosa convenção americana de inovação SXSW 2024 (South by Southwest), que apresentou um novo medicamento. De acordo com diversos especialistas no assunto, é uma doença bastante perigosa que pode desencadear várias outras doenças.

Dr. Matheus Wasem, neurologista especialista em Esclerose Múltipla, que nos contou sobre estudos que correlacionam a presença de obesidade (principalmente durante a infância) com o risco aumentado de desenvolver EM. “Acredita-se que a presença do tecido adiposo em excesso traga para o organismo uma situação pró-inflamatória para a pessoa e aumente o risco de doenças cardiovasculares no geral e também as doenças autoimunes, como a Esclerose Múltipla” Explica o especialista.

Sabemos que a obesidade por si só é maléfica para qualquer pessoa, com ou sem EM. É uma doença com várias causas (fatores genéticos, disfunções endócrinas e estilo de vida) e precisa ser combatida em todas as pessoas. Aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como derrame e infarto do coração. Além desses riscos, os pacientes que têm EM e obesidade estão mais sujeitos ao desenvolvimento de surtos da EM e o aparecimento de lesões cerebrais da doença.

Algumas medicações para EM são calculadas pelo peso da pessoa. Sendo assim, quanto mais obeso o indivíduo, maior carga de medicação será necessária. Estudos apontam que o emagrecimento ajuda no controle da doença, independentemente da medicação que está sendo utilizada. Sendo assim, a gestão do peso e a adoção de um estilo de vida saudável podem afetar o curso da EM em pacientes obesos.

O Dr. Matheus Wasem explica que “É uma conta matemática simples: Paciente obeso com Esclerose Múltipla tem riscos de surtos da doença aumentado, enquanto o paciente não obeso com Esclerose Múltipla tem risco de surto da doença diminuído. Por isso, a manutenção do peso ideal e a adoção de bons hábitos de vida (não fumar, exercitar-se regularmente, cuidar com a alimentação e com a saúde emocional) pode trazer resultados positivos para o curso da Esclerose Múltipla e isso vem a se somar ao seu tratamento medicamentoso da doença”.

Sobre o Dr. Matheus Wasem

O Dr. Matheus Wasem se dedica a oferecer um atendimento personalizado, priorizando o bem-estar de cada paciente por meio de uma abordagem centrada no indivíduo, enfatizando a importância da educação e da conscientização. Com uma formação enriquecedora, que inclui um Observership em Esclerose Múltipla no renomado Hospital Johns Hopkins e um Mestrado em Neuroimunologia e Esclerose Múltipla pela UAB/CEMCAT em Barcelona, ele se destaca como uma autoridade na área, contribuindo significativamente para avanços no diagnóstico e tratamento da Esclerose Múltipla. Atualmente, atende online para qualquer lugar do Brasil e presencial em Marechal Cândido Rondon.

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