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Saúde

Medscape lança Centro Latino-Americano para Promoção da Saúde Cardiovascular

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Plataforma global de notícias e informações para médicos em conjunto com o American College of Cardiology (ACC) apresentam o Centro da Saúde Cardiovascular

A principal plataforma global de notícias e informações para médicos, a Medscape (atualmente alcança mais de 5 milhões de médicos em todo o mundo, com 750,000 somente na América Latina), acaba de lançar uma iniciativa em conjunto com o American College of Cardiology (ACC), que é líder global em cuidados cardiovasculares. Foi criado o Centro Latino-Americano para Promoção da Saúde Cardiovascular, que fornecerá conteúdos exclusivos em espanhol e português sobre as pesquisas mais recentes e tendências clínicas emergentes.

A ideia não é simplesmente traduzir orientações internacionais, mas adequar e individualizar estas informações para a realidade de cada região e de cada paciente. O Brasil, assim como os demais países em desenvolvimento, está transicionando de doenças infecciosas para doenças crônicas como principais causas de morte. Essa transição se deve a diversos fatores, como melhor saneamento, maior acesso à serviços de saúde, desenvolvimento tecnológico e mudanças de estilo de vida. O momento ideal que os médicos dispõem para agir é na prevenção.

O objetivo do Centro é facilitar a disseminação de conhecimento, dos cardiologistas para os médicos de atenção primária, para que eles possam diagnosticar mais precocemente doenças como hipertensão ou diabetes. Apenas como um exemplo prático: Um hábito simples que deveria ser adotado em todas as consultas regulares, é a aferição da medida da cintura abdominal. Este tipo de acompanhamento permite ao médico detectar fatores de risco evitáveis, e orientar seus pacientes com informações nutricionais e de atividade física.

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Saúde

O que é óleo de rícino, de onde ele vem e como escolher o melhor?

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 óleo de rícino é feito a partir das sementes da flor perene Ricinus communis. Esta planta é nativa do Mediterrâneo, da África Oriental e da Índia, mas há muito tempo é usada como planta ornamental, por isso pode ser encontrada em todo o mundo. O óleo de rícino é rico em ácidos graxos insaturados, como ácidos graxos ômega-6 e ômega-9. É rico em ácido ricinoleico, um ácido graxo hidroxilado liberado do óleo de mamona pelas lipases intestinais. O ácido ricinoleico é um ácido graxo único que medeia a maioria dos efeitos benéficos do óleo de rícino no corpo e não é encontrado em altas concentrações em muitos outros produtos naturais. O óleo de rícino também está cheio de vitamina E, minerais e proteínas. Tem sido usado há séculos na medicina ayurvédica e popular, mas o mecanismo exato ainda é relativamente desconhecido.

Os benefícios para a saúde do óleo de rícino

O óleo de rícino tem documentado propriedades anti-inflamatórias, antialérgicas, antioxidantes, antifúngicas, antimicrobianas, imunológicas e analgésicas. Isso complementa o fato de que você pode usar o óleo de rícino topicamente ou por via oral – tornando-o uma solução muito versátil e completa para uma variedade de problemas de saúde. Uma das melhores coisas sobre os óleos de semente de mamona é que eles são insípidos e inodoros, por isso é um ótimo óleo transportador, o que o torna uma adição maravilhosa aos óleos essenciais. Fale com o seu médico antes de tomar estes medicamentos, pois o óleo de rícino não é adequado para todos – especialmente durante a gravidez.

Óleo de rícino como impulsionador do sistema imunológico

Todos sabemos que não podemos ter um corpo saudável e uma vida feliz se o sistema imunológico não funcionar de maneira ideal. Felizmente, acredita-se que, assim como o uso do oleo essencial de hortelã-pimenta, o consumo regular de óleo de rícino estimule o sistema imunológico, o que pode ajudar com condições como alergias e erupções cutâneas, que geralmente são causadas por uma resposta inflamatória insalubre no corpo. Tenha cuidado com a dosagem e sempre converse com seu profissional de saúde sobre o uso do suplemento, pois o óleo de rícino pode causar diarreia e distúrbios eletrolíticos.

Óleo de rícino como agente desintoxicante natural

Muitos especialistas em saúde alternativa suspeitam que o óleo de rícino funciona no sistema linfático para remover toxinas e ajudar na remoção da linfa, o que é crucial para a eliminação saudável de toxinas do corpo, assim como outros óleos essenciais usados em um difusor de oleo essencial. Porque ajuda a desintoxicar ao mesmo tempo, é uma ótima maneira de adicionar à sua rotina regular de desintoxicação.

Como escolher o melhor

Depois de ler todos os benefícios de saúde e beleza do óleo de rícino, você provavelmente está pronto para colocá-lo em sua caixa de remédios. Como você pode acompanhar os produtos de óleo de rícino de qualidade? Primeiro, você quer procurar óleo de mamona orgânico prensado a frio de uma empresa respeitável que testa rigorosamente a pureza, eficácia e segurança – especialmente quando se trata de verificar metais pesados, bactérias e contaminantes de pesticidas.

Em geral, quanto mais leve o óleo, mais limpo ele é. Você também pode comprar óleo de rícino preto jamaicano, que é tratado de maneira diferente (na verdade, é torrado) e muito mais escuro. Ao contrário do óleo de rícino tradicional, quanto mais escuro for o óleo de rícino preto jamaicano, melhor.

Além dos óleos essenciais, você também pode usar produtos de âmbar que são completamente naturais e ajudam sua saúde. A tornozeleira de ambar é um dos produtos mais benéficos que melhoram o sistema imunológico contra doenças inflamatórias.

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Notícias do Dia

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Saúde

Mudar alimentação pode acrescentar até 13 anos de vida

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Foto: Freepik

Já está claro que comer menos doces e mais vegetais faz bem para a saúde. Um novo estudo, porém, traduziu em números os impactos de ter uma dieta saudável: é possível aumentar em até 13 anos a expectativa de vida ao mudar a alimentação.

A pesquisa estimou o tempo de vida ganho – ou melhor, que deixaria de ser perdido – ao se substituir uma dieta típica ocidental – com alta ingestão de carne vermelha, açúcar e processados – por uma alimentação à base de grãos integrais e leguminosas, como feijão e lentilha. O estudo foi realizado por cientistas da Universidade de Bergen, na Noruega.

De acordo com os pesquisadores, um jovem de 20 anos nos Estados Unidos pode alcançar um aumento de até 13 anos na expectativa de vida após fazer essa mudança alimentar de forma permanente. Entre as mulheres americanas com a mesma idade, o ganho seria de 10,7 anos ao adotar uma dieta mais saudável.

A mudança alimentar na faixa dos 40 também ajuda na saúde. O ganho de expectativa de vida, de acordo com a pesquisa, é de 10 anos para as mulheres e de 11,7 anos para os homens que trocam alimentos como bacon e salsichas por legumes e verduras.

Já entre os idosos de 80 anos, os cientistas apontaram um benefício menor: alta de 3,4 anos na expectativa de vida, após a troca da dieta. Todas as faixas etárias analisadas se beneficiariam das mudanças alimentares, de acordo com a pesquisa, mas o ganho cai à medida em que a troca ocorre mais tarde.

“A mudança sustentada de uma dieta típica para uma dieta otimizada desde tenra idade pode se traduzir em um aumento na expectativa de vida de mais de 10 anos. Os ganhos são reduzidos substancialmente com o atraso no início das mudanças, principalmente quando se aproxima a idade de 80 anos”, concluíram os pesquisadores.

Até mesmo uma dieta “no meio do caminho” entre a típica ocidental e a considerada ideal traz benefícios, segundo os autores. Um prato que não exclui, mas reduz a quantidade de carnes vermelhas e processadas e a de bebidas açucaradas também está associado a um aumento de expectativa de vida, embora menor.

A mensagem principal do estudo, segundo afirmam os cientistas, é a de que comer mais leguminosas, grãos integrais e nozes e comer menos carne vermelha e carnes processadas parece ser a forma mais eficaz de aumentar a expectativa de vida entre pessoas que seguem uma dieta típica ocidental.

O estudo foi publicado na semana passada na revista científica Plos Medicine. Para chegar a esta conclusão, os cientistas analisaram uma série de outras pesquisas que já indicavam associação entre a ingestão de determinados alimentos e a mortalidade.

Essas pesquisas avaliadas pelos noruegueses mediram o impacto no risco de mortes prematuras para vários grupos de alimentos, como frutas, vegetais, grãos integrais e refinados, nozes e legumes, peixes, ovos, leite/laticínios, carnes vermelhas e processadas, e bebidas açucaradas.

Já está claro para a Medicina que comer certos alimentos pode levar a um aumento de doenças cardiovasculares, câncer e diabete, responsáveis pelo grande número de mortes em todo o mundo. Carnes processadas, como bacon e linguiça, por exemplo, aumentam o risco de câncer do intestino, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A análise dessas pesquisas anteriores levou cientistas noruegueses a criar uma espécie de calculadora da dieta, em que são avaliados em conjunto os benefícios dos alimentos já pesquisados anteriormente. Segundo os cientistas, a ferramenta pode ser útil para que médicos, legisladores e a população em geral entendam o impacto de escolhas alimentares.

A pesquisa tem limitações. Os cientistas ponderam que os estudos considerados para criar a calculadora devem ser interpretados com cautela. Parte deles apresenta associações entre a ingestão de determinados alimentos e aumento ou redução da mortalidade, sem comprovar relação de causalidade. As estimativas dos noruegueses também não levam em conta diferenças de fatores de risco nem vulnerabilidade genética de algumas populações.

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