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Cultura

Milhares de pessoas lotam as ruas do Centro do Rio de Janeiro na 17ª edição da Marcha Para Jesus

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(Foto: Paulo Tauil)

Evento contou com discurso pró-vida, orações pelo Rio Grande do Sul e shows com grandes nomes da música gospel

Mais de 200 mil pessoas mostraram a força da união e expressaram seu amor a Deus na 17ª edição da Marcha Para Jesus do Rio de Janeiro, que aconteceu no último sábado, dia 25 de maio, com concentração na Avenida Presidente Vargas, onde uma aglomeração já acontecia antes mesmo do meio-dia.

Caravanas de várias partes do estado seguiram acompanhadas por seis trios elétricos até o palco principal na Praça da Apoteose, que concentrou, no mesmo local, um público de 50 mil pessoas unidas em oração pela cidade e também pelo Rio Grande do Sul, que tem sofrido com as enchentes que assolam a região. Pastores de diferentes denominações estiveram presentes, como o presidente do Conselho de Ministros Evangélicos do Rio de Janeiro (COMERJ), Claudio Duarte, que é responsável pela organização do evento.

–  Nós precisamos tirar força da união para mostrarmos para esta nação que o Brasil é do Senhor Jesus e que somos uma nação que adora a um só Deus – discursou o líder evangélico durante a abertura da Marcha Para Jesus.

(Foto: Paulo Tauil)

À frente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), o pastor Silas Malafaia  convocou as pessoas a se posicionarem a favor da vida e criticou a liminar que permite a realização de aborto em casos de estupro após 22 semanas de gestação.

– Ficar dentro da igreja só orando e não agir como cidadão não vai resolver. Deus tenha misericórdia da nossa nação e proteja esses seres indefesos. Que Deus ilumine deputados, senadores e ministros do STF. Que Deus levante a sua igreja com poder e autoridade para fazer a diferença – declarou Malafaia.

(Foto: Paulo Tauil)

Nem a chuva que caiu sobre a cidade conseguiu dispersar o povo, fazendo valer o slogan “A Força da União” Durante oito horas, pessoas de diferentes faixas etárias cantaram e se divertiram ao som dos principais nomes da música gospel: Thalles Roberto, Eli Soares, Samuel Messias, DiscoPraise, Valesca Mayssa, Bruna Karla, Gospel Night, Davi Sacer, Stella Laura, Marcus Salles, Arthur Callazans, Adriano Gospel Funk, Kailane Frauches, Sarando a Terra Ferida, Nesk Only, Brunno Ramos e 2metro.

A Marcha Para Jesus do Rio de Janeiro foi realizada pela primeira vez em 1998. No dia 03 de setembro de 2009, foi instituído o Dia Nacional da Marcha para Jesus e, dois anos depois, mais precisamente no dia 11 de janeiro de 2011, o evento passou a fazer parte do calendário oficial da cidade do Rio de Janeiro. Em 2023, a Marcha foi certificada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.

Veja fotos oficiais da 17ª edição da Marcha Para Jesus do Rio de Janeiro (Créditos de Paulo Tauil e Rebeca Cruzeiro): https://bit.ly/fotos-marchaparajesusrio2024

Assista à transmissão da Marcha Para Jesus do Rio de Janeiro pelo YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=R2JE7Hbtwt8

Acompanhe a Marcha Para Jesus Rio nas redes sociais:

Site: https://marchaparajesusrio.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/marchaparajesusriodejaneiro/

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Playlist Oficial: https://bit.ly/playlistmarchparajesusrio

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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Cultura

Anestia JÁ.

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A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

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Cultura

Entre Lenda, Memória e Imagem: Documentário Resgata História de Mário Juruna e os Encantos de Barra do Garças

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O Projeto é um projeto que faz composição do Circuito Cultural da Empresa Agência Pêssego e Maçã LTDA CNPJ nº: 48.065.526/0001-86, cuja desenvolvedora é gestora do projeto é CARLITA RODRIGUES MACEDO (Sócia Administrativa da Empresa), o Livro documental desta Temporada traz por Título: Mario Juruna e o Casamento com a  Índia Xavante (Janaina Calunga), uma Homenagem da Tribo Xavante da Cidade do Mato Grosso UF: MT com Mini – Biografia de Barra do Garças, contada pelo Morador Histórico  “Antônio Orlando da Silva “. Além do Livro será apresentado Videoclipe com imagens Fotográficas de Mirante de Cristo, Discoporto e Serra do Roncador.

 

Entre paisagens emblemáticas e narrativas que atravessam gerações, um novo projeto audiovisual propõe mergulhar na memória cultural de Barra do Garças, em Mato Grosso. O documentário Pão da Nova Geração une videoclipe e livro documental para revisitar pontos turísticos como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, enquanto resgata uma das lendas mais contadas pela tradição oral local: o controverso e simbólico casamento de Mário Juruna com a índia Xavante Janaina Calunga. A obra apresenta o relato transmitido por moradores históricos, revelando como mito, identidade indígena e memória popular se entrelaçam na construção da história da cidade.

O projeto Pão da Nova Geração propõe a produção de um videoclipe e a criação de um livro documental que unem memória histórica, tradição oral e valorização dos pontos turísticos da cidade de Barra do Garças, no estado de Mato Grosso. As gravações e registros visuais contemplam cenários emblemáticos do município, como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, locais que carregam forte simbolismo cultural, turístico e místico para a região.

A obra documental se debruça sobre uma das lendas mais conhecidas e controversas da história oral local: o suposto casamento de Mário Juruna com uma índia da etnia Xavante. Segundo a narrativa popular, amplamente contada por moradores antigos, Mário Juruna teria se unido à indígena Janaina Calunga. O relato afirma que Janaina Calunga ganhou notoriedade dentro da comunidade como uma grande empresária, fato que reforça sua importância social e econômica no imaginário coletivo da época.

Ainda de acordo com a lenda, apesar de Janaina Calunga já ser casada, essa condição não teria impedido uma nova união estável com Mário Juruna, uma vez que, conforme a tradição atribuída à tribo Xavante, não haveria limitações para que um indivíduo casado mantivesse outros matrimônios. Essa característica cultural é apresentada como parte essencial para a compreensão do contexto da relação descrita na narrativa popular.

A história segue relatando que, em determinado momento, Mário Juruna teria desejado sair da relação, considerada frustrada. Diante dessa decisão, Janaina Calunga, descrita na lenda como uma índia brava do Mato, teria se unido a seus aliados e armado uma arapuca contra ele. O desfecho trágico da narrativa aponta que Mário Juruna morreu de pé, acreditando até o fim que Janaina Calunga sempre foi sua ajudadora, protetora e auxiliadora, passando a enxergar todos aqueles que cruzavam seu caminho como perseguidores.

O conteúdo integra o livro documental intitulado Mário Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), que também se apresenta como uma mini-biografia de Barra do Garças. A história é contada a partir do olhar e da memória de um morador histórico da cidade, Antônio Orlando da Silva, cuja narrativa contribui para a preservação da identidade cultural e da tradição oral do município.

O projeto tem como objetivo registrar, valorizar e difundir histórias que fazem parte do imaginário popular, conectando passado e presente por meio do audiovisual e da literatura documental. A iniciativa reforça a importância de preservar relatos históricos e lendas regionais como patrimônio imaterial, utilizando a arte e a comunicação como instrumentos de memória e identidade cultural.

 

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