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Dono da Silicon Minds, Roberto Castello Branco se consolida no ramo de reputação online

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Há 35 anos criando e desenvolvendo campanhas para grandes empresas sediadas no Brasil e cuidando da reputação online de corporações e personalidades, Roberto Castello Branco possui uma relevante trajetória no marketing.
Não à toa, o marketeiro acumula uma carteira impactante de clientes em sua jornada, que incluem as gigantes Coca-Cola, Bob’s, LOreal, Shell, Souza Cruz, Johnson & Johnson, além de empresas do ramo do cinema, entre outras, uma pequena amostra das corporações que conquistou ao longo anos.
Para construir essa história de sucesso, Castello Branco precisou se dedicar fortemente ao trabalho e ao estudo de alguns conceitos importantes para a sua área, como, por exemplo, o marketing promocional.
Devido ao que o empresário chama de um “cansaço cívico do Brasil”, pela falta de segurança e outras questões, e movido por uma vontade de conhecer mercados diferentes, ele então se muda para Miami, nos Estados Unidos, onde comanda uma equipe diversificada, que envolve pessoas de seis nacionalidades diferentes, o que gera múltiplos resultados.
Sobre o sucesso da empresa, Roberto revela que o seu segredo é manter uma  “visão criativa com resultados e marketing de alta qualidade”.
Além disso, o marketeiro agrega a esse segredo muito talento, ousadia e investimentos que o levaram a consolidar sua marca na América Latina. Com sua inquietação em ir mais além, Castello Branco inclui em seu currículo a realização de diversos eventos, feiras e congressos corporativos.
Se utilizando da estratégia mais antiga no universo corporativo, a “boca a boca”, Castello Branco ficou conhecido e se consolidou no ramo da proteção de reputação online, o que fez com que a Silicon Minds surgisse.
Baseada nos três pilares “segurança, sigilo e proteção”, a empresa, sediada nos EUA, trabalha com a construção da melhor reputação online possível para os seus clientes e, com alcance de 100% de sucesso, possui uma equipe de colaboradores altamente capacitada e utiliza tecnologia de ponta para blindar efeitos negativos gerados pela internet na imagem de pessoas físicas e jurídicas.
A Silicon Minds atua com o afastamento de links negativos, garantia da relevância de assuntos positivos e blindagem digital de assuntos negativos futuros  dos seus mais de 280 clientes já alcançados, com mais de 535 projetos desenvolvidos
O interessante é que, apesar de estar presente nos Estados Unidos, 60% do público da Silicon Minds é brasileiro, o que comprova a “tropicalização” dos valores cobrados pela empresa, como explica o empresário.
Questões nocivas, como fake news, ataques de ódio, concorrentes, consumidores desleais, acusações infundadas, material audiovisual desabonadores, acontecimentos negativos do passado, escândalos de cunho pessoal e profissional são cuidadas pela empresa, que monitora diariamente esses fatores para garantir 100% de proteção.
Roberto explica, em entrevista, que mais de 80% das empresas e personalidades monitoradas pela Silicon Minds decidem prolongar seus contratos. Esse resultado positivo só é possível, no entanto, com estratégia e tempo, e, por esse motivo, geralmente os contratos têm duração de 12 meses.
O empresário alerta, ainda, que a presença negativa no meio digital influencia de forma direta nos resultados dos negócios de profissionais de diversas áreas, como médicos, advogados, influenciadores, celebridades, esportistas, bilionários e pessoas jurídicas, público que geralmente busca os serviços da empresa.
Em 2022, a grande novidade que a Silicon Minds traz é a implementação de uma tecnologia que visa combater o ataque de hackers, que utilizam o vírus ransomware para roubar dados confidenciais de grandes corporações, com objetivo de “cobrar resgate” pela devolução destes aos seus donos.
O dono da Silicon evidencia que esse tipo de atividade criminosa atinge aproximadamente 90% das empresas do Brasil, apesar desses números não serem abertamente divulgados, e que ela já é considerada como o possível motim de uma terceira guerra mundial, que, desta vez, seria digital.
“Não negociamos com hackers”, avisa o empresário, que conta utilizar em sua empresa uma tecnologia especializada em resgatar essas informações criptografadas pelos hackers, para que estas voltem a ser confidenciais novamente.
Além do trabalho gigante que Castello Branco desenvolve no marketing, e com todas as novidades constantes no seu negócio, o marketeiro encontra espaço para se dedicar às causas sociais.
Uma delas é o SOS EB Kids, projeto que cuida de crianças com Epidermólise Bolhosa, uma doença rara que gera a formação de bolhas na pele proveniente de atritos ou traumas mínimos, ação esta que Roberto faz questão de divulgar.
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Cultura

Anestia JÁ.

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A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

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Criação de lojas online e sites é com a Mox Mídia.

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Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.

Na Mox Mídia, toda a nossa inteligência tecnológica é voltada a desenvolver produtos ou sistemas para suprir a necessidade dos nossos clientes. Criar um website ou um sistema de gestão requer muito mais do que uma ideia ou uma equipe de programadores. Requer um time que analise os seus processos, entenda suas necessidades e construa uma solução definitiva para o seu problema.

Um website precisa ter um conteúdo único, explicativo, vendedor e bem escrito. Mas não podemos esquecer de manter a estrutura perfeito para buscadores. Este é o segundo fator mais importante para o sucesso da sua empresa no Google.

Nossa preocupação é construir uma base sólida para humanos e para a máquina, seguindo uma semântica ideal para indexar o seu site e trazer bons resultados orgânicos.

CONTATO:

Site:https://moxmidia.com.br/
E-mail: moxmidia@moxmidia.com.br
Telefone/ Whatsapp: (41) 9 9735-5599

 

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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