Negócios
Gerdau e SENAI-SP formalizam parceria educacional baseada no conceito de economia circular
Iniciativa ocorre em 61 cidades paulistas e atinge cerca de meio milhão de jovens no estado de São Paulo
Uma iniciativa focada em sustentabilidade e desenvolvida entre a Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, e o SENAI-SP, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo, um dos cinco maiores complexos de educação profissional do mundo e o maior da América Latina, está impactando diretamente meio milhão de jovens no estado de São Paulo, anualmente. O evento, que marca a formalização da parceria e divulgação do projeto, aconteceu no dia 29 de janeiro, no SENAI Mario Amato, em São Bernardo do Campo, das 10h às 12h, e tem por objetivo reforçar o funcionamento do programa, que está sendo desenvolvido em 61 cidades paulistas.
Durante o evento, que contará com a participação de representantes da companhia e da instituição, haverá uma visita às aulas práticas vinculadas ao projeto, além de uma cerimônia de comemoração da parceria entre as organizações.
Na iniciativa, a Comercial Gerdau, distribuidora própria dos produtos Gerdau, fornece parte do aço utilizado nas aulas práticas do SENAI-SP e, posteriormente, a instituição coleta as sucatas metálicas ferrosas geradas nos processos educacionais. O insumo retorna como matéria-prima para um novo ciclo de produção de aço nas unidades industriais da Gerdau. A estimativa é ter um volume de 600 toneladas por ano de geração de sucata metálica ferrosa. A parceria tem o princípio de incentivar o cuidado com o ciclo de vida dos resíduos e gerar impactos em sustentabilidade.

“É um orgulho para a Gerdau fazer parte dessa iniciativa de educação alinhada ao conceito de economia circular, que reforça o compromisso com a criação de soluções sustentáveis e transformadoras para os nossos negócios e todo o ecossistema em que estamos presentes. Desde sua fundação, há 123 anos, a Gerdau busca ser parte das soluções aos desafios enfrentados pela sociedade e, mais uma vez, se une a parceiros para deixar um legado positivo, uma vez que entende que a economia circular guiará o futuro das organizações”, destaca Carlos Eduardo Vieira da Silva, diretor da Gerdau.
A reciclagem desses produtos feitos em aço traz uma série de benefícios para o meio ambiente, incluindo a redução da emissão de gases de efeito estufa e a economia de insumos básicos como água e energia. Além disso, gera renda alternativa no segmento de coleta e reciclagem, contribuindo com o avanço da economia local. Esse movimento faz parte do dia a dia da Gerdau, que é a maior recicladora de sucata ferrosa da América Latina, e transforma, anualmente, mais de 11 milhões de toneladas de sucata em aço e 71% da produção de aço da empresa é resultado do processo de reciclagem de sucata.
A parceria também tem um forte impacto social, em que os alunos se beneficiam do projeto ao utilizar os produtos de aço fornecidos pela Gerdau como material de aula e com visitas técnicas para conhecerem de perto o processo produtivo do aço em uma das usinas da companhia, além de trazer consciência sustentável a todos os envolvidos no projeto.
Os participantes do projeto recebem um certificado digital que comprova a participação, destacando o engajamento com iniciativas sustentáveis e a contribuição para o desenvolvimento econômico e social do estado de São Paulo.
Com a parceria e a reestruturação da base de reciclagem, os trabalhos dos alunos tornam-se novos materiais para as aulas de outras turmas do SENAI-SP, fazendo a economia circular na prática.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Celebridades
Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.
O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.
Origem e Crescimento
O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.
Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.
Base de Apoio
Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.
Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.
Críticas e Controvérsias
O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.
Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.
Perspectivas Futuras
Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.
O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.
Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
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