Cultura
Neste domingo (8), acontece a primeira Feiras das Yabás de 2023
Quarteto Sumaré , Roda de Samba de Marquinhos de Oswaldo Cruz com Márcio Vanderlei do Estácio e Sérgio Loroza, são atrações.
Enfeitando a vida pois vem chegando carnaval. O Trem faz parte da paisagem dos subúrbios. No tempo do regime militar, eram cinzentas tristes as composições férreas que cortavam as periferias. O pré-carnaval ,ou seja, os meses de janeiro e fevereiro davam fantasia as mentes com as batucadas nos trens cantando os sambas que seriam sucessos no carnaval e assim coloriam com a alegria que não tardaria a chegar. Essa era a realidade na região da Grande Madureira , que no início do século passado viveu o encontro entre Estácio e Oswaldo Cruz com Bide Marçal e Brancura indo ao encontro de Paulo da Portela e seus companheiros. A feira das Yabás deste mês de janeiro será o retrato do pré-carnaval, numa viagem ao passado com o grupo de choro quarteto Sumaré relembrando os regionais dos morros e subúrbios. Depois Marquinhos de Oswaldo Cruz e Marcio Vanderlei, que é da terra de Ismael, irão relembrar os encontros Oswaldo Cruz e Estácio. Ao final, seremos contemplados com Sérgio Loroza lembrando os carnavais da sua Madureira.

O evento acontece neste domingo, dia 8 Janeiro, a partir das 13h, na Praça Paulo da Portela, em Oswaldo Cruz , zona norte do Rio de Janeiro. Grandes nomes da MPB, como Dona Ivone Lara, Leandro Sapucahy, Leci Brandão, Arlindo Cruz, Danilo Caymmi, Fátima Guedes, Hamilton de Holanda, Jongo da Serrinha, Guinga, entre outros, já marcaram presença na Feira.

A festa tem patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro,realização do Instituto Harmonya do Brasil, produção da MMachado Produções Culturais e a assessoria de imprensa da Código Morse Assessoria de Imprensa e Comunicação.

Além da boa música, o público ainda aproveita para experimentar a culinária típica do subúrbio carioca e pratos de origem africana nas 16 barracas expositoras, sob o comando das matriarcas das famílias mais importantes e tradicionais da região de Oswaldo Cruz: um imenso restaurante a céu aberto.
Entre as muitas opções, estão: mocotó, Angu a Baiana, feijoada, cozido, tripa lombeira entre outras iguarias do mundo do samba.
Serviço:
FEIRA DAS YABÁS – PRIMEIRA DO ANO
Roda de Samba de Marquinhos de Oswaldo Cruz com Márcio Vanderlei do Estácio e Sérgio Loroza
Abertura : Grupo de Choro , Quarteto Sumaré
Quando: Domingo, 8 Janeiro de 2023
Hora: a partir das 13h
Local: Praça Paulo da Portela – Estrada do Portela – Oswaldo Cruz
Evento gratuito
Mais informações: (21) 97036-4543
Classificação: Livre
Assessoria de imprensa: Enildo Viola
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza

