Cultura
Synergia investe em geração de renda e conservação da floresta amazônica e apresenta o Projeto Redes do Médio Xingu em documentário inédito
No filme serão abordados os trabalhos realizados na cadeia produtiva do cacau e na AASFLOR, tendo como fio condutor o cuidado das famílias em se desenvolverem sem destruir a floresta
Em uma coprodução entre Synergia Socioambiental e Dot Films e apoio do ICMBio, foi lançado o documentário “A floresta que você não vê – Narrativas do Médio Xingu”, um filme que irá apresentar as iniciativas desenvolvidas dentro do Projeto Redes do Médio Xingu, que apoia a geração de renda de famílias nas regiões onde atua e busca o desenvolvimento das comunidades locais e a conservação da floresta amazônica.

“Hoje, discute-se o desenvolvimento da Amazônia em cima de paradigmas ultrapassados, principalmente no que diz respeito a opor o desenvolvimento econômico e a conservação. Colocar ambientalistas e a economia de lados opostos é um grande erro”, diz Mario Braga Vasconcellos, do Projeto Redes do Médio Xingu.

O Projeto Redes do Médio Xingu nasceu em 2022, com um objetivo de ajudar na conservação do meio ambiente e na geração de renda de pessoas que vivem em áreas com forte pressão de desmatamento no estado do Pará, como as populações ribeirinhas da Estação Ecológica Terra do Meio e de Uruará, nas proximidades de Altamira.

O Projeto atua em três frentes: no apoio à cadeia produtiva do cacau, que impacta positivamente na geração de renda das famílias da Estação Ecológica Terra do Meio, no apoio à Rede Terra do Meio, promovendo uma estrutura comercial para atender a população local e apoiando à Associação Agroextrativista Sementes da Floresta (AASFLOR), que fica em Uruará.
Produção de cacau da Terra do Meio
Em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Synergia iniciou um trabalho para desenvolver a cadeia produtiva do cacau e gerar renda para as famílias da Esec Terra do Meio.
Neste caso, profissionais da consultoria (antropólogos e técnicos agrônomos) fornecem assistência técnica e extensão rural (ATER), orientação para organização do arranjo produtivo e consultoria para acesso ao mercado de vendas do cacau, capacitando esses produtores para que eles possam atender toda a cadeia do cacau, do cultivo à venda para o mercado de maneira assertiva e sustentável.
A assistência técnica oferece informação e mentoria sobre os tratos culturais do cacau, como o manejo do solo, as podas do cacau e o manejo de pragas e doenças. Além de passar para a população informações sobre os cuidados que se deve ter com o pós-colheita, um processo que envolve etapas como a fermentação, a secagem e o escoamento do cacau.
“Vale destacar que as famílias da Esec Terra do Meio cultivam o cacau por meio do sistema agroflorestal, com uma agricultura de baixo carbono e o plantio em conjunto com outras espécies, como andiroba e copaíba, que são plantadas entre os pés de cacau, ou seja, um cultivo de cacau totalmente sustentável”, afirma Mario Braga.
Construção da cantina comunitária da Esec Terra do Meio
Para promover o acesso das famílias da Esec Terra do Meio a produtos alimentícios e de necessidade básica, sem a necessidade de grandes deslocamentos ou gastos com frete e gasolina, deu-se início à construção de uma cantina comunitária.
A ideia é que, com essa construção, a população tenha mais qualidade de vida. Também está prevista a construção de um paiol para armazenar a castanha cultivada.
AASFLOR – geração de renda para as famílias agricultoras
A AASFLOR (Associação Agroextrativista Sementes da Floresta), situada em Uruará, também no Médio Xingu, recebeu apoio do Projeto Redes do Médio Xingu para o redesenho dos rótulos e embalagens de seus produtos, e segue recebendo por meio de iniciativas que promovem a modernização de seu modelo comercial, que inclui desde a divulgação e conexão com varejistas de outros estados, até para estarem presentes em grandes eventos do segmento em todo território nacional.
Desde 2007, esses agricultores familiares buscavam viabilizar alternativas de renda diferentes das cadeias produtivas que dominam a paisagem local, como a soja, pecuária e extração de madeira. Esses agricultores entenderam a importância da preservação da floresta e se uniram em torno do projeto de coleta de sementes da floresta, extração de óleos vegetais e fabricação de produtos, como sabonetes, cremes, pomadas, shampoos e óleos fracionados.
“Apesar das dificuldades, a gente avança. Conseguir o que já conseguimos, que é inserir um produto do extrativismo, a farinha do babaçu, no programa da merenda escolar dá um grande ânimo para nós”, conta Selma Souza Moreira, associada da AASFLOR.
Os próximos passos do Projeto, em relação à AASFLOR, estão atrelados à construção da cantina e à continuidade do apoio às comunidades locais, levando os produtos desenvolvidos pela Associação para mais feiras e eventos em todo o Basil, além de atrair novos parceiros para dar continuidade ao fortalecimento das famílias da região.
Veja o trailer do filme: https://www.youtube.com/watch?v=a8mL1R23Evk&t=2s&ab_channel=SynergiaConsultoriaSocioambiental
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Cultura
Entre Lenda, Memória e Imagem: Documentário Resgata História de Mário Juruna e os Encantos de Barra do Garças
O Projeto é um projeto que faz composição do Circuito Cultural da Empresa Agência Pêssego e Maçã LTDA CNPJ nº: 48.065.526/0001-86, cuja desenvolvedora é gestora do projeto é CARLITA RODRIGUES MACEDO (Sócia Administrativa da Empresa), o Livro documental desta Temporada traz por Título: Mario Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), uma Homenagem da Tribo Xavante da Cidade do Mato Grosso UF: MT com Mini – Biografia de Barra do Garças, contada pelo Morador Histórico “Antônio Orlando da Silva “. Além do Livro será apresentado Videoclipe com imagens Fotográficas de Mirante de Cristo, Discoporto e Serra do Roncador.
Entre paisagens emblemáticas e narrativas que atravessam gerações, um novo projeto audiovisual propõe mergulhar na memória cultural de Barra do Garças, em Mato Grosso. O documentário Pão da Nova Geração une videoclipe e livro documental para revisitar pontos turísticos como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, enquanto resgata uma das lendas mais contadas pela tradição oral local: o controverso e simbólico casamento de Mário Juruna com a índia Xavante Janaina Calunga. A obra apresenta o relato transmitido por moradores históricos, revelando como mito, identidade indígena e memória popular se entrelaçam na construção da história da cidade.
O projeto Pão da Nova Geração propõe a produção de um videoclipe e a criação de um livro documental que unem memória histórica, tradição oral e valorização dos pontos turísticos da cidade de Barra do Garças, no estado de Mato Grosso. As gravações e registros visuais contemplam cenários emblemáticos do município, como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, locais que carregam forte simbolismo cultural, turístico e místico para a região.
A obra documental se debruça sobre uma das lendas mais conhecidas e controversas da história oral local: o suposto casamento de Mário Juruna com uma índia da etnia Xavante. Segundo a narrativa popular, amplamente contada por moradores antigos, Mário Juruna teria se unido à indígena Janaina Calunga. O relato afirma que Janaina Calunga ganhou notoriedade dentro da comunidade como uma grande empresária, fato que reforça sua importância social e econômica no imaginário coletivo da época.
Ainda de acordo com a lenda, apesar de Janaina Calunga já ser casada, essa condição não teria impedido uma nova união estável com Mário Juruna, uma vez que, conforme a tradição atribuída à tribo Xavante, não haveria limitações para que um indivíduo casado mantivesse outros matrimônios. Essa característica cultural é apresentada como parte essencial para a compreensão do contexto da relação descrita na narrativa popular.
A história segue relatando que, em determinado momento, Mário Juruna teria desejado sair da relação, considerada frustrada. Diante dessa decisão, Janaina Calunga, descrita na lenda como uma índia brava do Mato, teria se unido a seus aliados e armado uma arapuca contra ele. O desfecho trágico da narrativa aponta que Mário Juruna morreu de pé, acreditando até o fim que Janaina Calunga sempre foi sua ajudadora, protetora e auxiliadora, passando a enxergar todos aqueles que cruzavam seu caminho como perseguidores.
O conteúdo integra o livro documental intitulado Mário Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), que também se apresenta como uma mini-biografia de Barra do Garças. A história é contada a partir do olhar e da memória de um morador histórico da cidade, Antônio Orlando da Silva, cuja narrativa contribui para a preservação da identidade cultural e da tradição oral do município.
O projeto tem como objetivo registrar, valorizar e difundir histórias que fazem parte do imaginário popular, conectando passado e presente por meio do audiovisual e da literatura documental. A iniciativa reforça a importância de preservar relatos históricos e lendas regionais como patrimônio imaterial, utilizando a arte e a comunicação como instrumentos de memória e identidade cultural.


