Negócios
Técnica inovadora de mega hair ajuda mulheres empreendedoras
Criadora de método rápido e indolor capacita outras profissionais para que possam lucrar mais em seus próprios negócios
O mega hair é, cada vez mais, um aliado ao empoderamento feminino. O estudo “Afroempreendedorismo Brasil”, desenvolvido por RD Station, Inventivos e o Movimento Black Money, por exemplo, relatou que as ideias de empreender de pessoas negras vem de uma dor ligada à questão racial. Acompanhando esse dado, o afroempreendedorismo no Brasil é, em sua maioria, feminino e ligado à saúde e estética (14,3%). Além disso, de acordo com o SEBRAE, o setor de beleza é o favorito das mulheres empreendedoras em geral.
Nesse contexto, a empreendedora visionária e criadora do método micro screen de aplicação para mega-hair Marla Muniz trabalha para fazer com que todas as mulheres tenham uma maior autoestima, seja como cliente ou descobrindo na técnica que ela desenvolveu uma aplicação prática e lucrativa para seus negócios. “Para os salões de beleza, o mega hair é o serviço com a maior margem de lucro. Você pode ganhar até R$ 2 mil em uma única aplicação. Na técnica que eu criei, o processo leva em média 45 minutos e a cliente precisa fazer manutenção de dois em dois meses”, explica.
Além disso, a criação de Marla tem o diferencial de facilitar o uso dos alongamentos sem a dor e o desconforto característicos da aplicação usual. O assunto foi inclusive tema do Congresso Megahista de Elite, que aconteceu neste mês de agosto e reuniu 50 participantes donos de salão. Esse foi o primeiro evento presencial do Brasil e criado por ela exclusivamente para entusiastas e profissionais do mega-hair. O objetivo era destravar todo o potencial dos participantes e trazer clareza para o caminho de um negócio lucrativo e bem sucedido.
A ideia da especialista é que o trabalho que faz possa ajudar outras mulheres a se empoderar por meio de seu próprio negócio. “Para mim, é muito importante mostrar o caminho para ter uma mentalidade configurada para a prosperidade e superação de desafios, revelar estratégias poderosas para conquistar cada vez mais clientes e indicar a estrada para o crescimento constante, aumentando faturamento e potencializando lucros”, diz.

Com as inovações que ela oferece, o mega-hair se torna uma opção acessível e versátil para quem deseja explorar diferentes estilos e comprimentos capilares, proporcionando uma experiência transformadora também para os usuários.
A técnica de micro screen já impactou diretamente a vida de 2 mil alunos de Marla até o momento. “Essas pessoas irão trabalhar ou já trabalham na área da estética capilar. Nossos alunos estão presentes em mais de 25 países e nosso foco principal é a capacitação de novos profissionais e o fortalecimento da nossa marca”, conclui.
Sobre Marla Muniz
Marla Muniz é uma empreendedora visionária e criadora do revolucionário método de aplicação de mega-hair, o ponto micro screen. Como proprietária de três salões de beleza estrategicamente localizados em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, ela tem deixado sua marca no setor da beleza. Além disso, Marla é uma referência na indústria, com sua própria linha de cosméticos, a Marla Muniz Professional, oferecendo produtos de qualidade excepcional.
Sua influência vai além dos negócios, uma vez que Marla também é uma mentora dedicada, orientando e inspirando mais de 2 mil alunos através do método ponto micro screen. Sua paixão pela educação e compartilhamento de conhecimento tem impactado positivamente a vida de muitos profissionais no ramo da beleza.
Com uma trajetória inspiradora e um compromisso inabalável com a excelência, Marla Muniz é uma referência no setor, continuando a desbravar novos horizontes e moldar o futuro da indústria de mega-hair.
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Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
destaque
Criação de lojas online e sites é com a Mox Mídia.
Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.
Na Mox Mídia, toda a nossa inteligência tecnológica é voltada a desenvolver produtos ou sistemas para suprir a necessidade dos nossos clientes. Criar um website ou um sistema de gestão requer muito mais do que uma ideia ou uma equipe de programadores. Requer um time que analise os seus processos, entenda suas necessidades e construa uma solução definitiva para o seu problema.
Um website precisa ter um conteúdo único, explicativo, vendedor e bem escrito. Mas não podemos esquecer de manter a estrutura perfeito para buscadores. Este é o segundo fator mais importante para o sucesso da sua empresa no Google.
Nossa preocupação é construir uma base sólida para humanos e para a máquina, seguindo uma semântica ideal para indexar o seu site e trazer bons resultados orgânicos.
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E-mail: moxmidia@moxmidia.com.br
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Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

