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Cultura

22ª Goiânia Mostra Curtas divulga mais uma ação de formação aberta ao público, a Masterclass “O Desenvolvimento de Projetos Autorais e Co-Direção: Um Estudo de Caso de As Miçangas”

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A atividade acontecerá no dia 7 (sab) de outubro, às 10h, integrando a programação do festival, com entrada gratuita e sujeita a lotação do espaço

A 22ª edição da Goiânia Mostra Curtas, festival nacional de curta-metragem, está se aproximando e traz uma programação repleta de atividades gratuitas para o público geral. A masterclass acontecerá no dia 7 (sab) de outubro, às 10h, como parte integrante do festival, na sala Multimídia João Bênio, localizada na Vila Cultural Cora Coralina. Aberto ao público e sujeito a lotação.

Com o tema “O Desenvolvimento de Projetos Autorais e Co-Direção: Um Estudo de Caso de As Miçangas”, a Masterclass abordará os caminhos possíveis para o desenvolvimento de histórias autorais e a colaboração entre dois diretores em uma co-direção. Os realizadores de As Miçangas, curta-metragem aclamado que teve sua estreia mundial na Berlinale Shorts, compartilharão suas experiências sobre o processo colaborativo vivido durante a produção do filme e a influência dessa parceria em suas carreiras individuais.

Rafaela Camelo, diretora de Sangue do Meu Sangue, cujas filmagens estão previstas para este ano, e Emanuel Lavor, diretor de A Onça, que será filmado em 2025, estarão presentes para discutir os desafios, aprendizados e inspirações que surgiram a partir de sua experiência conjunta em “As Miçangas”. Será uma oportunidade para os participantes explorarem o universo da co-direção e compreenderem como essa dinâmica pode influenciar o desenvolvimento de projetos autorais.

A Masterclass é uma parceria com o Paradiso Multiplica, ação de difusão de conhecimento dos profissionais beneficiados por Bolsas Paradiso, para estudar ao redor do mundo que compartilham seus conhecimentos com o público, ao lado de instituições parceiras.

Integra a programação diversificada da 22ª Goiânia Mostra Curtas, que ocorrerá presencialmente de 3 a 8 de outubro de 2023, no Teatro Goiânia e Vila Cultural Cora Coralina. Serão exibidos 76 filmes em cinco mostras, incluindo as competitivas Curta Mostra Brasil, Curta Mostra Goiás e Curta Mostra Animação, além da 21ª Mostrinha, especialmente voltado para público infanto-juvenil, e a mostra não competitiva “Curta Mostra Especial – De Lugar Nenhum”.

Fazem parte também da programação da 22ª edição, ações formativas, Cursos, Laboratório de Roteiros Audiovisuais, debate, masterclass, encontros com realizadores, homenagem, entre outras atrações. Também celebra a exposição “Arte Em Cartaz – 22 anos de Goiânia Mostra Curtas”, ressaltando a contribuição do festival na democratização audiovisual, capacitação profissional e formação de público para o cinema nacional. Totalmente gratuito.

Com mais de duas décadas de história, o festival é um espaço importante para a exibição, capacitação e difusão do cinema brasileiro, além de ser um fórum para discussão e reflexão sobre questões relacionadas ao setor audiovisual. Para saber mais: goianiamostracurtas.com.br/22/public/

Parceiros

A Goiânia Mostra Curtas é um festival realizado e idealizado pelo Icumam Cultural e Instituto, que acontece desde 2001. Esta 22ª edição, em 2023, é uma realização do Icumam Cultural e Instituto, do Governo do Estado de Goiás e Secretaria de Estado de Cultura de Goiás por meio do Programa Goyazes 2022. Conta com patrocínio da Rodonaves Transportes e Apoio Institucional da Prefeitura de Goiânia por meio da Lei de Incentivo à Cultura de Goiânia, Apoio do Sebrae Goiás e do Paradiso Multiplica.

Serviço:

22ª Goiânia Mostra Curtas

Teatro Goiânia e Vila Cultural Cora Coralina

Av. Tocantins, Centro – Goiânia – GO

3 a 8 de outubro de 2023

Masterclass: “O Desenvolvimento de Projetos Autorais e Co-Direção: Um Estudo de Caso de As Miçangas”

7 de outubro 2023

10h às 12h

Sala Multimídia João Bênio – Vila Cultual Cora Coralina

Aberto ao público interessado (espaço sujeito a lotação)

Imprensa

Lorena Lázaro

Giro Comunicação

(62) 9 8425 7527

https://www.girocomunicação.com.br

Icumam Cultural e Instituto

producao@icumam.com.br

https://www.goianiamostracurtas.com.br

Instagram: @goianiamostracurtas

(62) 3218 3779

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Cultura

Social: Paper Excellence leva jovens alunos de Mogi Mirim para concerto sobre anime em SP

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Aproximadamente 40 jovens da cidade de Mogi Mirim, alunos da Orquestra Lyra Mojimiriana, visitaram a cidade de São Paulo, no sábado, dia 20 de abril, para um concerto especial sobre anime, realizado pela Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e pelos Coros Acadêmico, Infantil e Juvenil do estado.

A iniciativa foi promovida pela Paper Excellence, uma das maiores empresas do mundo na produção de papel e celulose, e pela Orquestra Lyra Mojimiriana, organização sem fins lucrativos que promove aulas gratuitas de música para mais de mil crianças, jovens e adultos da cidade de Mogi Mirim (SP).

“Foi uma ótima oportunidade de apresentar a beleza da música clássica para jovens que estão começando a ser introduzidos na musicalização infantil ”, afirma Anabel Favilla, coordenadora pedagógica da entidade. “A experiência ajudou no enriquecimento cultural e na ampliação de vocabulário musical para jovens que nunca estiveram em uma grande cidade como São Paulo”, completa.

No palco da Sala São Paulo, a apresentação denominada “Sinfonia de Anine”, foi um tributo ao gênero de anime onde foram tocadas as músicas de famosos desenhos animados japoneses que marcaram a vida e a infância de muitos jovens.

O programa trouxe músicas que embalaram a busca pelas esferas do dragão em Dragon Ball Z; as aventuras de AshKetchum e Pikachu em Pokémon; e a procura mágica de Sakura na captura de suas cartas clow. A música criada para Naruto, Cavaleiros do Zodíaco, One Piece e Shingeki no Kyojin também estiveram no programa, que trouxe ainda uma sequência apaixonante de temas originais escritos pelo compositor, regente e pianista Joe Hisaishi, que já escreveu mais de 100 trilhas para o cinema. São deles as músicas que ouvimos em Meu amigo Totoro, O Castelo Animado e Ponyo.

A Paper Excellence, uma das maiores fabricantes de papel e celulose do mundo, é patrocinadora da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a empresa vai apoiar apresentações da temporada de concertos de 2024, que marca o 70º aniversário da orquestra e o os 25 anos da Sala São Paulo. Ao longo do ano serão dez espetáculos de música clássica com apoio da Paper, com renomados músicos brasileiros e internacionais.

A Paper Excellence também vai ser patrocinadora dos Coros Infantil e Juvenil da Osesp, que oferecem formação musical inteiramente gratuita, incluindo apoio financeiro, para crianças e jovens de 8 a 13 anos de famílias em situação de vulnerabilidade.

Para Claudio Cotrim, presidente da Paper Excellence no Brasil, o apoio à Osesp é mais um sinal do compromisso da empresa em apoiar iniciativas em prol da cultura, da educação e da assistência social no Brasil. “Como uma empresa global que acredita no Brasil e nos brasileiros, estamos comprometidos com a democratização da cultura por meio da música, que tem o poder de transformar vidas e abrir portas para diversas oportunidades”, afirma o executivo.

Desde que desembarcou no Brasil como acionista da Eldorado Celulose, em 2017, a Paper Excellence vem colocando em prática uma série de ações socioeconômicas visando democratizar o acesso à cultura e à educação no País. Todos os anos, a PE realiza ações sociais e doação de recursos financeiros para entidades filantrópicas no Brasil e nas regiões em que atua. Mais de 200 famílias, no Mato Grosso do Sul e em São Paulo, já foram beneficiadas.

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Cultura

Como serão os lugares do futuro?

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Lançamento hoje, em São Paulo!

O arquiteto e urbanista Caio Esteves desvenda, em seu quarto livro, como os lugares, cidades e países podem se preparar para cenários futuros possíveis, se tornando atraentes para investimentos e próspero para as comunidades
“Se você fala futuro, no singular, é um sinal de que você está falando no passado”.

O Place branding (marca lugar, em tradução livre) é uma disciplina que vem crescendo no Brasil. O tema, liderado por Caio Esteves, especialista em futuros das cidades, é usado para ajudar empresas, incorporadoras, construtores e o poder público no desenvolvimento de projetos urbanos que levem em conta as necessidades da população, ou seja, é a soma dos atributos físicos, culturais e sociais de um lugar tornando os ambientes melhores para todos.

Em sua quarta obra, “Lugares Futuros”, Place Branding, Placemaking, Strategic Foresight para fortalecer lugares, cidades e países, que será lançada hoje, às 18h30, na Livraria Eiffel, em São Paulo, pela editora Homo Urbanos, Caio resgata as disciplinas de suas obras anteriores como “Cidade Antifrágil” e “Place Branding” e apresenta a evolução com o “strategic foresight” destacando como os lugares podem se preparar para os novos comportamentos e adversidades que certamente irão acontecer antecipando aos diferentes futuros possíveis.

O autor explica que o strategic foresight e os estudos de futuros desempenham um papel fundamental na criação de lugares, bairros, cidades e países mais prósperos e atraentes para investimento, turismo e talentos, além de fundamental no fortalecimento da própria comunidade local, ao preparar os lugares para o amanhã. Foresight é explorar os futuros para influenciar a tomada de decisão hoje. Começa com o mapeamento do ambiente incerto, com a compreensão do cenário futuro, das tendências emergentes e das incertezas.

Uma cidade em que a economia local gira em torno apenas do turismo e da extração de minério, por exemplo e não está planejada para movimentos e situações adversas dos futuros possíveis estão mais vulneráveis e sofrem os impactos sejam econômicos, ambientais e sociais, assim como aconteceu em contextos como o isolamento social no período pandêmico ou com rompimento da barragem de Mariana (MG). A abordagem como o place strategic foresight permite entender melhor o presente, captar sinais de futuros e preparar os lugares para vários futuros possíveis mapeando oportunidades diversas de desenvolvimento e crescimento.

Caio destaca ainda o quanto é essencial engajar mais pessoas em pensar sobre os futuros dos lugares em que se vive e o quanto levará a melhores decisões. A participação comunitária se traduz em legitimidade e autenticidade. “É fundamental fugir dos processos tediosos como as audiências públicas tradicionais e migrar para criar formas interativas de trabalho coletivo que estimulem a cocriação, para se alcançar os resultados”, explica.

No prefácio, assinado por Lilia Porto, economista e fundadora do O Futuro das Coisas, destaca o potencial da leitura na expansão da mentalidade de gestores urbanos, arquitetos, urbanistas e todos aqueles que buscam reimaginar e co-criar lugares para as pessoas, com as pessoas e dotados de significados.

Ao longo das 204 páginas, o Caio destaca “Como são os lugares do futuro?”; “Qualificação: placemaking e sua qualificação para as marcas-lugar”; “Marcas: branding e place branding”; “Futuros: place branding, placemaking e place strategic foresight” para fortalecer lugares, cidades e países.

Trechos da obra:

Página 18 e 19 | Como são os lugares do futuro

“[…] Provavelmente a parte mais importante desta discussão é a compreensão de que um lugar é composto por significado, sendo, por sua vez, relativo àquele a quem o confere significado, ou de forma mais direta, o que é um lugar para mim não é necessariamente um lugar para você, ou seja, aquele lugar que o emociona, que remete a uma memória afetiva para mim, pode parecer só um terreno baldio e não o lugar onde o seu avô o ensinou a soltar pipa. Nossas experiências e, ainda mais, nossas identidades, são os elos de reconhecimento com os lugares.

“[…] O que pode parecer algo completamente desconexo ou distante passa a fazer sentido quando nos apoiamos nas questões simbólicas: se um lugar é significado, será que o lugar virtual não compartilha desse mesmo princípio? Ou, ainda, será que o lugar não é virtual há tempos, pelo menos desde a popularização da internet?

Página 170 | Futuros

As tendências são o hoje e o amanhã, os sinais fracos são fragmentos/indícios de futuros que podemos captar no presente. Enquanto a primeira cria uma base sólida identificável e palatável, o segundo aponta para os possíveis caminhos futuros e disrupções, ajudando a projetar potenciais futuros.

Página 188 | Futuros: Framework Place Strategic Foresight

“[…] Framework resultado da reflexão sobre o material disponível, em busca de elementos, processos e ferramentas que se adequem ou possam ser adaptados aos lugares, e é resultado da junção desses elementos aos processos e abordagens envolvidos no place branding e placemaking, sempre com a orientação conceitual e estratégica da Cidade Antifrágil. Muito distante de rein ventar a roda, como temia Sardar (2010), o objetivo aqui é mais curatorial do que propriamente criativo. Todos os frameworks anteriores, bem como a experiência acumulada ao longo dos anos de prática profissional com os lugares, contribuíram para a criação do Place Strategic Foresight.

FICHA TÉCNICA:

Título: Lugares Futuros Place Branding, Placemaking, Strategic Foreshigh para fortalecer lugares, cidades e países

ISBN: ISBN 978-65-982627-0-9
Autor: Caio Esteves
Categoria: Não ficção
Páginas: 204

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