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Paixão de Cristo, em Floriano, traz elenco de peso!

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Evento acontecerá nos dias 15 e 16 de abril no Teatro Cidade Cenográfica, em Floriano

Após dois anos sendo transmitida virtualmente devido ao agravamento da pandemia do novo coronavírus, a tradicional Paixão de Cristo da cidade de Floriano (PI) volta a ser encenada com a presença de público em 2022. O evento, que acontecerá nos dias 15 e 16 de abril no Teatro Cidade Cenográfica, promete surpreender a plateia com roteiro aperfeiçoado e cenários renovados, além de convidados especiais.

César Crispim, produtor da Paixão de Cristo de Floriano, adianta que pela primeira vez em 27 anos de realização do evento, Jesus não será interpretado por um piauiense. Este ano quem dará vida a Jesus será o ator Caio Blat. Ao seu lado, integrando o elenco convidado, estarão Ana Cecília Costa, que irá viver Maria; Ernani Moraes, como Caifás; Leona Cavalli, que viverá Salomé; e Suely Franco como Herodias.

“Esta será a 27ª edição da Paixão de Cristo de Floriano e marcará ainda os 35 anos de existência do Grupo Escalet de Teatro. Para estar à altura de tamanha comemoração, estamos preparando um evento inesquecível, com novas cenas, roteiro mais denso, mais emotivo, linguagem adaptada e de fácil entendimento para melhor compreensão do público”, destaca César Crispim.

A reforma dos cenários também está entre as novidades da encenação deste ano. As obras já iniciaram e incluem melhorias no calçamento e nos palácios, por exemplo. Toda estrutura de som e luz será própria do Grupo Escalet e do Teatro Cidade Cenográfica, além, claro, da sensível trilha sonora preparada cuidadosamente pelo músico Murillo Altafine, que, junto com o figurino todo renovado pelas mãos das tecedeiras da cidade de Pedro II do Piauí, emocionarão a todos os presentes na encenação.

“A nossa Paixão de Cristo é um evento que já está no calendário de centenas de pessoas. Estamos animados em retomar presencialmente essa encenação tão emocionante; com cautela, pensando na saúde do nosso elenco e do nosso público fiel”, conclui o produtor César Crispim, destacando que o evento seguirá todas as recomendações das autoridades de saúde para evitar a disseminação de Covid-19.

O Grupo Escalet apresenta, desde 1996, a maior Paixão de Cristo do Piauí, atraindo espectadores de todas as regiões, famílias, jovens e crianças, consolidando-se como um dos maiores eventos de cunho cultural e religioso do estado do Piauí e do Brasil.

O evento conta com patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado do Piauí/Secult, Governo do Estado do Piauí, Governo Federal, Lei Rouanet, Prefeitura de Floriano e apoio do Armazém Paraíba e Ferroleste.

Informações 89 994546999 ou 89 994259417

Site: www.paixaodecristopi.com.br/

Instagram @paixaodecristopiaui @grupoescalet

Apoio Gaia Assessoria de Comunicação

www.gaiasscomunicacao.com.br

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O artista paulistano, Fábio Nunez, denuncia o abandono do Teatro Nelson Rodrigues, situado no CEU Alvarenga, e pede providências urgentes

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Morador da região e ciente da relevância do espaço para a comunidade, Nunez tem buscado maneiras de chamar a atenção para a importância da revitalização do local
Um artista multifacetado que atua nas artes em geral _ música, cinema, pintura _ que escreve, leciona e empreende: assim é o paulista Fábio Nunez. Criador do “Coletivo Arte Falante” ele está sempre buscando caminhos para viabilizar a arte produzida pelos artistas periféricos que, como ele, encontram muitos entraves para fazer isto. “Devido às tantas dificuldades que enfrentamos para conseguir recursos, desde os entraves nas questões de documentação, como acesso às plataformas e editais, resolvi criar o ‘Coletivo Arte Falante – Arte como Manifesto’ que leva o mesmo nome da minha marca de camisetas e na qual desenho estampas exclusivas de artistas brasileiros da MPB e da literatura”, destaca. Esta busca pela valorização da arte brasileira impulsiona o trabalho de Nunez desde sempre. Ao criar o Coletivo, por exemplo, ele conta que buscou artistas de sua região, a zona sul paulistana, como forma de resgatar e fortalecer o trabalho de cada um. “De forma natural vieram os novos artistas, pois na periferia temos uma profusão de talentos e se as produtoras locais e os órgãos de cultura ignoram, decidi criar o coletivo para que essa voz chegue mais forte e atenda os nossos anseios”, ressalta.


Segundo Nunez, a primeira pauta que surgiu no Coletivo foi que seria preciso buscar uma aproximação com o espaço cultural mais significativo da região de Pedreira e Cidade Ademar: o CEU Alvarenga. “Este é o espaço que deveria ser a casa cultural da nossa comunidade tão carente de lazer, educação e segurança para não dizer de tudo”, afirma. Foi partindo desse desejo que Nunez pensou em sugerir para a equipe que gerencia o espaço, uma agenda para ensaios não só musicais, como também para outras atividades entre outras. Ele relembra: “Eu já tive, nos tempos de ouro do Teatro Nelson Rodrigues, o prazer de utilizar o espaço para ensaios com a minha banda, de participar de inúmeros saraus e o privilégio de abrir shows de artistas como Toquinho e Luiz Melodia. Parte do meu crescimento como artista se deve a este local pelo qual tenho um imenso carinho”, salienta. Portanto, consciente da importância do espaço, Nunez conta que marcou uma reunião com a atual equipe gestora para propor a reutilização do teatro Nelson Rodrigues com os fins já citados, mas teve uma péssima, como destaca: “Foi quando me falaram da impossibilidade de uso do espaço devido à precariedade em que se encontra. O Teatro Nelson Rodrigues situado no CEU Alvarenga está interditado. Me convidaram para entrar no local e ver com os meus próprios olhos e pude confirmar isto com lágrimas nos olhos”, observa. O artista cita, então, os vários problemas estruturais do teatro que acometem desde o próprio palco, passa pelo ar condicionado, entre inúmeras outras precariedades. “Um engenheiro esteve no local e o interditou. Inclusive, os estofados de todas as cadeiras estão encardidos e carecem urgentemente de uma rigorosa higienização. Também não há mais equipamento de som e luz, possivelmente boa parte foi furtada, muitos quebraram por mau uso e outros sequer passaram por manutenção. Tudo isto é lamentável”, diz indignado.
Mas sua indignação é ainda maior, pois, segundo ele, a Secretaria Municipal de Educação, consciente ou não de tais problemas, “para manter o pleno funcionamento de sua grade de programação cultural e mostrar o “trabalho político” tem encaminhado espetáculos para um espaço que não tem a mínima condição de recebê-los. E aí a gestão se vira como pode, promove a atração de forma inusitada e locomove os artistas para a quadra de esportes. Imagine: teatro em uma quadra de esportes !? E assim segue o jogo do “deixa que eu deixo e todos deixam pra lá”, argumenta.
Fábio Nunez também observa que além da reunião citada no CEU Alvarenga, ele já conversou com equipes da subprefeitura, esteve na Câmara dos Vereadores, sempre falando sobre esta questão, pois, segundo ele, “outros teatros como o dos CEUs Rubi, Dutra, Navegantes e Três Lagos estão funcionando”.
Por fim, Fábio Nunez, ressalta: “O Coletivo Arte Falante está fazendo um abaixo assinado com artistas, professores, alunos e moradores da comunidade e o encaminharemos para a DRE (Diretoria Regional de Ensino) de Santo Amaro para que este problema chegue na SME (Secretaria Municipal de Educação) e também ao Secretário de Educação. Verba tem, o que queremos saber é se o atual gestor pode movimentar essa verba para a manutenção do teatro” destaca. “Outra ação paralela são vídeos que estão sendo gravados onde cada pessoa, artista, professor, morador etc., ciente dessa causa, manifesta sua indignação, fala da sua vivência dentro deste espaço e reivindica uma solução pragmática para resolver o problema do abandono em que se encontra o Teatro Nelson Rodrigues”, finaliza.

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Escritora de romances LGBTQ, Clara Artemis, lança Marca-me

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Clara Artemis apresenta a seus leitores o livro Marca-me, na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O lançamento acontecerá no dia 03 de julho, às 18h, no Complexo Tuthor e Editora Serpentine, Stand  A-47. A Bienal acontecerá no Expo Center Norte.

A obra tem por proposta fugir de lugares comuns de romances do gênero. Apresenta uma trama inovadora e singular onde dois mundos completamente diferentes se unem pela sobrevivência em meio ao caos, e pelo improvável amor que nasce em meio a uma guerra da máfia novaiorquina.

A escritora carioca, que possui sete obras publicadas e está lançando a versão física de seu livro “Marca-me“, que ficou em 1º lugar por quase um mês, em ocasião de seu lançamento na Amazon, ama literatura e acredita que estar na Bienal de São Paulo é um dos pontos altos de sua carreira:

“A Bienal do Livro é o maior evento Literário nacional, e ter a oportunidade de lançar uma história minha lá é algo magnífico!” Explica.

Sinopse:

Nascido em berço de ouro, River Lynx, acredita que é sua missão manter os negócios de seu falecido pai a pulso firme. Mas quando uma série de acontecimentos abala seu trono na máfia novaiorquina, uma guerra de poderes é travada.

Sua única chance é lutar contra seus inimigos , mas a grande pergunta é: Quem são eles?

Haru está acostumado a manter seu instinto de sobrevivência no auge, mas quando se depara com o amor de sua vida e uma guerra entre gangues, acaba perdendo tudo o que julgou controlar um dia.

Marcados um pelo outro para sempre, eles só tem um único objetivo. SOBREVIVER. E de preferência juntos.

Sobre a autora

Clara Artemis nasceu na década de 80 em São Gonçalo – RJ, desde então vive na cidade. Começou a sentir afinidade com o meio literário desde nova, e foi na adolescência que começou a escrever, ainda sem publicar seus trabalhos. Desde os 12 anos teve seus encantos com livros como de Agatha Christie e Edgar Allan Poe e mais para frente acabou variando cada vez mais os estilos literários que procurava.

A escrita se tornou presente em sua vida após participar do clube de literatura de sua escola aos quatorze anos, mas esperou estar madura o suficiente para mostrar suas obras ao mundo. Devido a enorme variedade de obras que lia, sentia falta de personagens LGBTQIA+ nos livros e os poucos que viam eram retratos de caricaturas impostas pela sociedade. Desde então escreve apenas histórias com protagonistas LGBTQIA, focando em casais masculinos.

Além de escritora, a autora é palestrante e aborda durante suas palestras temas como preconceito, liberdade de escrita, inclusão na literatura e a necessidade de haver obras com personagens e temas LGBTQIA.

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Maiara & Maraisa dividem palco com Vitor & Cadu em show no MS

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Aniversário da cidade de Vicentina recebe shows das duas duplas e os artistas sul-mato-grossense foram convidados por elas para um feat

Domingo, 19, certamente é uma data que ficará pra sempre na memória da dupla Vitor & Cadu. Os artistas se apresentaram em Vicentina, MS, e além da energia e receptividade do público, eles dividiram o palco com Maiara & Maraisa.

As gêmeas fizeram show na mesma noite, em comemoração ao aniversário de 35 anos da cidade. Elas surpreenderam os meninos com o convite e na ocasião, interpretaram juntos a música “Arranhão”, de Henrique e Juliano. “Somos bastante fãs das meninas, é uma referência pra gente, tanto na parte musical quanto na postura fora dos palcos, ficamos muito felizes com o convite e oportunidade”, conta Vitor.

“Escolhemos a música ‘Arranhão’ porque é uma faixa que amamos e faz parte do nosso repertório nos shows, foi um momento muito emocionante, as meninas são nota 10”, completa Cadu.

Sobre Vitor e Cadu

A dupla é a uma grande aposta da gravadora MM Music. E com quatro anos de carreira, os cantores e compositores representam a nova geração da música sertaneja campo-grandense. Além de um dueto forte e marcante, eles também impressionam com o trabalho autoral. Após ganhar destaque com os singles “Rodando Bocas”, “Se eu me entregar” e “Coitado Dele”, a dupla lançou recentemente uma faixa com Henrique e Diego, a “Emzin vermelho”.

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