Negócios
MoOve On 2024 discute a influência dos poderes executivo, legislativo e do Banco Central em decisões econômicas
Economista José Cláudio Securato será um dos palestrantes da edição deste ano, que reúne as principais lideranças corporativas do País
“Toda vez que a gente melhora a estrutura dos poderes e passa mais tarefas para o Banco Central, temos decisões melhores, mesmo sendo os membros do BC indicados pelo poder executivo”. A frase é do economista e administrador José Cláudio Securato a respeito das principais esferas que tomam decisões de impacto econômico no atual momento do País (Executivo, Legislativo e Banco Central). Securato estará presente no Fórum MoOve On, considerado um dos maiores eventos corporativos do país, que terá sua edição de 2024 no dia 5 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP)
Neste ano, o MoOve On tem como tema a “Trilogia da Excelência: Tecnologia, Decisões Humanas e Negócios Financeiros Sustentáveis”, e contará com a presença das mais respeitadas lideranças do mercado.
Em sua participação, Securato irá mostrar como funciona a estrutura governamental do Brasil, as estratégias macroeconômicas e apresentar números econômicos do País. O primeiro tema de sua palestra ser abordará “Governança do setor público para decisão em economia”.
“A palestra começa por aí. Neste tema vou explicar quem pode tomar decisão sobre economia. É um ponto muito importante porque a maior parte das pessoas tem muita dificuldade de entender as notícias e de compreender, no fundo, o que vem pela frente em termos de decisões econômicas. E aqui vou ressaltar um pouco o papel do poder executivo, o papel do poder legislativo e o papel do Banco Central”, conta.
Na sequência vem o tema “Estratégia macroeconômica”, momento em que Securato mostrará o que o Brasil vem perseguindo em termos de política econômica, desde os tempos do governo Fernando Henrique Cardoso, passando por questões conflituosas que envolvem as políticas fiscal e monetária. “Na última parte eu vou falar sobre números, mostrar uns gráficos, dados que normalmente acabaram de sair, ou seja, atualíssimos”, explica o economista.
Momento atual
Sobre o cenário econômico do Brasil atualmente, Securato avalia que, neste segundo trimestre, a situação deteriorou comparado com o que tínhamos nos três primeiros meses do ano. “Vamos começar pelo cenário externo. No final do ano passado, a gente tinha uma expectativa de que os cortes de juros dos Estados Unidos fossem no primeiro semestre deste ano, particularmente, em março. Mas essa expectativa é para junho. Depois foi para agosto. Saímos de 4 cortes de 0,25 ponto porcentual para a expectativa de 2 cortes de 0,25. E, pelos números de inflação que temos observado nos EUA, talvez acabe não tendo uma queda de taxa de juros este ano por lá”, analisa.
No âmbito local, segundo Securato, “a questão fiscal que piorou recentemente e é nítida a abordagem do Governo em flexibilizar o cumprimento da meta fiscal. Aqui eu também coloco o Congresso dentro deste desvio de rota, pois não é só um problema do Poder Executivo. É um problema também do Poder Legislativo. O poder Legislativo, hoje, consome um nível de demandas, um nível de emendas gigantesco”, completa.
Nomes de peso
Além do economista, já estão confirmados para o MoOve On 2024 os palestrantes Haroldo Dutra (Juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, escritor e conferencista espírita) e Silvio Meira (Cientista, professor, empreendedor e presidente do Conselho Administrativo do Porto Digital de Recife)
O fórum é realizado há 18 anos, sendo há dois com a nova marca MoOve On, e se consolidou como um importante vetor de tendências, modelos de negócios e conteúdos inteligentes por reunir um público formado, em sua maioria, por C-levels interessados na troca de experiências e crescimento de suas redes de relacionamentos.
O MoOve On 2024 terá, ainda, um espaço para exposição para receber os stands das organizações patrocinadoras e parceiras do movimento. São mais de 30 empresas patrocinadoras e outras mais de 300 participantes já confirmadas, de todos os cantos do Brasil
Os interessados em participar podem se inscrever através do site https://mooveon.com.br/inscricao/, onde é possível adquirir credenciais individuais ou pacotes corporativos. As cotas para as empresas que ainda desejam patrocinar o MoOve On 2024 e alavancar seu alcance entre os principais nomes do setor de crédito também estão disponíveis.
Celebridades
Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.
O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.
Origem e Crescimento
O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.
Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.
Base de Apoio
Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.
Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.
Críticas e Controvérsias
O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.
Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.
Perspectivas Futuras
Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.
O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.
Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

