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Thaís Tolentino assume cargo de CMO na MangoLab

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A MangoLab, plataforma que atua como laboratório cultural e vitrine artística, tem ganhado cada vez mais espaço no mercado, fazendo curadoria musical de festivais como MITA Festival e Doce Maravilha, criando projetos musicais com grandes marcas e desenvolvendo palcos para revelar novos nomes da música. Pensando nos grandes eventos e ações que farão parte do calendário de 2024, a empresa agrega ao time a nova CMO Thaís Tolentino, com o desafio de assumir o marketing da plataforma.

Ao longo de sua carreira, Thaís integrou o time de marcas renomadas como Oakley e Ray-Ban, assumiu cargos como Head Nacional de Cultura e Relacionamento de Beck’s, na Ambev, e Head de Marketing, Patrocínio e Projetos Especiais no MECA, evento multicultural com artistas e pensadores. Também liderou projetos junto a eventos como Primavera Sound, Lollapalooza, Time Warp, Gop Tun, Selvagem e ArtRio, e  agora assumirá a gestão do time e agência: “Fazer parte da Mangolab foi um movimento muito natural, fruto de uma relação de admiração mútua que nutrimos desde o começo da empresa. Como CMO, espero expandir a atuação da agência e a sua colaboração com marcas e o mercado, criando projetos que reforcem o nosso propósito de ter a música como vetor de conexão e transformação”, diz. 

Rodrigo Tavares, CEO da MangoLab, reforça que “Estamos cada vez mais estruturados para viver nosso mote de sermos um laboratório cultural e vitrine artística. Nesse momento de mais conexão com projetos da Bonus Track, não pensei em outro nome para assumir toda operação da agência MangoLab. Como CEO, sigo olhando toda a estratégia e expansão de negócios da empresa, e ter a Thaís conosco sem dúvidas é um passo importante para nosso desenvolvimento, tanto criativamente, quanto para gestão do nosso time”.

A MangoLab faz parte do grupo Bonus Track, liderado por Luiz Oscar Niemeyer e Luiz Guilherme Niemeyer, conhecida por shows históricos, como dos Rolling Stones na praia de Copacabana e todos os shows de Paul McCartney no país, inclusive, a nova turnê do artista no Brasil no próximo mês e Roger Waters, que desembarca ainda esse mês. A MangoLab age como agência criativa do grupo e também criando novos palcos e projetos com propósito de fomentar a indústria da música.

“A Thaís tem um belo histórico de projetos no mundo da música além de ter assumido cadeiras importantes em gestão de equipes de multinacionais. Sua sensibilidade e criatividade será um grande ganho para a MangoLab e o grupo Bonus Track. Tendo ela como  CMO da empresa, o Rodrigo irá manter seu cargo como CEO e dividir a liderança da empresa para expandir as áreas de curadoria e relacionamento artístico da Bonus Track”, completa Luiz Guilherme Niemeyer.

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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