Cultura
Samba 1 das Eliminatórias do Salgueiro se Apresenta Neste Sábado (7), com Sede de Vitória
A cada eliminatória de samba-enredo do Acadêmicos do Salgueiro, o Samba 1, dos compositores Moisés Santiago, Serginho do Porto, Gilmar L. Silva, Aldir Senna, Orlando Ambrosio, Marquinho Bombeiro, Wilson Mineiro e Gigi da Estiva, que tem os intérpretes Marquinho Art Samba, Wantuir e Tuninho Junior, defende com maestria a obra. O samba vem ganhando força entre os componentes e torcedores da Academia do Samba.
GR.E.S. Acadêmicos do Salgueiro – 2024 Enredo: Hutukara Defesa da Composição do Samba 1 Compositores: Moisés Santiago – Serginho do Porto – Gilmar L. Silva – Aldir Senna – Orlando Ambrosio – Marquinho Bombeiro – Wilson Mineiro – Gigi da Estiva
Nossa parceria procurou ser fiel aos cinco setores apresentados na sinopse do enredo mantendo a ordem cronológica dos fatos narrados.
SETOR 1 – A Terra-Floresta: Hutukara Exaltamos o orgulho dos Yanomami como VERDADEIROS filhos da Terra e herdeiros da grande Floresta Amazônica.
SETOR 2 – Por Dentro da Mata Neste setor, abordamos a espiritualidade e a vida na floresta. À noite, os Xamãs entram em transe e se comunicam com os sagrados espíritos dos Xapiris, buscando a purificação e a proteção do Seu Deus Omama. Apresentamos também o convívio diário dos Yanomami: pesca, caça, as festividades em comemoração à fartura e união com outras aldeias.
SETOR 3 – A Tragédia Yanomami Na segunda metade do século XX, o Exército Brasileiro inicia uma série de missões nas terras Yanomami. O homem branco, movido pela ambição devido à grande riqueza da floresta, leva a ganância e cobiça para o seio da Amazônia. Dá-se início à tragédia ambiental: poluição de rios, matas e terras, trazendo guerras e mortalidades. A terrível fumaça do mal “XAWARA”!
SETOR 4 – Waitheri, Totihi, Paheti! – Coragem, Beleza e Verdade Yanomami É chegada a hora de enaltecer a força, beleza e criatividade dos Yanomami. Falamos do orgulho em considerar-se exímios nadadores, de enfrentar e vencer as adversidades, seus artesanatos, escritores, culturas e o sentimento de pertencimento à terra.
SETOR 5 – O Sonho de um Brasil Indígena O sonho para os Yanomami é sagrado. Tratamos aqui do sonho de DAVI KOPENAWA, seu maior líder: o Brasil do Cocar, união dos Povos Originários. HUTUKARA é o grande símbolo de união da Nossa Nação! “Temos a certeza de que seguimos à risca a proposta do carnavalesco Edson Pereira, do enredista Igor Ricardo e de toda diretoria do Salgueiro para, juntos aos desígnios do grande Xamã e líder Yanomami, DAVI KOPENAWA, bradarmos por um Brasil-Cocar! ‘Yanomami, eu sou!’ – Samba 1″
A próxima eliminatória de samba-enredo do Salgueiro acontece neste sábado, a partir das 22h, na quadra da Escola que fica na Rua Silva Teles, 104 – Andaraí, Rio de Janeiro. Venham se juntar à nossa torcida. Sua presença é muito importante para o Samba 01.
Transmissão: Os torcedores que não puderem acompanhar a apresentação do Samba 1 podem assistir à disputa, ao vivo, através do SalgueiroTV, canal oficial da escola no Youtube.
Salgueiro será a terceira escola a cruzar o Sambódromo da Marquês de Sapucaí no domingo de Carnaval, dia 11 de fevereiro, pelo Grupo Especial. A agremiação levará para a Avenida o enredo “Hutukara”, que pretende fazer um alerta em defesa da Amazônia e, em particular, dos Yanomami, que sofrem os efeitos da ação de garimpeiros em sua região. O desfile terá a assinatura do carnavalesco Edson Pereira, que fará seu segundo trabalho consecutivo na Academia do Samba.

Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza

