Negócios
Aventura Teatros tem mais de 90% de liderança feminina
Todas as gerentes da Aventura são mulheres, o que proporciona um ambiente de empoderamento e aprendizado a todos os integrantes da empresa
O mês de março é marcado por iniciativas, pesquisas e visibilidade sobre os espaços que as mulheres podem e querem alcançar. De acordo com uma pesquisa da Grant Thornton, empresa global de consultoria, no mundo as mulheres ocupam 33,5% dos cargos de liderança (2024), um aumento de 1,1% em relação ao ano anterior. Já no Brasil, as mulheres estão em 39,1% das posições de cargo de liderança (fonte: IBGE/2023 e Confederação Nacional da Indústria).
A Aventura Teatros, produtora teatral referência em produção de musicais e grandes espetáculos nacionais e internacionais, como “Mama Mia”, “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, entre tantos outros, é, também, referência em cultura organizacional que valoriza as lideranças femininas.
Aniela Jordan e Luiz Calainho fundaram a Aventura Teatros há 15 anos e, hoje, contam com 108 colaboradores, sendo 69 mulheres. Calainho é o único líder masculino da produtora e afirma ter orgulho por estar rodeado de mulheres geniais. “Aqui, nós temos a premissa da igualdade de oportunidades e um ambiente de trabalho acolhedor. É uma honra ter tantas mulheres geniais ao meu lado, a exemplo da minha sócia, Aniela Jordan, e a Júlia Torres, que se destaca por uma liderança eficaz e paixão pela cultura”.

Julia Torres é a mais recente promoção que foi realizada na Aventura Teatros. Na empresa desde 2014, quando começou sua carreira cultural, Júlia foi de analista plena até a gerência de Marketing e, hoje, está no cargo de Diretora. Nascida e criada na capital fluminense, trabalhou por 16 anos na área comercial e de marketing na indústria da moda até se encontrar profissionalmente na produtora teatral, onde sentiu identificação com os princípios de igualdade e missões da Aventura.
Com formação em Comunicação pela ETC RJ, branding pela COPEAD – UFRJ (Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Gestão de Equipe e Comercial pelo Friedman, a executiva contabiliza uma trajetória profissional inspiradora e é responsável por sucessos de bilheteria como Mamma Mia, Elis a Musical – especial 10 anos e A Noviça Rebelde. Neste novo desafio, a executiva passa a liderar 18 pessoas diretamente e 43 indiretamente em gestão presencial, além de comandar 16 agências de comunicação que atendem à Aventura.
Para Aniela, a nova diretora exerceu um papel fundamental na inauguração dos Teatros Riachuelo, Prudential e da Ecovilla Ri Happy fortalecendo o compromisso da empresa em proporcionar experiências culturais memoráveis. “Nós temos, atualmente, 108 colaboradores, sendo 69 mulheres neste quadro. Temos apenas um homem na liderança, que é o Luiz [Calainho]. São números que nos orgulham bastante”, comentou.
Julia Torres afirma que o principal objetivo da nova posição é implantar um gerenciamento eficiente do tempo, tanto para seu desenvolvimento contínuo, quanto para garantir o crescimento interno, proporcionando oportunidades para que sua equipe se desenvolva junto com a empresa. “A vida pessoal da minha equipe é muito importante para mim, quero vê-los felizes dentro da Aventura e fora de lá. A grande maioria é jovem e tem sonhos a realizar. Sabemos que momentos bons melhoram a vida dos colaboradores e, consequentemente, sua missão dentro da empresa. Para mim, uma gestão humanizada deve ser assim”.
Todas as gerentes da Aventura são mulheres, o que proporciona um ambiente de empoderamento e aprendizado a todos os integrantes da empresa. A executiva conta com um time diversificado em gerações, com colaboradoras de 19 anos, coordenadoras de 25 a 46 anos, e gestoras de 30 a 66 anos. “Olhar para uma mesa de reunião de direção, gestão e coordenação da Aventura e ver que a presença feminina é de 99,9%, com todas as gerações na mesa, é gratificante”, finalizou.
Sobre a Aventura
Há mais de 15 anos, a Aventura é referência em produção de conteúdo de altíssima qualidade, construindo uma trajetória que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. Assina renomados espetáculos nacionais e internacionais, como ‘Mamma Mia!’, ‘Elis, A Musical’, ‘A Noviça Rebelde’, ‘Chacrinha, O Musical’ e muitos outros que trazem grande público aos teatros. Teatro Riachuelo, Teatro Adolpho Bloch (Teatro Prudential 2023) e Ecovilla Ri Happy.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Celebridades
Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.
O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.
Origem e Crescimento
O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.
Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.
Base de Apoio
Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.
Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.
Críticas e Controvérsias
O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.
Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.
Perspectivas Futuras
Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.
O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.
Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

