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Cultura

The Town: Artista plástico René Machado será um dos responsáveis pelas artes dos telões e backstage do palco The One

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A Cidade da Música, em Interlagos, se prepara para receber mais de 235 horas de shows, espalhados por sete grandes espaços, cinco palcos e uma cenografia inspirada nos ícones da arquitetura paulistana. O The Town promete ser um grande espetáculo não só de música, mas, de cultura e muita arte. Dentro do contexto artístico, a convite de Ana Biavaschi, diretora de cenografia do The Town e do Rock in Rio, o artista carioca René Machado participa com sua nova série “Compositions” do festival em São Paulo.

René já é conhecido no Rock in Rio, onde desde 2017, é responsável por criar artes e painéis exibidos nos bastidores do Palco Sunset. Agora, o artista, que é também um dos indicados ao Prêmio Pipa 2023, reconhecidamente o mais prestigiado prêmio da arte contemporânea brasileira, terá diversas obras no backstage do palco The One, e também projetadas nos telões do palco, nos intervalos dos shows.

O palco tem o conceito de representar a cultura e os museus de São Paulo e terá obras exibidas entre cada show. René Machado terá também ativações dentro dos camarins, que serão ocupados ocupados por artistas como Racionais MC´s, Criolo, Seu Jorge, Ney Matogrosso, Ne-Yo, Angélique Kidjo, Gloria Groove, Marina Sena, Pabllo Vittar e muito mais.

O festival acontece nos dias 2, 3, 7, 9 e 10 de setembro na Cidade da Música, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Mais sobre René Machado:

O artista plástico René Machado vem ganhando cada vez mais reconhecimento de seu trabalho por críticos, curadores, colecionadores, e pessoas ligadas ao círculo das artes. Em 2023, René entrou no ranking dos 10 artistas mais procurados pelos colecionadores dentro do marketplace da ArtRio, uma das maiores feiras do segmento da América Latina. Após o The Town, representado pela Lemos de Sá Galeria, René vai expor cerca de dez obras inéditas em sua primeira solo na ArtRio, que chega a 13ª edição esse ano, de 13 a 17 de setembro na Marina da Glória, em solo carioca.

Em seguida, o artista parte para sua primeira individual em Belo Horizonte com a Lemos de Sá Galeria. A exposição será aberta no dia 30 de setembro, com texto crítico de Vanda Klabin.

Suas obras têm percorrido diversos países e instituições de arte tais como: Brasil, EUA, Itália, Espanha e França. Figuram em coleções importantes, destacando Luciano Benetton e coleção Fadel. Em 2020, criou a Casa Arlette, um centro de produção artística contemporânea, que além dos artistas residentes, se tornou um espaço de encontro entre intelectuais dos gêneros da arte.

Saiba mais: https://www.instagram.com/renemachado_/

Mais sobre The Town:

Por todos os espaços da Cidade da Música, uma grande diversidade de ritmos, do jazz ao rock, do hip-hop ao blues, do pop ao heavy metal passando pela mpb e por muito mais.

O palco principal é o Skyline, que vai receber grandes artistas do Brasil e do mundo. É ali que vai acontecer um espetacular show de luzes e uma inesquecível queima de fogos, momentos que vão tornar sua experiência ainda mais especial.

No Palco The One, a multiculturalidade de São Paulo será celebrada, com uma saudável mistura de estilos em shows únicos e inesquecíveis. Na São Paulo Square o clima é de jazz, blues, Big Band, quiosques e arte por todo lado.

O espaço da EDM é o New Dance Order. Imponente, vibrante, seu show de luzes tem um ritmo frenético e contagiante, por onde passam os maiores DJs do Brasil e do mundo.

A Factory com sua arquitetura inspirada nas antigas fábricas, é o espaço da arte urbana, das cores fortes, do impacto do hip hop e da street dance, em performances que vão ultrapassar os limites do palco e contagiar o público.

Saiba mais: https://www.thetown.com.br/pt/festival/

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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Cultura

Anestia JÁ.

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A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

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Cultura

Entre Lenda, Memória e Imagem: Documentário Resgata História de Mário Juruna e os Encantos de Barra do Garças

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O Projeto é um projeto que faz composição do Circuito Cultural da Empresa Agência Pêssego e Maçã LTDA CNPJ nº: 48.065.526/0001-86, cuja desenvolvedora é gestora do projeto é CARLITA RODRIGUES MACEDO (Sócia Administrativa da Empresa), o Livro documental desta Temporada traz por Título: Mario Juruna e o Casamento com a  Índia Xavante (Janaina Calunga), uma Homenagem da Tribo Xavante da Cidade do Mato Grosso UF: MT com Mini – Biografia de Barra do Garças, contada pelo Morador Histórico  “Antônio Orlando da Silva “. Além do Livro será apresentado Videoclipe com imagens Fotográficas de Mirante de Cristo, Discoporto e Serra do Roncador.

 

Entre paisagens emblemáticas e narrativas que atravessam gerações, um novo projeto audiovisual propõe mergulhar na memória cultural de Barra do Garças, em Mato Grosso. O documentário Pão da Nova Geração une videoclipe e livro documental para revisitar pontos turísticos como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, enquanto resgata uma das lendas mais contadas pela tradição oral local: o controverso e simbólico casamento de Mário Juruna com a índia Xavante Janaina Calunga. A obra apresenta o relato transmitido por moradores históricos, revelando como mito, identidade indígena e memória popular se entrelaçam na construção da história da cidade.

O projeto Pão da Nova Geração propõe a produção de um videoclipe e a criação de um livro documental que unem memória histórica, tradição oral e valorização dos pontos turísticos da cidade de Barra do Garças, no estado de Mato Grosso. As gravações e registros visuais contemplam cenários emblemáticos do município, como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, locais que carregam forte simbolismo cultural, turístico e místico para a região.

A obra documental se debruça sobre uma das lendas mais conhecidas e controversas da história oral local: o suposto casamento de Mário Juruna com uma índia da etnia Xavante. Segundo a narrativa popular, amplamente contada por moradores antigos, Mário Juruna teria se unido à indígena Janaina Calunga. O relato afirma que Janaina Calunga ganhou notoriedade dentro da comunidade como uma grande empresária, fato que reforça sua importância social e econômica no imaginário coletivo da época.

Ainda de acordo com a lenda, apesar de Janaina Calunga já ser casada, essa condição não teria impedido uma nova união estável com Mário Juruna, uma vez que, conforme a tradição atribuída à tribo Xavante, não haveria limitações para que um indivíduo casado mantivesse outros matrimônios. Essa característica cultural é apresentada como parte essencial para a compreensão do contexto da relação descrita na narrativa popular.

A história segue relatando que, em determinado momento, Mário Juruna teria desejado sair da relação, considerada frustrada. Diante dessa decisão, Janaina Calunga, descrita na lenda como uma índia brava do Mato, teria se unido a seus aliados e armado uma arapuca contra ele. O desfecho trágico da narrativa aponta que Mário Juruna morreu de pé, acreditando até o fim que Janaina Calunga sempre foi sua ajudadora, protetora e auxiliadora, passando a enxergar todos aqueles que cruzavam seu caminho como perseguidores.

O conteúdo integra o livro documental intitulado Mário Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), que também se apresenta como uma mini-biografia de Barra do Garças. A história é contada a partir do olhar e da memória de um morador histórico da cidade, Antônio Orlando da Silva, cuja narrativa contribui para a preservação da identidade cultural e da tradição oral do município.

O projeto tem como objetivo registrar, valorizar e difundir histórias que fazem parte do imaginário popular, conectando passado e presente por meio do audiovisual e da literatura documental. A iniciativa reforça a importância de preservar relatos históricos e lendas regionais como patrimônio imaterial, utilizando a arte e a comunicação como instrumentos de memória e identidade cultural.

 

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