Conecte-se Conosco

Política

Conheça Francisco Raposo Jr, Candidato a deputado federal , em Rondônia

Conheça Francisco Raposo Jr, Candidato a deputado federal , em Rondônia

Publicado

em

Quem é
Francisco
Raposo Jr.?

Muito prazer, sou Francisco Raposo Júnior, 32 anos, filho de Rondônia. Meus pais, Francisco Raposo e Dalila Raposo, junto com meu tio Márcio Raposo, dedicaram parte da vida trabalhando pelo fomento da economia estadual, por meio do Grupo Novalar, empresa familiar, instalada em Rondônia há mais de 45 anos, da qual me orgulho em fazer parte.

Aos 20 anos, com apoio dos meus pais, comecei a empreender e inaugurei os hotéis Catuaí, localizados em Cacoal e Jaru.

Muitas pessoas me perguntam por que entrar na vida pública, e a resposta é sempre a mesma – esse desejo me acompanha desde a adolescência, sempre tive inclinação para a política e incentivo dos meus pais, mas foi a partir de 2015, quando me casei com a Karine Cassol, filha do candidato a governo do estado Ivo Cassol, com a qual tenho duas filhas, que passei a ter a política mais presente na minha vida.

Em 2018, me candidatei ao cargo de Deputado Estadual pelo (PP), conquistando mais de 8 mil votos e aumentando a vontade de contribuir com o desenvolvimento do estado.

Agora em 2022, a convite do meu sogro, Ivo Cassol, aceitei o desafio de trabalhar em prol de melhorias para o estado e quero me apresentar para você como candidato a Deputado Federal, pelo Partido Progressistas (PP). Faço parte da nova geração da política brasileira, um candidato jovem, mas atento aos assuntos atuais e que realmente suprirão as necessidades dos rondonienses.

Hoje mais experiente, estou preparado para assumir a responsabilidade de ser o seu representante na Câmara dos Deputados e assumo o compromisso de sempre lutar pelo desenvolvimento do nosso estado.

Fonte : Coluna Higor Garcia

Continue lendo
Clique para comentar

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Secretário Luiz Martins recebe Medalha Tiradentes em sessão solene no Palácio Tiradentes

Publicado

em

De


O secretário de Trabalho e Renda do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Martins, foi homenageado com a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria concedida pelo Legislativo fluminense.

A entrega ocorreu durante sessão solene no Plenário do Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.


A homenagem foi proposta pelos deputados estaduais Daniel Martins e Rodrigo Pires Amorim. Em um dos momentos mais marcantes da cerimônia, Luiz Martins recebeu a medalha das mãos do próprio filho, o deputado Daniel Martins, tornando a solenidade ainda mais simbólica e emocionante.


Ao agradecer a honraria, o secretário destacou que o reconhecimento não representa apenas uma conquista pessoal, mas o resultado de uma trajetória construída com compromisso público. Segundo ele, a medalha simboliza anos de dedicação à educação pública, ao esporte, à saúde, à defesa dos idosos e a diversas pautas defendidas ao longo de sua vida pública.


“Essa medalha aumenta ainda mais a minha responsabilidade. Honrarias passam, mas o legado construído com trabalho, dedicação e compromisso com o povo é o que realmente permanece. Seguimos firmes pelo Rio de Janeiro”, declarou.


A cerimônia contou com a presença do secretário da Casa Civil, Nicola Miccione; da deputada estadual Sarah; do deputado federal Luciano Vieira; do deputado estadual Alexandre Knoploch; além do advogado José Nilson Rodrigues, familiares e demais autoridades.


Luiz Martins também fez um agradecimento especial à família, ressaltando o apoio constante ao longo de sua caminhada pública.


A Medalha Tiradentes é concedida a personalidades que prestam relevantes serviços ao Estado do Rio de Janeiro, reconhecendo contribuições significativas para o desenvolvimento social, político e econômico fluminense.

Continue lendo

Cultura

Anestia JÁ.

Publicado

em

De

A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

Continue lendo

Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

Publicado

em

De

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

Continue lendo

Destaque