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Cabo Edvaldo , o Amigo Vaval, é homenageado no 21º BPM após salvar a vida da pequena Maitê 

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RIO DE JANEIRO – O cabo da Polícia Militar Edvaldo , conhecido carinhosamente como Amigo Vaval, recebeu nesta sexta-feira uma homenagem no 21º Batalhão da Polícia Militar (21º BPM) em reconhecimento ao ato de heroísmo que resultou no salvamento da vida da pequena Maitê.

 

Conhecido em toda a Baixada Fluminense não apenas pelo trabalho desenvolvido na Polícia Militar, mas também pelas inúmeras ações sociais que realiza junto às comunidades, Amigo Vaval foi homenageado ao lado do soldado Souza Costa, que também participou da ocorrência.

 

Na ocasião, os dois policiais encontraram um casal que seguia em desespero para um hospital com a filha desacordada. Diante da gravidade da situação, Edvaldo e Souza Costa agiram rapidamente, iniciando os procedimentos de primeiros socorros ainda no local.

 

Após cerca de cinco minutos de manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), os policiais conseguiram reverter o quadro da criança, que voltou a apresentar sinais vitais. Em seguida, Maitê foi encaminhada para atendimento médico, onde recebeu os cuidados necessários.

 

A homenagem foi conduzida pelo comandante do 21º BPM, tenente-coronel Brum, que destacou o profissionalismo, a coragem e o preparo técnico dos militares, ressaltando que a atuação da dupla foi decisiva para salvar a vida da menina.

 

A cerimônia foi marcada por forte emoção e contou com a presença dos familiares da pequena Maitê, que fizeram questão de participar da solenidade para agradecer pessoalmente aos policiais pela rápida intervenção que deu à criança uma nova oportunidade de viver.

 

Para quem conhece a trajetória de Amigo Vaval, a homenagem representa o reconhecimento de uma história de dedicação ao próximo. Além de vestir a farda da Polícia Militar com compromisso e responsabilidade, Edvaldo  tornou-se uma referência na Baixada Fluminense pelo trabalho social que desenvolve, sempre levando solidariedade, esperança e apoio às famílias que mais precisam.

 

O reconhecimento prestado pelo 21º BPM reforça que a missão da Polícia Militar vai além do combate ao crime: é também proteger, servir e, acima de tudo, preservar vidas. A atuação do cabo Edvaldo , o Amigo Vaval, e do soldado Souza Costa é um exemplo de que a vocação policial se traduz em coragem, humanidade e compromisso com a sociedade.

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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Cultura

Anestia JÁ.

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A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

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