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Cultura

Líder da Meta na América Latina e atleta Pan-Americana são palestrantes em evento da Comunidade Ohana sobre visibilidade materna

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ECO – Encontro de Conexões Ohana será realizado na casa de empreendedorismo materno B2Mamy, em São Paulo, no dia 13 de maio. Inscrições abertas

“Quando uma mulher engravida, deixa de pertencer a si. Há uma infinidade de cuidados e regras a serem seguidos, de hábitos a serem deixados. Todos, menos ela, tornam-se sábios especialistas. A mulher, um receptáculo. Somos silenciadas.” – Trecho do livro Ohana: a maternidade ecoa, escrito por Déa Aguiar e Marcela Bueno e publicado pela Editora InVerso.

O livro produzido pela Comunidade Ohana é a base para a construção do ECO – Encontro de Conexões Ohana, evento a ser realizado no dia 13 de maio, das 15h às 18h, na Casa B2Mamy, em São Paulo, que vai abordar a visibilidade materna e o futuro das mulheres construído por elas mesmas. A escritora Déa Aguiar e mães entrevistadas para a elaboração do livro farão uma Roda de Conversa sobre o processo de desenvolvimento da obra, pessoal e profissionalmente. As inscrições estão abertas ao público e devem ser feitas pela Sympla.

Outros grandes nomes prometem envolver as participantes. Como Mafoane Odara, líder de Recursos Humanos da Meta para América Latina e ativista por diversidade, equidade e inclusão, ela também é psicóloga, consultora e colunista da Revista Marie Claire. A atleta Pan-Americana de vela e consultora em Desenvolvimento Humano e Carreira, Renata Meneghelo, será outra speaker presente.

“O ECO foi desenvolvido com muita atenção, ética e carinho para que as vozes das mulheres como um todo estivessem muito bem representadas por meio das convidadas à frente da programação. Nós sabemos da relevância e vivemos a real necessidade de falarmos de temas como visibilidade materna, saúde mental e rede de apoio, de modo a gerar resultados reais, por isso a Comunidade Ohana foi criada há seis anos e por isso também ela cresce a cada dia levando informação científica com acolhimento à tantas famílias”, afirma Cris Vasconcelos, fundadora e Community manager da Comunidade Ohana.

O livro “Ohana: a maternidade ecoa” e o evento ECO fazem parte dos resultados da última edição do programa global de aceleração da Meta destinado às comunidades mais relevantes da bigtech, o Aceleradora de Comunidades 2022, do qual a Ohana foi uma das selecionadas. Composta por um time criteriosamente preparado, multidisciplinar e empático, a Comunidade Ohana atende, atualmente, quase 18 mil pessoas que buscam informações de confiança para cuidar das crianças. Vamos aprender com as histórias umas das outras e ainda contar com a expertise das nossas palestrantes para pensar em nossos futuros”, comenta Cris.

As speakers

Mafoane Odara é mãe, líder de Recursos Humanos na Meta para a América Latina, ativista pela diversidade, equidade e inclusão, psicóloga e mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), e colunista da revista Marie Claire. Ela também é presidente do Conselho de Administração do Fundo Brasil de Direitos Humanos e integra o Conselho de Diversidade da FGV-SP e os Conselhos Consultivos do Instituto Vamos Juntas e da RenovaBR. Por cinco anos, Mafoane também foi coordenadora de área com base em violência de gênero do Instituto Avon.

Renata Meneghelo é mãe, atleta Pan-Americana de Vela (2003), consultora em Desenvolvimento Humano e Carreira voltados para mulheres.  Graduada em Administração de Empresas pela USP, com MBA em Marketing pela ESPM, Renata já trabalhou no setor de Marketing de corporações como Alpargatas, Bacardi e Heineken e em diversas consultorias até abrir a sua própria.

Serviço

ECO – Encontro de Conexões Ohana

13 de maio, das 15h às 18h

Casa B2Mamy

  1. Mateus Grou, 576 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05415-040

Inscrições: Sympla

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Celebridades

Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.

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O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.

Origem e Crescimento

O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.

Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.

Base de Apoio

Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.

Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.

Críticas e Controvérsias

O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.

Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.

Perspectivas Futuras

Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.

O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.

Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.

 

 

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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