Cultura
Mutirão de limpeza em 12 cidades reuniu 377 voluntários e recolheu quase 700 kg de resíduos
A Papelito, marca de papéis para enrolar e acessórios, promove desde 2012 iniciativas sustentáveis em prol do planeta. Pelo quarto ano consecutivo realiza o “Fevereiro Verde”, um mês inteiro dedicado à conscientização ambiental, que conta com o Dia V. Neste ano, a ação aconteceu no último sábado em 12 cidades pelo Brasil, reunindo voluntários para plantio de mudas e limpeza de praias, lagos, fundo do mar e parques.
Com mais de 27 mil árvores reflorestadas e toneladas de material reciclado, sendo uma das únicas empresas no setor a ser considerada carbono zero no mundo, a Papelito reuniu no Rio de Janeiro (RJ), Manaus (AM); Recife (PE); Salvador (BA); Florianópolis (SC); Belo Horizonte (MG); Fortaleza (CE); Brasília (DF); Curitiba (PR); São Paulo e Ilhabela (SP); e Ilha do Mel (PR), o total de 377 voluntários que fizeram a diferença. Foram 668.593 quilos de resíduos coletados, onde 10.564 eram bitucas de cigarro. Além disso, mais 465 mudas foram plantadas em Curitiba, São Paulo e Ilha do Mel.
“No primeiro ano de ação fizemos apenas um mutirão de plantio e hoje é emocionante ver o quanto esse movimento cresceu. Foi incrível acompanhar a galera se mobilizando em 12 cidades diferentes ao mesmo tempo, e também chocante ver a quantidade de lixo que encontramos em poucas horas de trabalho. Salvar o verde é urgente e nossa missão está apenas começando. Já estamos empolgados com os planos para 2025”, afirma Gaia Diniz, coordenadora de comunicação da Papelito.
O objetivo do Dia V é convocar tanto o público final quanto os parceiros da marca para fazerem parte da ação como voluntários. Além dos parceiros comerciais, que vão desde distribuidores e atacadistas, até diferentes tipos de pontos de venda, a empresa conta ainda com a parceria de influenciadores, ONGs e Institutos como a Limpa Brasil, que atuou em 10 cidades (Fortaleza, Rio de Janeiro, Florianópolis, São Paulo, Brasília, Curitiba, Manaus, Recife, Belo Horizonte e Salvador), a Sea Shepherds, que foi responsável pela limpeza no fundo do mar com mergulhadores, em Ilhabela, no litoral paulista e a Ecolocal que ficou à frente do mutirão na Ilha do Mel, no Paraná.
Ações durante todo ano
A sustentabilidade faz parte do dia a dia da Papelito (a sede, que fica em Brasília, faz separação de lixo e usa energia solar), da elaboração dos produtos e dos planos pro futuro, todos os papéis (embalagem e fumo) tem selo FSC (madeira reflorestamento), além de única no segmento com carbono zero. Em fevereiro é quando a Papelito envolve mais pessoas nessa missão, mobilizando o público e os parceiros.
Esse mês, ações de distribuição gratuita de bituqueiras descartáveis e sementes aconteceram em blocos de Carnaval e em diversos pontos de venda parceiros. Além disso, também foram inaugurados pontos de coleta de bitucas, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Essas bituqueiras serão periodicamente recolhidas pela Poiato, uma empresa parceira que transforma as bitucas recolhidas em papel reciclado.
Plantio de mudas e árvores
Um dos principais projetos em prol do meio ambiente que a marca promove, é o plantio de 100 mil árvores, que está sendo realizado pela Papelito na Amazônia.
“Essa é uma meta ousada que será cumprida até 2027. Até o momento, já plantamos mais de 27 mil árvores. Além disso, costumo dizer que a sustentabilidade está presente o ano todo no dia a dia da empresa, na elaboração dos produtos, nos planos para o futuro e em tudo que fazemos. Mas, em fevereiro é quando a gente traz conteúdos de sustentabilidade para inspirar mais pessoas, divulgar conhecimento e trazer também o convite para o público em geral colocar a mão na massa junto com a gente”, finaliza Chrystian Sarkis, CEO e fundador da Papelito.

Veja o mini documentário sobre o plantio na Amazônia: https://www.youtube.com/watch?v=42DRLavw9UU
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Cultura
Entre Lenda, Memória e Imagem: Documentário Resgata História de Mário Juruna e os Encantos de Barra do Garças
O Projeto é um projeto que faz composição do Circuito Cultural da Empresa Agência Pêssego e Maçã LTDA CNPJ nº: 48.065.526/0001-86, cuja desenvolvedora é gestora do projeto é CARLITA RODRIGUES MACEDO (Sócia Administrativa da Empresa), o Livro documental desta Temporada traz por Título: Mario Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), uma Homenagem da Tribo Xavante da Cidade do Mato Grosso UF: MT com Mini – Biografia de Barra do Garças, contada pelo Morador Histórico “Antônio Orlando da Silva “. Além do Livro será apresentado Videoclipe com imagens Fotográficas de Mirante de Cristo, Discoporto e Serra do Roncador.
Entre paisagens emblemáticas e narrativas que atravessam gerações, um novo projeto audiovisual propõe mergulhar na memória cultural de Barra do Garças, em Mato Grosso. O documentário Pão da Nova Geração une videoclipe e livro documental para revisitar pontos turísticos como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, enquanto resgata uma das lendas mais contadas pela tradição oral local: o controverso e simbólico casamento de Mário Juruna com a índia Xavante Janaina Calunga. A obra apresenta o relato transmitido por moradores históricos, revelando como mito, identidade indígena e memória popular se entrelaçam na construção da história da cidade.
O projeto Pão da Nova Geração propõe a produção de um videoclipe e a criação de um livro documental que unem memória histórica, tradição oral e valorização dos pontos turísticos da cidade de Barra do Garças, no estado de Mato Grosso. As gravações e registros visuais contemplam cenários emblemáticos do município, como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, locais que carregam forte simbolismo cultural, turístico e místico para a região.
A obra documental se debruça sobre uma das lendas mais conhecidas e controversas da história oral local: o suposto casamento de Mário Juruna com uma índia da etnia Xavante. Segundo a narrativa popular, amplamente contada por moradores antigos, Mário Juruna teria se unido à indígena Janaina Calunga. O relato afirma que Janaina Calunga ganhou notoriedade dentro da comunidade como uma grande empresária, fato que reforça sua importância social e econômica no imaginário coletivo da época.
Ainda de acordo com a lenda, apesar de Janaina Calunga já ser casada, essa condição não teria impedido uma nova união estável com Mário Juruna, uma vez que, conforme a tradição atribuída à tribo Xavante, não haveria limitações para que um indivíduo casado mantivesse outros matrimônios. Essa característica cultural é apresentada como parte essencial para a compreensão do contexto da relação descrita na narrativa popular.
A história segue relatando que, em determinado momento, Mário Juruna teria desejado sair da relação, considerada frustrada. Diante dessa decisão, Janaina Calunga, descrita na lenda como uma índia brava do Mato, teria se unido a seus aliados e armado uma arapuca contra ele. O desfecho trágico da narrativa aponta que Mário Juruna morreu de pé, acreditando até o fim que Janaina Calunga sempre foi sua ajudadora, protetora e auxiliadora, passando a enxergar todos aqueles que cruzavam seu caminho como perseguidores.
O conteúdo integra o livro documental intitulado Mário Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), que também se apresenta como uma mini-biografia de Barra do Garças. A história é contada a partir do olhar e da memória de um morador histórico da cidade, Antônio Orlando da Silva, cuja narrativa contribui para a preservação da identidade cultural e da tradição oral do município.
O projeto tem como objetivo registrar, valorizar e difundir histórias que fazem parte do imaginário popular, conectando passado e presente por meio do audiovisual e da literatura documental. A iniciativa reforça a importância de preservar relatos históricos e lendas regionais como patrimônio imaterial, utilizando a arte e a comunicação como instrumentos de memória e identidade cultural.


