Cultura
Documentário sobre geração de renda e conservação da floresta no Médio Xingu da Synergia Socioambiental é destaque na Semana do Meio Ambiente do Museu do Amanhã
- O público poderá acompanhar o filme premiado internacionalmente gratuitamente no dia 06 de junho, às 14h, no Museu do Manhã;
- O documentário também estará disponível gratuitamente no canal oficial da Synergia no Youtube
Nesta quinta-feira (6), às 14h, o documentário o documentário “A floresta que você não vê – Narrativas do Médio Xingu”, uma coprodução entre a Synergia Socioambiental e Dot Films, com apoio do ICMBio, será um dos destaques da SEMEIA – Semana do Meio Ambiente do Museu do Amanhã, um evento gratuito onde os visitantes participarão de debates, shows, oficinas, exibição de filmes e ativações artísticas com temas voltados a preservação do meio ambiente, da água, saberes tradicionais, soberania alimentar, direito à informação e cooperação para a sustentabilidade. A SEMEIA acontece até o dia 11 de junho no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

O filme que enlaça as histórias de luta e resistência de pessoas que enfrentam desafios para gerar renda e manter a floresta amazônica em pé também será exibido na sexta-feira, na 13ª Mostra Ecofalante de Cinema, realizada no Cine Artes UFF, a partir das 18h. Na ocasião, o público poderá participar de um bate-papo com o diretor Andy Costa e o gerente de comunicação e marketing, da Synergia Socioambiental, Alexandre Pessôa. Os interessados também poderão assistir ao documentário pelo canal oficial da Synergia Socioambiental no Yotube, no link https://www.youtube.com/@Synergiasocioambiental/featured.
O gerente de comunicação e marketing da Synergia, Alexandre Pessôa, conta que a ideia de produzir um documentário surgiu logo quando perceberam a riqueza dos depoimentos e histórias das pessoas que estavam envolvidas no projeto.
“Quando vimos as primeiras imagens e depoimentos, percebemos que tínhamos um material com potencial gigantesco para produzir um documentário. O resultado nos enche de orgulho, pois a Synergia não é uma produtora de filmes e, sim, uma empresa que está na Amazônia há mais de dez anos desenvolvendo projetos socioambientais. Já sabíamos que a temática envolvendo a Amazônia desperta interesse mundial, no entanto, não esperávamos tanta receptividade e convites para exibir o filme”, afirma Alexandre.

O Projeto Redes do Médio Xingu, foi pensado e vem sendo desenvolvido para ajudar na conservação do meio ambiente e na geração de renda de pessoas que vivem em áreas com forte pressão de desmatamento no estado do Pará, como as populações ribeirinhas da Estação Ecológica Terra do Meio e de Uruará, nas proximidades de Altamira.

Desenvolvido pela Synergia Socioambiental, o projeto atua em três frentes: no apoio à cadeia produtiva do cacau, que impacta positivamente na geração de renda das famílias da Estação Ecológica Terra do Meio, no apoio à Rede Terra do Meio, promovendo uma estrutura comercial para atender a população local e apoiando à Associação Agroextrativista Sementes da Floresta (AASFLOR), que fica em Uruará.
Do Norte do Brasil para o mundo
O documentário estreou no dia 5 de setembro de 2023, Dia da Amazônia, e recebeu o título de semifinalista no Angeles Documentaries (EUA), na categoria de curtas documentais, e semifinalista no São Paulo Film Festival 2023 (BRASIL).
O filme também foi selecionado para concorrer ao Lisboa Indie Film Festival (PORTUGAL), ao Outer Banks Environmental Film Festival (EUA), ao All That Moves International Film Festival 2024 (BRASIL), ao Festival du Film Vert (SUÍÇA) e ao Festival Internacional de Cinema Blue Star (BRASIL).
Além disso, o documentário foi premiado no Sorocaba Film Festival (BRASIL) nas categorias de melhor roteiro de documentário curto, melhor direção de documentário curto, melhor produção de documentário curto e recebeu a menção honrosa para documentário curto. E vencedor no Environment Film & ScerrnPlay Festival (EUA).
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Cultura
Entre Lenda, Memória e Imagem: Documentário Resgata História de Mário Juruna e os Encantos de Barra do Garças
O Projeto é um projeto que faz composição do Circuito Cultural da Empresa Agência Pêssego e Maçã LTDA CNPJ nº: 48.065.526/0001-86, cuja desenvolvedora é gestora do projeto é CARLITA RODRIGUES MACEDO (Sócia Administrativa da Empresa), o Livro documental desta Temporada traz por Título: Mario Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), uma Homenagem da Tribo Xavante da Cidade do Mato Grosso UF: MT com Mini – Biografia de Barra do Garças, contada pelo Morador Histórico “Antônio Orlando da Silva “. Além do Livro será apresentado Videoclipe com imagens Fotográficas de Mirante de Cristo, Discoporto e Serra do Roncador.
Entre paisagens emblemáticas e narrativas que atravessam gerações, um novo projeto audiovisual propõe mergulhar na memória cultural de Barra do Garças, em Mato Grosso. O documentário Pão da Nova Geração une videoclipe e livro documental para revisitar pontos turísticos como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, enquanto resgata uma das lendas mais contadas pela tradição oral local: o controverso e simbólico casamento de Mário Juruna com a índia Xavante Janaina Calunga. A obra apresenta o relato transmitido por moradores históricos, revelando como mito, identidade indígena e memória popular se entrelaçam na construção da história da cidade.
O projeto Pão da Nova Geração propõe a produção de um videoclipe e a criação de um livro documental que unem memória histórica, tradição oral e valorização dos pontos turísticos da cidade de Barra do Garças, no estado de Mato Grosso. As gravações e registros visuais contemplam cenários emblemáticos do município, como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, locais que carregam forte simbolismo cultural, turístico e místico para a região.
A obra documental se debruça sobre uma das lendas mais conhecidas e controversas da história oral local: o suposto casamento de Mário Juruna com uma índia da etnia Xavante. Segundo a narrativa popular, amplamente contada por moradores antigos, Mário Juruna teria se unido à indígena Janaina Calunga. O relato afirma que Janaina Calunga ganhou notoriedade dentro da comunidade como uma grande empresária, fato que reforça sua importância social e econômica no imaginário coletivo da época.
Ainda de acordo com a lenda, apesar de Janaina Calunga já ser casada, essa condição não teria impedido uma nova união estável com Mário Juruna, uma vez que, conforme a tradição atribuída à tribo Xavante, não haveria limitações para que um indivíduo casado mantivesse outros matrimônios. Essa característica cultural é apresentada como parte essencial para a compreensão do contexto da relação descrita na narrativa popular.
A história segue relatando que, em determinado momento, Mário Juruna teria desejado sair da relação, considerada frustrada. Diante dessa decisão, Janaina Calunga, descrita na lenda como uma índia brava do Mato, teria se unido a seus aliados e armado uma arapuca contra ele. O desfecho trágico da narrativa aponta que Mário Juruna morreu de pé, acreditando até o fim que Janaina Calunga sempre foi sua ajudadora, protetora e auxiliadora, passando a enxergar todos aqueles que cruzavam seu caminho como perseguidores.
O conteúdo integra o livro documental intitulado Mário Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), que também se apresenta como uma mini-biografia de Barra do Garças. A história é contada a partir do olhar e da memória de um morador histórico da cidade, Antônio Orlando da Silva, cuja narrativa contribui para a preservação da identidade cultural e da tradição oral do município.
O projeto tem como objetivo registrar, valorizar e difundir histórias que fazem parte do imaginário popular, conectando passado e presente por meio do audiovisual e da literatura documental. A iniciativa reforça a importância de preservar relatos históricos e lendas regionais como patrimônio imaterial, utilizando a arte e a comunicação como instrumentos de memória e identidade cultural.


