Música
Elba Ramalho retorna ao palco do Theatro Municipal com a MpbJazz Orquestra
A cantora paraibana Elba Ramalho retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio, no dia 12 de março (terça-feira), às 19h30, com a MPB Jazz Orquestra – que reúne músicos do Theatro Municipal e é regida pelo maestro Renato Coelho. Compositora e multinstrumentista, a artista dará vida ao espetáculo “Elba Ramalho & Orquestra”, interpretando alguns dos sucessos que marcaram sua trajetória de 46 anos, como “De volta para o aconchego” (Dominguinhos e Nando Cordel), “Saudade d’Ocê” (Vital Farias), “Chão de Giz” (Zé Ramalho) e “Meu Amor” (Chico Buarque), que ganham uma releitura mais jazzística.
“Cantar com uma orquestra é sempre uma tremenda responsabilidade, pois tudo é grandioso, é sempre uma experiência muito gratificante e, sendo no Theatro Municipal, aumenta ainda mais a responsabilidade. Sinto-me honrada. O popular encontra o erudito, a música urbana se funde com o jazz: tudo é música”, revela Elba
A artista já teve oportunidade de se apresentar no teatro, um dos mais importantes do Brasil, mas será o primeiro show solo nesse palco, acompanhado da orquestra.
“É muito bom ver esses sucessos ganhando uma nova vida, uma nova cara. Além disso, é maravilhoso dividir o palco com grandes instrumentistas e maestros. É uma orquestra de gente jovem. Eu gosto do desafio”, relatou a cantora.
Orquestra dá nova vida aos regionalismos em arranjos inéditos de canções da MPB
Criada no ano passado pelo saxofonista e regente Renato Coelho, a MPB Jazz Orquestra tem 29 músicos, reconhecidos no cenário musical. Em sua formação, instrumentos típicos das big bands de jazz e naipes de cordas – violinos, violas e violoncelos, que provocam uma verdadeira simbiose de timbres, explorando os limites da música e misturando os sons regionais com o erudito.
O espetáculo ao lado de Elba Ramalho retoma a série de sucesso MPB JAZZ in Concert, que terá em breve também o cantor Ney Matogrosso, quando clássicos de grandes artistas da música popular brasileira ganham arranjos inéditos e inovadores.
As primeiras edições, com João Bosco e Ivan Lins, lotaram o Municipal. No show com Elba, o público carioca poderá contemplar a junção do orquestral, a riqueza sonora das big bands de jazz, com uma fileira de clássicos do forró, que fazem parte da história de vida de grande parte dos brasileiros. A soma desses ingredientes musicais promete ser, mais uma vez, garantia de sucesso. A conferir!
SERVIÇO:
Elba Ramalho in Concert
Data: 12 de março (terça-feira)
Horário: 19h30 (abertura dos portões às 18h30)
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro – Rio de Janeiro
– RJ)
Vendas: https://www.ticket360.com.br/
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Música
Gravadora Esmeralda Music Apresenta: Bolinha Kids – O Novo Grupo Infantil que Vai Encantar as Crianças
A Esmeralda Music, sempre inovando e trazendo qualidade ao cenário musical, tem o prazer de anunciar o lançamento do grupo infantil Bolinha Kids. Com uma mensagem linda e cativante, o grupo promete encantar toda a criançada e tocar os corações de quem ouvir.
As integrantes do grupo, Laura Lavinny, Pérola Franchesca e Yarin Cristal, são três crianças encantadoras que, com muito talento e carisma, dão vida a esta nova proposta musical. A canção, produzida pelos renomados produtores Rafael e Junior Andrade, traz uma mensagem de fé, esperança e fala sobre o valor inestimável do amor de Jesus.
A música do Bolinha Kids já está disponível em todas as plataformas digitais. Além disso, o clipe oficial pode ser assistido na íntegra no YouTube. Não perca a oportunidade de conferir e se emocionar com este lançamento especial:
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