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Cultura

Greenpeace Brasil organiza mostra que retrata 20 anos da luta indígena

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(Foto de capa: Tuane Fernandes)

  • Exposição com curadoria do Greenpeace Brasil já está aberta ao público, no Complexo Funarte, em Brasília; são 45 imagens de 13 fotógrafos que acompanharam as duas décadas do Acampamento Terra Livre em Brasília
  • O público poderá participar do abaixo-assinado online contra a inviabilização da vida dos povos originários

Registros fotográficos e históricos dos 20 anos  da maior mobilização dos povos indígenas da América Latina, o Acampamento Terra Livre (ATL), já estão sendo apresentados, no Complexo da Funarte. Com curadoria do Greenpeace Brasil, a exposição fotográfica pode ser conferida gratuitamente, até sexta-feira (26).

Sob o tema “Nosso Marco é Ancestral: sempre estivemos aqui”, a mostra sobre os 20 Anos do Acampamento Terra Livre reúne 45 imagens ampliadas (53 cm x 80 cm) e expostas em um corredor imersivo com quase 25 metros de extensão. São imagens produzidas por 13 fotógrafos, entre eles profissionais que colaboram com o Greenpeace Brasil ao longo dessas duas décadas, (confira relação completa abaixo), fotojornalistas do portal Mídia Ninja e do ativista Egon Heck, assessor do secretariado do Conselho Indigenista Missionário (CIMI). Heck é ex-padre e ativista da causa indígena há mais de 50 anos.

Durante a mostra, o público poderá deixar mensagens em um painel

Foto: Rafael Vilela (Mídia Ninja)

De acordo com Carolina Pasquali, diretora-executiva do Greenpeace Brasil, “a exposição mostra como o Acampamento Terra Livre (ATL) é uma celebração cultural potente e diversa, além de ser uma importantíssima manifestação da democracia brasileira. Nessas 45 fotos, vemos, por exemplo, vários momentos históricos do país, como a luta dos povos indígenas pela homologação da TI Raposa Serra do Sol, no ATL 2004, e pela proteção do rio Xingu, no ATL de 2006, passando pelos anos violentos do governo Bolsonaro e até pela pandemia do coronavírus. É uma exposição linda, para aprender e relembrar, mas também para inspirar um olhar para o futuro e para os muitos desafios que ainda existem em nosso país”.”.

Foto: Cimi Jarno

Além das fotografias, a exposição apresenta artesanatos, descritivos e um QR Code para acessar o abaixo-assinado, uma iniciativa contra a tese do Marco Temporal que limita e ataca os direitos à terra pelos povos originários

Confira os fotógrafos da exposição:

  • Egon Heck
  • Victor Bravo
  • Tuane Fernandes
  • Fernanda Ligabue
  • Rogério Assis
  • Cristian Braga
  • Valentina Ricardo
  • Adriano Machado
  • Diego Baravelli
  • Rafael Vilela
  • Matheus Alves
  • Gian Martins
  • Oliver Kornblihtt

SERVIÇO

Exposição 20 anos ATL

Data: 24 a 26.04.2024

Horário: 10 às 19h

Local: Complexo da Funarte, Brasília

Gratuito

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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Celebridades

Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.

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O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.

Origem e Crescimento

O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.

Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.

Base de Apoio

Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.

Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.

Críticas e Controvérsias

O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.

Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.

Perspectivas Futuras

Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.

O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.

Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.

 

 

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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