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Negócios

É preciso investir no empreendedorismo feminino

Publicado

em

*Por Leonardo Rizzo

O empreendedorismo feminino em Goiás, e particularmente em Goiânia, reflete uma tendência nacional de crescente participação feminina nos negócios, onde as mulheres constituíam 34,4% dos empreendedores no Brasil até o terceiro trimestre de 2022. Essa estatística ressalta a importância do fortalecimento do empreendedorismo feminino, especialmente na região da 44, que se destaca como um centro vital de atividade econômica liderada por mulheres em Goiânia, simbolizando não apenas o progresso econômico, mas também o empoderamento feminino na esfera empresarial. 

A região da 44, conhecida por seu dinamismo comercial e sua importância no setor têxtil, é um reflexo do espírito empreendedor das mulheres goianienses. Representando 80% dos empreendimentos, as mulheres nesta área não apenas contribuem significativamente para a economia local, mas também estabelecem um modelo de sucesso empresarial que inspira outras mulheres a perseguirem seus sonhos de negócios. O cenário é um testemunho do potencial que o empreendedorismo feminino tem para transformar comunidades, criar empregos e fomentar o crescimento econômico.

Na região da 44 em Goiânia, um dinâmico centro comercial dominado pelo setor de moda atacadista, a liderança feminina é notável, com mulheres dirigindo a maioria das empresas. Essa área não só evidencia a capacidade das mulheres de gerar significativa atividade econômica e sustento para suas famílias, mas também destaca o papel do empreendedorismo feminino como motor de desenvolvimento local. O sucesso dessas empresárias sublinha a importância da independência financeira, que é crucial para o progresso social e econômico.

Além disso, pesquisas consistentemente mostram que a independência financeira das mulheres está intrinsecamente ligada à redução da violência contra elas. Mulheres com renda própria possuem mais autonomia, o que contribui para a diminuição de sua vulnerabilidade à violência doméstica e fortalece sua capacidade de tomar decisões livres em suas vidas pessoais e profissionais. Portanto, promover o empreendedorismo feminino não é apenas uma questão de desenvolvimento econômico, mas também um componente crucial na construção de uma sociedade mais justa e segura para as mulheres.

No entanto, apesar dessas conquistas, ainda existem desafios significativos. As empresárias enfrentam barreiras como acesso limitado a financiamentos, falta de redes de apoio e dificuldades em equilibrar as demandas da vida profissional e pessoal. Portanto, é essencial que políticas públicas sejam implementadas para apoiar essas mulheres, proporcionando-lhes as ferramentas necessárias para superar esses obstáculos e aproveitar plenamente suas capacidades empreendedoras.

Na semana das mulheres, devemos reafirmar nosso compromisso em fomentar um ambiente que não apenas reconheça o valor do empreendedorismo feminino, mas que também ativamente contribui para seu crescimento e sustentabilidade. Isso significa investir em programas de capacitação, facilitar o acesso ao crédito e aos mercados, e criar redes de apoio que incentivem a colaboração e o compartilhamento de conhecimentos.

Em conclusão, ao estimular o empreendedorismo feminino, especialmente na região da 44 em Goiânia, estamos não apenas promovendo a igualdade de gênero, mas também estimulando a inovação, aumentando o emprego e melhorando a qualidade de vida. É um investimento no futuro da nossa cidade, garantindo que ela continue a prosperar como um centro de oportunidades para todos.

*Leonardo Rizzo, Empresário e Pré-candidato a Prefeito de Goiânia pelo Partido Novo

 

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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Celebridades

Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.

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O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.

Origem e Crescimento

O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.

Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.

Base de Apoio

Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.

Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.

Críticas e Controvérsias

O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.

Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.

Perspectivas Futuras

Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.

O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.

Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.

 

 

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Cultura

Anestia JÁ.

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A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

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