Cultura
Cineasta Amanda Lopes ministra curso sobre a pioneira do cinema de ficção Alice Guy
Curso começa no dia 3 de junho e acontece de forma online
A cineasta e professora Amanda Lopes está oferecendo um curso aprofundado sobre a pioneira do cinema, Alice Guy, e o início do cinema mundial. Alice Guy foi a primeira cineasta e roteirista de filmes ficcionais, sendo vista como uma verdadeira visionária. Contrariando o que muitos acreditam, foi uma mulher quem dirigiu a primeira ficção do mundo. Durante sua carreira de vinte anos, Alice dirigiu mais de mil filmes, administrou seu próprio estúdio e inspirou inúmeros artistas.
O curso “Formação sobre Alice Guy e o Primeiro Cinema” é voltado para todos que se interessam por cinema. Durante o curso, será abordada a vida e a carreira de Alice Guy, passando por seu papel como a primeira mulher na história do cinema a ser chefe ou diretora de um estúdio de gravação.
O conteúdo também inclui a análise de documentários sobre Guy, além de discussões sobre os personagens femininos em seus filmes, o final de sua carreira e seu reconhecimento negado no mundo do cinema.
“As contribuições de Alice Guy para o cinema são imensuráveis e, infelizmente, pouco reconhecidas. Este curso é uma oportunidade para resgatar e celebrar a sua história e legado, inspirando uma nova geração de cineastas e amantes da sétima arte,” comenta Amanda Lopes.
O curso oferece cotas de patrocínio para empresas interessadas em oferecer a vaga para alunos de baixa renda.
Sobre Amanda Lopes
Amanda Lopes possui uma vasta experiência e formação acadêmica. Ela é doutoranda em Comunicação Audiovisual pela Universidade Anhembi Morumbi e defendeu a dissertação de mestrado intitulada “UM PROCESSO DE EXPLORAÇÃO E DESCOBERTA: Do Cinema de Alice Guy à Plataforma de Amanda Lopes”. Com mestrado em Comunicação Audiovisual e bacharelado em Cinema e Audiovisual pela UAM, além de um bacharelado em Administração de Empresas, Amanda combina conhecimento técnico e experiência prática. Desde 2022, Amanda também atua como docente e palestrante no Núcleo de Relações Étnico Raciais e Gênero – NEER, vinculado à COPED – SME – Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Sua experiência inclui formação de professores, com ênfase em cinema, educação, relações étnico-raciais e gênero. Amanda é associada ativa da Sociedade Brasileira de Estudos sobre Cinema e Audiovisual – SOCINE e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – INTERCOM desde 2019.
Serviço
Formação: Desvende a História por Trás do Cinema com Alice Guy!
Professora: Amanda Lopes.
Plataforma online: via Google Meet.
Turma 01: dias 03, 10, 17 e 24 de junho e 01, 08, 15, 22 e 29 de julho (segundas-feiras), das 20h às 22h.
Turma 02: dias 08, 15, 22 e 29 de junho e 06, 13, 20 e 27 de julho (sábados), das 20h às 22h.
O curso confeccionará certificado de participação.
Valor: R$ 60,00.
Inscrições: https://mulheresaudiovisual.com.br/produto/formacao-sobre-alice-guy/
Certificação: O curso confeccionará certificado de participação.
Patrocínio: Empresas podem adquirir cotas de patrocínio para vagas gratuitas destinadas a alunos de baixa renda.
Cota de 10 vagas: R$ 600,00. Anúncio de 600x600px no site https://mulheresaudiovisual.com.br pelo período de 60 dias.
Cota de 20 vagas: R$ 1.200,00. Anúncio de 1200x1200px no site https://mulheresaudiovisual.com.br pelo período de 60 dias.
Celebridades
Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.
O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.
Origem e Crescimento
O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.
Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.
Base de Apoio
Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.
Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.
Críticas e Controvérsias
O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.
Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.
Perspectivas Futuras
Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.
O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.
Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza

