Conecte-se Conosco

Negócios

Carro por assinatura custa até R$ 30 mil a menos que financiamento para motoristas de App

Publicado

em

Solução híbrida que possibilita alugar com opção de compra, Carflip Driver tem custos menores e oferece cashback de 25%, caso o profissional decida ficar com o carro ao fim do contrato

Para trabalhar como motorista de aplicativo não basta ter qualquer carro, pois o veículo precisa atender às especificações da empresa gestora do app. E a melhor forma de se manter dentro dos padrões exigidos não é por meio de compra, e sim através da locação de automóveis. Segundo simulação da Carflip, que acaba de lançar um produto voltado a este segmento, o Carflip Driver, o aluguel por assinatura pode custar até R$ 30 mil a menos do que o financiamento.

A simulação comparativa entre Locação e Compra por financiamento considera um Volkswagen Voyage, com motor 1.0, fabricado em 2023, 20 mil Km rodados, no valor de R$ 60.390. No cenário de compra, foi considerado o prazo de 24 meses com 30% de entrada (R$ 18.110,70) e parcelas mensais de R$ 2.241,59.

Colocando no papel os gastos com IPVA, seguro, manutenção, depreciação, entre outros, após dois anos, o proprietário teria gasto R$ 116.632,14. No final do período de dois anos, com o financiamento quitado, o veículo poderia ser vendido por aproximadamente R$ 47.281 (considerando a depreciação do período), ou seja, mesmo com a venda do veículo ao final de 24 meses quem opta pela compra financiada acaba gastando R$ 69.341,14 para ter e manter o veículo.

Na locação, para começar, é necessária uma entrada bem menor de R$ 3.018,45 e o motorista assume parcelas mensais de R$ 2.152,88. No entanto, o motorista fica livre do IPVA, do seguro, da manutenção e não existe depreciação já que todos estes serviços e custos estão na parcela de locação. O dinheiro da diferença do valor de entrada pode ser aplicado em algum investimento como poupança ou CDB. Ao final dos dois anos, caso haja interesse em adquirir o veículo, o sistema de CashBack proporciona um desconto de 25% – neste caso, R$ 13.671,89. Ou seja, no fim a economia é de R$ 28.938,43, em comparação com a compra financiada (simulação detalhada no final do texto).

“O custo mensal que o financiamento acaba gerando é tão grande que consome boa parte dos ganhos obtidos com o trabalho diário, pois a responsabilidade é toda do proprietário. Na locação, esses custos e dores de cabeça são de responsabilidade da locadora e já estão embutidos no valor. Assim, quem trabalha dirigindo fica com mais dinheiro no bolso mensalmente”, afirma J.R. Caporal, CEO da Carflip.
De acordo com a empresa, os carros disponíveis no sistema do Carflip Driver podem ser 0 km ou ter até dois anos de uso com no máximo 25 mil km rodados. Os planos permitem contratos de locação entre 12 e 36 meses e franquia de 6 mil km/mês com todos os serviços inclusos.

“Praticidade e custo menor são dois grandes atrativos do Carflip Driver. É tão vantajoso que acreditamos que o produto terá boa aceitação dentro do segmento, ainda mais nesse momento em que a economia parece estar em processo de reaquecimento”, diz Caporal.

Continue lendo

Celebridades

Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.

Publicado

em

De

O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.

Origem e Crescimento

O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.

Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.

Base de Apoio

Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.

Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.

Críticas e Controvérsias

O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.

Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.

Perspectivas Futuras

Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.

O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.

Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.

 

 

Continue lendo

Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

Publicado

em

De

Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

Continue lendo

Cultura

Anestia JÁ.

Publicado

em

De

A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

Continue lendo

Destaque