Negócios
Empreendedorismo Familiar no sangue: O Vínculo que Impulsiona Negócios e Tradições
No tecido do empreendedorismo global, existe um fio especial que une não apenas os interesses comerciais, mas também os laços de sangue e tradições familiares. Esse fio é o empreendedorismo familiar, uma força impulsionadora que combina o desejo de sucesso nos negócios com a intimidade e confiança que só as relações familiares podem oferecer.
É o que registra a pesquisa Índice de Empresas Familiares 2023, realizada pela Ernst & Young and University of St.Gallen Family Business Index.
Segundo o estudo, as 500 maiores companhias familiares do mundo geraram US$8,02 trilhões em 2022, um aumento de 10% em relação ao Índice de 2021. Enquanto isso, o Fundo Monetário Internacional apontou o crescimento de 3,1% 2023. Isso significa que as empresas familiares têm crescido mais que o triplo da taxa da economia.
“No coração do empreendedorismo familiar está a ideia de passar o legado de geração em geração, transformando não apenas a forma como o capital é gerido, mas também como os valores e a cultura são preservados. Este modelo de negócio, muitas vezes, é alimentado por histórias de pioneirismo, perseverança e inovação, transmitidas de pais para filhos ao longo das décadas”, afirma o empresário e empreendedor Édem Davanzzo.
Como empresário, investidor e apresentador, Davanzzo lidera o movimento conhecido como “O Poder da Família”, um esforço dedicado a promover o empreendedorismo familiar e fortalecer os laços entre membros da mesma linhagem.
Como co-fundador do maior movimento de empreendedorismo familiar do Brasil e apresentador do popular programa de TV “Papo em Família”, inspira milhares de pessoas a cada dia, compartilhando histórias, desafios superados e estratégias eficazes para construir legados duradouros.
Davanzzo acredita que, “um dos pontos fortes do empreendedorismo familiar é a capacidade de pensar a longo prazo, que ao contrário de empresas com acionistas externos, as empresas familiares frequentemente têm uma visão mais ampla, focando não apenas nos lucros imediatos, mas também na sustentabilidade e no impacto a longo prazo nos funcionários, na comunidade e no meio ambiente”, proporcionando um ambiente saudável, confiável e duradouro.
No entanto, o empreendedorismo familiar não está isento de desafios. A mistura de negócios e família pode criar tensões únicas, desde questões de sucessão até conflitos de interesse. A gestão eficaz desses desafios requer comunicação aberta, transparência e um compromisso compartilhado com os objetivos comuns.
Além disso, o empreendedorismo familiar muitas vezes enfrenta o desafio de equilibrar a tradição com a inovação. Enquanto a tradição pode fornecer uma base sólida, a capacidade de adaptar-se às mudanças no mercado e abraçar novas tecnologias é crucial para a longevidade e o crescimento contínuo do negócio.
Apesar dos desafios, o empreendedorismo familiar continua a desempenhar um papel vital na economia global. Empresas familiares estão por trás de uma parte significativa do Produto Interno Bruto (PIB) em muitos países e desempenham um papel fundamental na criação de empregos e na promoção do desenvolvimento econômico em suas comunidades.
No Brasil, 90% das empresas têm perfil familiar, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além de responder por mais da metade do PIB, as empresas familiares também empregam 75% da mão de obra no país.
Em suma, o empreendedorismo familiar é muito mais do que apenas um modelo de negócios; é uma fusão única de tradição, inovação e compromisso comum que impulsiona o sucesso e fortalece os laços familiares ao longo das gerações.
Sobre Édem Davanzzo
É empresário bem-sucedido no setor de comunicação, eventos e educação corporativa, fundador da agência Sense_AND e sócio da SME – The New Education. O Top mind nexialista é perito em solucionar problemas de grandes marcas e empresários, além de ensinar as famílias a usarem técnicas de gestão empresarial no próprio lar para estimular os pais a empreender na família.
Anjo e Astro investidor | Co-fundador do maior movimento de empreendedorismo familiar do Brasil | Apresentador do talk familiar de maior sucesso na TV africana, Papo em Família.
Celebridades
Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.
O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.
Origem e Crescimento
O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.
Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.
Base de Apoio
Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.
Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.
Críticas e Controvérsias
O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.
Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.
Perspectivas Futuras
Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.
O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.
Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
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