Negócios
E-commerce aposta em parcerias estratégicas com empresas de logística para melhorar sua reputação junto ao consumidor
Com base em Belo Horizonte, Bela Magazine aumentou em, praticamente, 70% a quantidade de parceiros para ter uma entrega mais rápida
A pandemia trouxe uma nova realidade na vida das pessoas e potencializou a inclusão digital e o consumo online, devido ao isolamento social. De acordo com a edição brasileira do Índice Global de Compras Digitais, realizado pela provedora de serviços de pagamento online Cybersource e a plataforma de notícias econômicas PYMNTS, a principal mudança no comportamento do consumidor brasileiro foi o aumento da preferência por compras em canais virtuais, fazendo com que e-commerces como a Bela Magazine, no mercado desde 2018, revisassem suas estratégias de logística para crescer e aproveitar esse novo cenário.
Embora a compra em lojas físicas tenha maior participação no Brasil do que em outros mercados estudados, como Reino Unido e Estados Unidos, a preferência por compras em loja caiu 17% desde o início da COVID19, representando a maior queda nos mercados estudados, aponta o índice. Em 2021, a prioridade dos consumidores brasileiros por realizar suas compras digitalmente – por meio de canais online, móveis e de retirada na loja – chegou a 46% no geral.
Para o diretor comercial da Bela Magazine, Neimar Santos, essa alteração do comportamento do consumidor, ainda durante a pandemia, proporcionou alguns desafios para o e-commerce. “Durante a pandemia, veio uma grande quantidade de consumidores que não faziam compras online. Então, foi um período em que a gente precisou se adaptar a esses novos clientes. O índice de questionamentos e o nosso trabalho no SAC aumentaram bastante, principalmente com esses consumidores querendo informações sobre quando o produto deles irá chegar. Ou seja, a logística passou a ser um ponto de transformação para fidelização e satisfação do cliente”, afirma.
O desafio principal passou a ser a impaciência pela espera do produto. “Em relação aos clientes que já compravam online, o que vimos foi uma necessidade de o item chegar um pouco mais rápido. Antes da pandemia existia uma certa paciência em aguardar um determinado período para esse produto chegar, mas durante a pandemia percebemos que essa urgência acabou ficando um pouco mais aflorada”, explica Neimar Santos.
A solução encontrada pela Bela Magazine foi investir em um transporte mais eficiente dos seus produtos. “Reforçamos os contratos com as transportadoras e aumentamos em, praticamente, 70% a quantidade de parceiros logísticos para termos uma entrega mais rápida”, diz o diretor comercial da empresa.
Esse investimento em logística por parte da Bela Magazine permitiu à empresa acompanhar o boom das compras online e a atual tendência de um consumo cada vez mais híbrido. Segundo o levantamento de dados realizado pela Globo, 54% dos consumidores brasileiros pretendem manter a atividade de compras online, adquirida durante a pandemia.
Sobre a Bela Magazine
Fundada em 2018, a Bela Magazine é um e-commerce que busca oferecer uma gama de produtos para o lar: móveis (cozinha, escritório e quarto infantil), eletrodomésticos, malas de viagem, tecnologia e itens de utilidades domésticas. Tudo isso aliado a preços acessíveis, qualidade, design e atendimento personalizado pelo site.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
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