Mingos Lobo
Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais
Tem gente que chega de mansinho. Tem gente que chega fazendo barulho. E tem aquele que chega com a coragem de quem sabe que ainda há muito caminho pela frente.
É aí que aparece o nosso “moleque atrevido”.
Não necessariamente o atrevido que provoca ou desafia por vaidade. Mas aquele que se atreve a sonhar, a atravessar fronteiras, a ocupar espaços e a acreditar que pode fazer alguma coisa pelo outro.
A história de Fred Pacheco tem um pouco disso.
Nascido em Sorocaba, no interior de São Paulo, ele veio para o Rio de Janeiro ainda jovem. Antes da política, a música já fazia parte de sua vida. Foi compositor, cantor e integrante da Banda DOM. Também se formou em Direito e fez pós-graduação em Administração, passando posteriormente por atividades de gestão e pela administração pública.
Talvez seja por isso que a expressão “moleque atrevido” ganhe outra leitura quando colocada diante de sua trajetória.
Atrevido é quem ousa mudar de cidade para construir uma história.
Atrevido é quem troca o palco pelo desafio da vida pública.
Atrevido é quem aceita entrar numa arena onde cada decisão é observada, questionada e debatida.
E foi assim que Fred chegou à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Desde 2022, exerce seu primeiro mandato como deputado estadual. Na Alerj, preside a Comissão da Pessoa com Deficiência e ocupa a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça. A própria Assembleia registra sua atuação em temas relacionados à inclusão, aos direitos das pessoas com deficiência e às políticas sociais.
É uma trajetória que permite uma reflexão interessante.
Porque ajudar o próximo também exige atrevimento.
É preciso se atrever a ouvir aquilo que muitas vezes ninguém quer ouvir. É preciso se atrever a defender uma causa que nem sempre está no centro das atenções. É preciso se atrever a transformar uma história pessoal em compromisso público.
E talvez seja justamente aí que a velha imagem do samba encontra uma nova personagem.
O “moleque atrevido” não é aquele que simplesmente chega.
É aquele que chega e resolve ficar na roda.
Que aprende os caminhos.
Que enfrenta os desafios.
Que sua a camisa.
Que entende que, depois de chegar, existe uma responsabilidade ainda maior: fazer com que outras pessoas também tenham a oportunidade de chegar.
Fred Pacheco encontrou na política uma nova etapa de uma trajetória que já havia passado pela música, pela gestão e pela administração pública. E agora essa história também está registrada nos corredores, nas comissões e nos debates da Assembleia Legislativa.
No samba, o personagem atrevido representa a coragem de ocupar seu lugar.
Na vida pública, essa coragem precisa ser acompanhada de trabalho, escuta e responsabilidade.
E é justamente por isso que uma trajetória merece ser conhecida antes de ser julgada.
Porque chegar até aqui já conta uma história.
E o que vem depois é outra história que ainda está sendo escrita.
Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais.
Mingos Lobo
Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais
Tem gente que chega de mansinho. Tem gente que chega fazendo barulho. E tem aquele que chega com a coragem de quem sabe que ainda há muito caminho pela frente.
É aí que aparece o nosso “moleque atrevido”.
Não necessariamente o atrevido que provoca ou desafia por vaidade. Mas aquele que se atreve a sonhar, a atravessar fronteiras, a ocupar espaços e a acreditar que pode fazer alguma coisa pelo outro.
A história de Fred Pacheco tem um pouco disso.
Nascido em Sorocaba, no interior de São Paulo, ele veio para o Rio de Janeiro ainda jovem. Antes da política, a música já fazia parte de sua vida. Foi compositor, cantor e integrante da Banda DOM. Também se formou em Direito e fez pós-graduação em Administração, passando posteriormente por atividades de gestão e pela administração pública.
Talvez seja por isso que a expressão “moleque atrevido” ganhe outra leitura quando colocada diante de sua trajetória.
Atrevido é quem ousa mudar de cidade para construir uma história.
Atrevido é quem troca o palco pelo desafio da vida pública.
Atrevido é quem aceita entrar numa arena onde cada decisão é observada, questionada e debatida.
E foi assim que Fred chegou à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Desde 2022, exerce seu primeiro mandato como deputado estadual. Na Alerj, preside a Comissão da Pessoa com Deficiência e ocupa a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça. A própria Assembleia registra sua atuação em temas relacionados à inclusão, aos direitos das pessoas com deficiência e às políticas sociais.
É uma trajetória que permite uma reflexão interessante.
Porque ajudar o próximo também exige atrevimento.
É preciso se atrever a ouvir aquilo que muitas vezes ninguém quer ouvir. É preciso se atrever a defender uma causa que nem sempre está no centro das atenções. É preciso se atrever a transformar uma história pessoal em compromisso público.
E talvez seja justamente aí que a velha imagem do samba encontra uma nova personagem.
O “moleque atrevido” não é aquele que simplesmente chega.
É aquele que chega e resolve ficar na roda.
Que aprende os caminhos.
Que enfrenta os desafios.
Que sua a camisa.
Que entende que, depois de chegar, existe uma responsabilidade ainda maior: fazer com que outras pessoas também tenham a oportunidade de chegar.
Fred Pacheco encontrou na política uma nova etapa de uma trajetória que já havia passado pela música, pela gestão e pela administração pública. E agora essa história também está registrada nos corredores, nas comissões e nos debates da Assembleia Legislativa.
No samba, o personagem atrevido representa a coragem de ocupar seu lugar.
Na vida pública, essa coragem precisa ser acompanhada de trabalho, escuta e responsabilidade.
E é justamente por isso que uma trajetória merece ser conhecida antes de ser julgada.
Porque chegar até aqui já conta uma história.
E o que vem depois é outra história que ainda está sendo escrita.
Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais.

Mingos Lobo
As Sandálias do Andarilho do Povo
As Sandálias do Andarilho do Povo
Olha, seu moço, vou te contar uma história de quem caminha com a fé, que percorre vias e vielas para mostrar que está ali, junto do próximo, onde o céu é o limite. Esse andarilho é Felipinho Ravis.
Olha, seu moço, deixa eu te contar a trajetória de quem começou com os pés descalços, vindo da periferia da Baixada Fluminense, e que tem como nome de pia, batismal, Felipe Rangel Garcia. Ele chegou a esta terra sofrida no dia 13 de maio de 1988.
O Arquiteto do Universo escolheu a data do centenário da Abolição da Escravatura para colocar na Terra aquele que haveria de lutar pela abolição e pela libertação das injustiças sociais e das desigualdades daqueles que ainda não são verdadeiramente libertos nas periferias do Rio de Janeiro.
Mas muito cedo, seu moço, esse menino começou a pôr a perna no mundo. Com uma lanchonete pequenininha, começou a construir o seu sonho e o sonho dos seus.
Olha, seu moço, mas quem nasceu para lutar não prende no peito a força e a garra de representar o seu povo.
E então, como Jesus, Felipinho começou sua caminhada. Uma caminhada que começou lá atrás, com os pés descalços, e que depois ganhou sandálias surradas de tanto bater às portas, ouvir sua gente e conhecer de perto suas dores. Foi assim que chegou à vereança de Nova Iguaçu.
Olha, seu moço, o nosso andarilho chegou muito bem à Câmara dos Vereadores, fazendo frente a muita gente que se sentava em um parlamento de paletó aberto, com barrigas de orgulho e olhos de descaso para os seus.
Mas, seu moço, naquela casa, de pé, Felipe pôde falar. E também pôde ouvir muita gente.
Só que quem nasceu para caminhar não pode parar.
E o andarilho, mais uma vez, calçou suas sandálias e saiu para caminhar com os seus. Foi ouvir sua gente e levar sua voz para a esfera legislativa estadual.
E olha, seu moço, não é que aquele menino chegou agora falando do seu povo e da sua gente para outros paletós abertos e olhos baixos, escondidos atrás de óculos sobre o nariz na assembleia legista do Rio .
É, seu moço… Mas quem grita e berra pelo seu povo não fica parado em praça vazia, sem coreto. O nosso menino sentou-se em muitas mesas para trabalhar por nossa gente.
Mas aí, seu moço, você pergunta: como termina essa história?
A história não acabou, não.
Ele continua a caminhar pela sua gente, com as mesmas sandálias surradas, correndo por essa cidade que tem um Redentor de braços abertos, mas que não consegue abraçar todos.
E Felipinho Ravis está lá, para representar esse povo sofrido, bem longe dos braços abertos da Guanabara.
E mais uma vez, seu moço, ele caminha para estar na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, para falar das mazelas, das necessidades e dos sonhos dessa gente diante daqueles que vestem paletós e se sentam em suas cadeiras.
É, seu moço…
Esse é o nosso menino.
Felipinho Ravis.
O Andarilho do Povo.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

