Política
Gilmar Machado assume cargo no Governo Lula
O ex-deputado federal e ex-prefeito de Uberlândia, Gilmar Machado (PT-MG), está no segundo escalão do Governo Lula. Em Brasília desde meados de janeiro, sua nomeação foi publicada em edição do Diário Oficial da União (DOU) do dia 17 de fevereiro. Gilmar é Assessor Especial da Secretaria Especial de Assuntos Parlamentares da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República, pasta responsável pela coordenação política e condução do relacionamento com o Congresso Nacional e partidos políticos.
Gilmar Machado está trabalhando no Palácio do Planalto diretamente com o Presidente Lula e o ministro Alexandre Padilha. Entre as suas principais atribuições, Gilmar é o responsável pelo planejamento do orçamento da União e a articulação com prefeitos, governadores, deputados estaduais e federais, senadores e ministros.

O orçamento da União é inclusive uma área na qual Gilmar tem grande experiência pois, enquanto deputado federal, ele foi presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamento Público e Fiscalização e relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Na época, Gilmar Machado foi responsável pelo orçamento que garantiu o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC I e II), que viabilizou várias obras em todo o país. Na região do Triângulo Mineiro, por exemplo, pelo PAC I e II destaca-se a duplicação da BR-365, entre Uberlândia e o Trevão de Monte Alegre; a construção do Anel Viário Norte em Uberlândia; a duplicação da BR-050 incluindo a construção de viadutos, ponte, trincheiras e passarela de pedestres, entre Uberlândia e Araguari; e o complexo de viadutos do Parque do Sabiá em Uberlândia, que inclusive contou com a presença do presidente Lula quando inaugurado. Também é importante ressaltar a viabilização de recursos para a expansão da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) para as cidades de Ituiutaba, Monte Carmelo e Patos de Minas.

Biografia
Professor, formado em História pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com mestrado em Educação pela Universidade de Uberaba (Uniube), Gilmar Machado foi prefeito de Uberlândia, deputado estadual por dois mandatos e deputado federal por quatro. No Congresso Nacional, esteve por três anos consecutivos na vice-liderança do governo Lula, tendo sido reconduzido à vice-liderança também no governo da presidenta Dilma Rousseff. Entre 2006 e 2012 figurou entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso, sendo reconhecido por sua alta capacidade de articulação política e livre trânsito entre os Poderes.
Fundador do PT em Uberlândia (MG) e um dos fundadores do PT no Estado, Gilmar se destacou como deputado federal, quando foi presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamento Público e Fiscalização; relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO); presidente das Comissões de Educação e Cultura (2001); relator do Estatuto do Torcedor, sancionado em 15 de maio de 2003, pelo presidente Lula; relator do Estatuto do Esporte e da Lei Aguinelo Piva, que garante recursos para o esporte, por meio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Comitê Paraolímpico Brasileiro, entre estes o bolsa atleta. Gilmar também destaca-se por ser o autor da Emenda Constitucional 48, que criou o Plano Nacional de Cultura, que inclusive esteve vigente até dezembro de 2022.
Política
Secretário Luiz Martins recebe Medalha Tiradentes em sessão solene no Palácio Tiradentes

O secretário de Trabalho e Renda do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Martins, foi homenageado com a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria concedida pelo Legislativo fluminense.
A entrega ocorreu durante sessão solene no Plenário do Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.



A homenagem foi proposta pelos deputados estaduais Daniel Martins e Rodrigo Pires Amorim. Em um dos momentos mais marcantes da cerimônia, Luiz Martins recebeu a medalha das mãos do próprio filho, o deputado Daniel Martins, tornando a solenidade ainda mais simbólica e emocionante.
Ao agradecer a honraria, o secretário destacou que o reconhecimento não representa apenas uma conquista pessoal, mas o resultado de uma trajetória construída com compromisso público. Segundo ele, a medalha simboliza anos de dedicação à educação pública, ao esporte, à saúde, à defesa dos idosos e a diversas pautas defendidas ao longo de sua vida pública.
“Essa medalha aumenta ainda mais a minha responsabilidade. Honrarias passam, mas o legado construído com trabalho, dedicação e compromisso com o povo é o que realmente permanece. Seguimos firmes pelo Rio de Janeiro”, declarou.
A cerimônia contou com a presença do secretário da Casa Civil, Nicola Miccione; da deputada estadual Sarah; do deputado federal Luciano Vieira; do deputado estadual Alexandre Knoploch; além do advogado José Nilson Rodrigues, familiares e demais autoridades.
Luiz Martins também fez um agradecimento especial à família, ressaltando o apoio constante ao longo de sua caminhada pública.
A Medalha Tiradentes é concedida a personalidades que prestam relevantes serviços ao Estado do Rio de Janeiro, reconhecendo contribuições significativas para o desenvolvimento social, político e econômico fluminense.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

