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Educação

Tecnologia educacional como ferramenta de formação de uma nova geração

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Adler Ismerim

A sala de aula e a forma de aprendizagem e ensino já não são mais os mesmos de anos atrás. É importante estar ciente que o ato de inovar na educação não se trata apenas de disponibilizar equipamentos tecnológicos que despertam a curiosidade do aluno, mesmo que a tecnologia seja uma facilitadora nesse processo. Inovar na educação é ampliar as possibilidades e utilizar de novas ferramentas para dar maior significado ao processo de ensino, aprofundando conhecimentos e promovendo a autonomia dos alunos.

Investimos milhares de reais em produtos que oferecem mais acessibilidade ao estudo, principalmente para o aprendizado de ciências e tecnologia. Isso já gerou impacto na vida de mais de dois milhões de estudantes da educação básica em todo o Brasil e nos mais diferentes níveis de ensino.

Para ter ideia, durante a pandemia, as soluções da INNYX foram disponibilizadas para o Governo de São Paulo. Hoje, as soluções educacionais também estão associadas às universidades coorporativas no Sul, Sudeste, Norte do País e em expansão.

Com o avanço tecnológico que o mundo vive, o que inclui uma maior interatividade, uma necessidade de mudança em aspectos sociais e, principalmente, educacionais, nada mais natural do que inovar a forma de ensinar. Por isso, faz todo o sentido nossos esforços em investir em projetos disruptivos.

Um exemplo é o Caminhos da Ciência. Trata-se de um laboratório de ciências móvel, que incentiva de maneira criativa a iniciação científica. Mais de 1.000 unidades do Caminhos da Ciência já foram entregues em instituições de ensino pelo país e impactaram mais de 2 milhões de alunos. Os laboratórios móveis do Caminhos da Ciência contam com diversos recursos para o ensino de conceitos básicos e complexos da matriz curricular e podem, ainda, ser customizados pelas escolas que os adquirem.

Outra avenida que investimos é o Make Zone, um programa educacional que integra elementos de gamificação e robótica educacional em meio a cultura maker. Já o Plural+, se refere à uma plataforma EAD personalizada, com gerenciamento de conteúdo. O estudante tem uma curadoria nos estudos e proximidade com os professores. Além disso, a Plural+ foi desenvolvida garantir acesso dos estudantes às aulas mesmo em áreas mais distantes, em que a conexão com a internet não tem grande velocidade.

O Brasil tem cerca de 48 milhões de estudantes no ensino fundamental e médio, sendo que 35 milhões estão em escolas da rede pública. Segundo dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), quando comparado com outros 78 países, o Brasil está em último lugar no desempenho de ciências. Por isso as escolas e os profissionais de educação necessitam de ferramentas e soluções inovadoras, que estimulem o interesse e o entendimento das ciências para seus alunos.

Capacitar as crianças e os jovens no conhecimento das ciências e da tecnologia é garantir que eles estejam preparados para um mercado de trabalho que demanda cada dia mais profissionais dessas áreas. Só no setor de desenvolvimento de softwares, por exemplo, estima-se que até 2025 o Brasil possa enfrentar um déficit anual de 159 mil desenvolvedores. Os dados, do ano passado, são da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom).

É importante que toda a cadeia ligada à educação compreenda e aloque esforços em tecnologia avançada. Nunca o Brasil teve tantos jovens, é necessário que essa parcela da população seja capacitada e inserida no mundo do trabalho. Para isso, precisamos dar acesso ao conhecimento e a tecnologia é uma forma assertiva de levar educação aos estudantes de todas as regiões do país.

Soluções educacionais alinhadas a proposta da Base Nacional Comum Curricular para educação básica já existem e elas vão desde um ambicioso sistema de ensino gamificado à projetos temáticos diversos em áreas como empreendedorismo, conhecimentos regionais, educação no trânsito, meio ambiente, entre outros.

Há mais de dez anos mergulhamos neste segmento e entendemos que o processo educacional precisa se adaptar às mudanças da sociedade. Hoje, investimos, por exemplo, em um hub de tecnologia que cria softwares e plataformas que ajudam na rotina administrativa das unidades escolares e ainda investe em uma plataforma de ensino que dinamiza várias estratégias para disponibilizar conteúdos e interação como painel criativo, fórum e chats.

Não temos mais tempo a perder. A pandemia acelerou o processo de evasão escolar e o Novo Ensino médio tem provocado polêmicas no aprendizado, mas há soluções capazes de colaborar com os jovens a treinarem habilidades e construir conhecimentos em diversas áreas de ensino. A hora é agora e a tecnologia educacional é uma ferramenta que está disponível para quem acredita que o futuro deve ser construído por meio da capacitação de uma nova geração.

  • Adler Ismerim, líder e fundador da INNYX.
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Ciência

Dupla Alex & Matielo revela mais uma pérola musical com o lançamento de “Bluetooth”

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A dupla sertaneja Alex & Matielo está pronta para incendiar as plataformas digitais com o lançamento da sua terceira faixa do DVD “No Tempo Certo”. Intitulada “Bluetooth”, a música promete envolver os ouvintes com sua melodia contagiante.

Combinando harmonias irresistíveis e letras que falam ao coração, “Bluetooth” é mais uma prova do talento inegável da dupla em criar músicas que ressoam com o público. O lançamento oficial está marcado para sexta-feira, dia 14 de junho, em todas as plataformas digitais, além de uma estreia especial no YouTube às 12h.

Gravado em Goiânia, o DVD “No Tempo Certo” promete ser uma verdadeira celebração da música sertaneja, e “Bluetooth” é uma adição empolgante a este projeto ambicioso.

Prepare-se para mergulhar em uma experiência musical única com Alex & Matielo. Não perca o lançamento de “Bluetooth” e acompanhe todas as novidades da dupla nas redes sociais.

Para ouvir “Bluetooth”, acesse: Bluetooth – Alex & Matielo: https://onerpm.link/bluetooth_alexematielo

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Educação

Afegãos recebem aulas de língua portuguesa em São Paulo

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Projeto já atendeu cerca de 1.500 imigrantes e refugiados que chegaram ao Brasil

São Paulo, novembro de 2023 – A Associação Educação Sem Fronteiras (ESF) forma, na próxima sexta-feira (1º de dezembro, às 19h, no Teatro Procópio Ferreira), um grupo de alunos do programa Tirando de Letra, composto predominantemente por refugiados afegãos. O curso é emergencial e tem como objetivo ensinar noções básicas para se comunicar em português, apresentar uma visão geral sobre a cidade e os direitos de refugiados e imigrantes no Brasil. Além da presença dos estudantes, a cerimônia de formatura contará com a participação de professores e artistas imigrantes, como Nduduzo Siba da África do Sul, Mah Mooni do Irã, entre outros.

A formatura acontece em meio a situação humanitária que vem se agravando no Afeganistão, afetando principalmente os grupos mais vulneráveis da população. Somente entre setembro de 2021 e março de 2023, o Brasil emitiu mais de 7,2 mil vistos humanitários para afegãos, conforme dados do Ministério das Relações Exteriores.

A ESF foi fundada em 2020 e já impactou 1481 estudantes apenas entre abril e outubro deste ano. Atualmente, aproximadamente 155 alunos são atendidos em centros de acolhimento distribuídos em três cidades brasileiras: São Paulo, Guarulhos e Poá. O curso segue o sistema europeu de ensino e tem mais cinco módulos, além do emergencial. A partir do nível intermediário (4º módulo), os alunos têm acesso ao certificado de proficiência em língua portuguesa e podem dar entrada no processo de naturalização. O programa é realizado em parceria com a Escola da Cidade, que é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Segundo o empreendedor Social e Diretor Executivo da ESF, Adriano Abdo, a missão da iniciativa é acelerar a integração daqueles que buscam oportunidades no Brasil por meio de aulas introdutórias de português. Além disso, os estudantes são imersos na dinâmica da cidade, aprendendo a acessar os principais serviços públicos locais.

O curso tem como objetivo garantir aos estudantes uma visão geral da cidade onde vivem e ensinar-lhes a se expressar de forma clara em situações do dia a dia. Além disso, eles aprendem sobre seus direitos como refugiados ou imigrantes no Brasil”, explica o gestor.

A Educação Sem Fronteiras conta com a parceria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), que contribui financeiramente para a existência do programa de imersão linguística e formação cidadã.

Para apoiar os imigrantes e refugiados, o projeto divide suas atividades em duas áreas principais: atendimento ao público e educação. Nós buscamos apoiar os imigrantes em sua adaptação ao Brasil, respeitando suas culturas e valorizando suas contribuições para a nossa sociedade. Não se trata de uma integração colonialista do tipo: ‘coma feijoada, aprenda futebol e samba, aqui está o checklist para você se tornar um brasileiro’. O nosso trabalho é integrá-los à cidade, ao idioma e principalmente aos seus direitos”, completa Adriano.

Quanto à educação, o instituto adota uma abordagem pedagógica popular, inspirada na visão de Paulo Freire, na qual os professores desempenham um papel central na aprendizagem. As aulas são dinâmicas e relevantes para a realidade dos alunos, salientando a oralidade e a comunicação como ferramentas essenciais para a integração.

Outras ações em destaque

A Educação Sem Fronteiras passou por uma renovação em sua equipe em 2023, resultando em um aumento significativo no número de colaboradores. Atualmente, o projeto conta com cerca de 55 pessoas, entre trabalhadores, prestadores de serviço e voluntários.

Além do programa Tirando de Letra, a instituição implementa diversas outras ações voltadas a imigrantes e refugiados, tanto presencialmente quanto online. O PLAC possibilita uma imersão mais profunda na língua portuguesa, enquanto o projeto’ Travessias oferece preparatórios gratuitos para exames vestibulares como Encceja e Enem.

Já o Geração Sem Fronteiras se destaca ao proporcionar cursos profissionalizantes em áreas de programação e inovação tecnológica, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades nesse setor.

Sobre o Educação Sem Fronteiras

A Educação sem Fronteiras é a primeira associação de educação para imigrantes e refugiados do Brasil. Sem fins lucrativos, foi fundada em 2020 para identificar e atender às necessidades desses grupos no Brasil. A organização oferece educação de qualidade, promovendo a integração e inclusão social. São disponibilizados cursos de língua portuguesa, formação profissional, orientações sobre revalidação de ensino médio, entre outras atividades socioculturais. A associação está alinhada com 6 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Serviço
Local: Teatro Procópio Ferreira
R. Augusta, 2823 – Cerqueira César, São Paulo – SP, 01413-100
Data: 01/12/2023, às 19h
Evento aberto ao público

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Cultura

Editora aposta em catálogo com livros sobre sustentabilidade

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Oito a cada dez (81%) dos brasileiros estão muito preocupados com a escassez de água potável, de acordo com a pesquisa “GlobeScan Radar Survey”, realizada com 30 mil pessoas em 17 países pela GlobeScan, em parceria com a Circle of Blue e o WWF. O percentual está bem acima da média mundial de 58%.

Nesse panorama, iniciativas privadas investem na conscientização. Exemplo disso, a Colli Books Editora aposta na publicação de livros que abordam a questão da sustentabilidade e outras temáticas relacionadas às causas ambientais. Anderson Evangelista, gerente comercial da empresa, conta que a editora possui vários títulos que focam na questão da sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.

O Jardim da Amizade, por exemplo, conta a história de amizade entre a minhoca Jô e a lagarta Beatriz, que se transformou em uma borboleta colorida e cheia de charme”, conta. “O livro, da autora Isa Colli, conta com ilustrações de Ostan e mostra a importância de cada ser vivo para o equilíbrio da natureza”, complementa.

Evangelista destaca que “Nuvem Floquinho”, outro lançamento recente da marca que também conta com a assinatura de Isa Colli e recebe ilustrações de Célio Carvalho e Rayan Casagrande, alerta para o desperdício de água no planeta.

O gerente comercial da Colli Books Editora também destaca que “Rio Grinalda”, livro da escritora Isa Colli com ilustrações de Ramon Waldry Ribeiro, chama a atenção para a poluição dos rios e mostra a importância da reciclagem. A propósito, segundo uma pesquisa publicada em julho pela Nature, revista científica internacional, o mundo deve experimentar uma crise de poluição de água até 2100. Os cientistas preveem que o problema pode afetar cerca de 5,5 bilhões de pessoas em todo o globo.

No Brasil, somente 15% dos cidadãos participantes da pesquisa “GlobeScan Radar Survey” declararam que ainda não foram afetados pela falta de água potável. Além disso, 40% dos entrevistados relataram que já foram prejudicados por secas e 84% disseram que estão “muito preocupados” com a poluição dos rios. Na média global, a preocupação é de 62%.

“A coleção das abelhinhas ambientalistas Vivene e Florine aborda temas como o desmatamento (‘Vivene e Florine na Amazônia’), poluição dos oceanos (‘Vivene e Florine o fundo do mar’) e a importância de viver em harmonia com a natureza (‘O pirulito das abelhas’)”, compartilha Evangelista, citando a obra de Isa Colli, que conta com as ilustrações de Juliana Romão e Rayan Casagrande.

“A literatura tem o poder de transformar o mundo, e por isso escrevo. Desejo que meus livros possam ajudar a tornar nosso planeta um lugar melhor, mais justo e sustentável”, diz a escritora.

Catálogo visa conscientizar crianças e adultos

De acordo com o gerente comercial da Colli Books, a editora tem como prioridade oferecer ao mercado obras que abordam temas ligados à sustentabilidade. Ele também conta que, como a empresa trabalha com escolas, sempre inclui nas histórias informações que se adequem aos parâmetros da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que tem habilidades sobre meio ambiente.

“Além disso, buscamos publicar histórias que estejam alinhadas com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas)”, afirma. “A Colli Books valoriza as questões relacionadas à sustentabilidade porque entende que é uma forma de estimular a consciência ambiental”, acrescenta.

Para Evangelista, a literatura pode ensejar uma maior conscientização da sociedade sobre as pautas ambientais: “Os livros, por terem uma linguagem leve e lúdica, facilitam o envolvimento do leitor. Desta forma, fica mais fácil incluir mensagens que levem à reflexão e à conscientização sobre o tema”.

Ele também ressalta que a literatura possibilita a criação de personagens engajados nas questões ambientais e de enredos que podem servir de inspiração para crianças e adultos. “Cuidar do meio ambiente e repensar formas de sermos mais sustentáveis é uma responsabilidade de todos nós. Nosso desafio é buscar maneiras didáticas e, ao mesmo tempo, criativas e interessantes para ensinar esses temas às nossas crianças”, conclui Evangelista.

Para mais informações, basta acessar: https://www.collibooks.com/

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