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Negócios

Mês da felicidade tem lançamento de livro e Summit com apoio da Le plus eventos

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Para Natalie Acera, Chief Happiness Officer e CEO do Grupo Plus Stands, eventos mostram importância cada vez maior do tema no mundo atual
No mês de março, mais precisamente no dia 20, é comemorado o Dia Mundial da Felicidade, data instituída pela ONU para dar foco ao tema, considerando a felicidade como um marcador econômico e base do desenvolvimento humano sustentável. A Felicidade também é pilar de um livro a ser lançado no mesmo dia 20. e de um Summit, que acontece no dia 26 de março, em São Paulo, voltado ao assunto. Ambos os eventos contam com o apoio – co-patrocínio e colaboração – da Le plus eventos, empresa do  Grupo Plus Stands.

Segundo Natalie Acera, Chief Happiness Officer e CEO do Grupo Plus Stand, a Le Plus Eventos foi a primeira empresa do grupo. “Trata-se de uma agência focada em atender eventos corporativos dedicados à marca. Muitas empresas que participam de feiras de negócios usam esses eventos de forma estratégica”, conta.

O lançamento do livro “Felicidade se aprende: Lições dos Especialistas em Felicidade no Trabalho (e na Vida!)”” se dará em São Paulo e, na sequência, no Rio de Janeiro e em Salvador, e se trata do primeiro livro mundial escrito por Chief Happiness Officers, tal como Natalie, que também é co-autora da obra.

Ela explica que o livro de Sandra Teschner, figura de destaque na felicidade corporativa e autora renomada, está destinado a revolucionar a abordagem do bem-estar. “Este livro inovador oferece uma abordagem multifacetada, reunindo 23 coautores, incluindo advogados, médicos, artistas, gestores de RH, entre outros – todos treinados como Felicitadores e Chief Happiness Officers pelo Instituto Happiness do Brasil e pela Must University Florida. O lançamento é apoiado pela Le plus eventos com muito orgulho”, conta.

Já no dia 26 ocorrerá o Happiness Brasil Summit, um primeiro evento voltado ao tema da Ciência da Felicidade no País. “O evento contará com experiências multi sensoriais, dinâmicas, palestras, talks, apresentação de pesquisas inéditas em parceria com a universidade de Antuérpia da Bélgica e divulgação do relatório mundial da felicidade 2024”, conta Natalie.

Ela ressalta que a Le plus eventos também atua como apoiadora do Summit, trazendo ao evento um de seus mais conhecidos clientes, o Café Santa Monica. “Pensando em linkar a estratégia do café à bebida da felicidade, a parceria com o Café Santa Monica oferecerá cafés premiados, drinks exóticos com café e mais uma grande variedade de sabores com os produtos da marca. Tudo isso em uma ação conjunta pensada entre a marca e a Le Plus Eventos.

De acordo com Natalie, o relatório mundial da felicidade, que será divulgado no Summit, usa dados de seis variáveis para elaborar o ranking anual de Felicidade: PIB per capita, apoio social, expectativa de vida saudável, liberdade, generosidade e corrupção. “É um marcador relevante lançado anualmente pela ONU que traça um relatório de bem-estar em quase todos os países do mundo, trazendo informações pertinentes para melhor atuação, nas mais diversas áreas, a partir da percepção de bem-estar das pessoas”, afirma a Chief Happiness Officer.

Entre os palestrantes convidados do Happiness Brasil Summit estarão nomes como Jim Lippens, da Bélgica, CEO da 7.Generations e criador da maior conferência de Happiness at Work do mundo; Monica Salgado, jornalista e influenciadora digital; Jessy Borg, paratleta amputada de todos os membros, palestrante e Chief Happiness Officer; e muitos outros.

Mais informações:

Lançamento do livro “Felicidade se aprende”

20/03 – São Paulo – Livraria da Vila: Alameda Lorena, 1501, Jardim Paulista – às 18h

23/03 – Rio de Janeiro –  Livraria Argumento: Rua Dias Ferreira, 417, Leblon – às 18h

16/04 – Salvador – Livraria LDM – Shopping Paseo Itaigara – Itaigara – às 18h

Leitura do livro no RJ

24/03 – Vogue Gallery – Shopping Vogue Square – às 15h

Happiness Brasil Summit

26/03 – Octavio House Faria Lima – das 14h às 19h30

Mais informações:- https://www.sympla.com.br/evento/happiness-brasil-summit-instituto-happiness-do-brasil/2347089

Sobre o Grupo Plus Stands

O Grupo Plus Stands, muito além de uma montadora de Stands, gera soluções inovadoras para feiras de negócios, proporcionando ao expositor tudo o que precisa no formato 360º , sem necessitar de outros fornecedores no stand. Com 12 anos de expertise, a marca sabe o que o expositor busca: soluções práticas que visam facilitar a exposição de sua marca, produtos ou serviços, sem preocupações burocráticas.

Para mais informações, acesse o site grupoplusstands.com.br ou o instagram.com/plusstands.

Sobre Natalie Acera

Natalie Acera é uma eterna produtora de eventos, no qual, hoje lidera como CEO de seu grupo de empresas dedicadas a organizar e promover feiras de negócios e eventos corporativos. Entusiasta nata, mãe do pequeno Pedro Andrés, que é o principal fio condutor de sua felicidade, é imparável e dedicada na missão de transformar as pessoas que passam por suas empresas.

Chief Happiness Officer certificada, Natalie segue os passos de seu pai desde os 12 anos, que também atua no mercado de feiras de negócios lidando diretamente com pessoas.

Para mais informações, acesse o instagram.com/natyacera.

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Celebridades

Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.

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O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.

Origem e Crescimento

O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.

Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.

Base de Apoio

Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.

Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.

Críticas e Controvérsias

O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.

Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.

Perspectivas Futuras

Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.

O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.

Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.

 

 

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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Cultura

Anestia JÁ.

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A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

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