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Cultura

Profissionalização: empreendedorismo cultural é tema de Workshop gratuito para quem deseja trabalhar na área

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A temporada do espetáculo Palavras de MULHER já acabou, porém, nas quartas, 31 de janeiro, e no dia 7 de fevereiro, oferecerá  o workshop gratuito “Caminho das Pedras: da Arte ao Produto Cultural“, apresentado por Patricia Castro, que abordará os temas:  como conceber, formatar, inscrever e prestar contas de seus projetos junto aos órgãos públicos,  legalização do proponente e do projeto,  planejar orçamento, contrapartidas, a importância das políticas culturais, bem como,  introdução às leis de incentivo fiscal ( ISS, ICMS e Rouanet). Inscrição pelo link: bit.ly/workshopcaminhodaspedras

Patricia Castro, idealizadora da iniciativa, é gestora cultural, consultora na área de fomento a cultura, CEO da Arte Cultura e diretora executiva do projeto Palavras de Mulher, e oferece as aulas voltadas para artistas, autores, artesãos, bibliotecários, bailarinos/dançarinos, estudantes, professores, produtores, agentes culturais de grupos, coletivos e  instituições culturais, públicas ou privadas que desejam aprender  como elaborar e adequar seus projetos, prever orçamentos, contrapartidas, e também como  e onde buscar recursos para realizarem seus projetos.

O workshop irá não só desmistificar, como democratizar o acesso aos mecanismos de gestão, produção e empreendedorismo cultural, sob uma consultoria direcionada aos artistas, técnicos e agentes culturais, ajudando a “transformar sua ideia em produto cultural”, que possa gerar renda, para fomentar a economia criativa, fazendo com que o profissional tenha condições de viver da sua própria arte.

Essa é uma contrapartida social do projeto Palavras de Mulher, inscrito na Lei Rouanet, para ajudar os participantes a criar e produzir seus projetos, aplicar os conhecimentos adquiridos durante o workshop, organizar suas ideias, definir conceitos, estratégias, com fins de adequar e inscrever projetos em editais de fomento direto (editais de patrocínio) ou indireto (leis de incentivo fiscal).

Patricia conta que o ano de 2023 foi um marco na cultura inicialmente com a reconstrução do Ministério da Cultura, aprovação da Lei Paulo Gustavo (LPG), com repasse de R$ 3,8 bilhões para ações emergenciais no setor cultural em todo o país e a aprovação da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), que prevê repasses anuais de R$ 3 bilhões da União aos estados e municípios para ações no setor cultural durante 5 anos. A profissional está otimista, e revela que 2024 será um ano de crescimento no setor cultural e criativo.

 

“Diante deste novo cenário, destaco atenção às oportunidades na área de fomento à cultura, para a formação em empreendedorismo cultural, a fim de promover o fortalecimento da cadeia produtiva cultural.  O mercado cultural movimentou R$ 230 milhões em 2020 e representou 3,1% do PIB, isto é, a soma das riquezas que o país produziu nesse período, mostrando o quanto o setor cultural necessita de fazedores e trabalhadores da cultura, capacitados para captar, gerenciar e produzir em todas as etapas do ciclo de um projeto, desde a concepção até a prestação de contas junto aos órgãos públicos. Que os interessados por esta área de trabalho, venham estar conosco, nessa troca com dicas sobre a administração do mercado artístico e do entretenimento”, finaliza.

Mais sobre Patricia Castro:

Patricia é Gestora Cultural e consultora na área de fomento há quase 30 anos. A frente da produtora cultural Arte Cultura LTDA, atua na direção, gestão, elaboração, formatação, inscrição e prestação de contas projetos culturais, em editais de patrocínio e leis de incentivo fiscal.

Com um extenso currículo, que traz MBA Gestão Cultural e Gestão Empresarial (UCAM), Bacharel em Design (UniverCidade) e Profissional Dança-DRT: 24.721 (SPD-RJ), tem assinado importantes projetos culturais, como a direção de Produção da Cia. DANÇA 3 (Andrea Raw), direção Geral do espetáculo teatral Palavras de MULHER, dentre outros que estão em período de captação. Atuou na direção de diversos segmentos culturais e equipamentos, como a gestão no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (SMC-RJ-2020/21). Direção Casa da Marquesa de Santos (FUNARJ-2017/18). Coordenação de Projetos na Biblioteca Parque Estadual (SECEC-RJ-2018/19). Gestão Cultural no Museu Internacional de Arte Naif – MIAN (2011/16). Coordenação de projetos Ecomuseu Sta. Cruz (SMC-2014/18). Coordenação de projetos RHBN (Secretaria de Cidadania / MinC – 2010/11). Analista de Cultura setores dança e artes visuais (SESC RIO-2005/09). Sua experiência profissional diversificada ampliou significativamente seu olhar sobre as necessidades da cadeia produtiva cultural, não apenas como poder público, mas também como sociedade civil. O resultado veio através do curso “Caminho das Pedras: da Arte ao Produto Cultural”, ministrado desde 2016, onde desenvolve um valioso trabalho para estimular os profissionais a entrarem na área do empreendedorismo cultural, contribuindo positivamente para o fomento da economia criativa e a difusão cultural. Neste ano ainda, Patricia pretende lançar um livro, como resultado do curso, intitulado “Guia da Arte ao Produto Cultural – Caminho das Pedras”.

Serviço:

Datas | Horário:

– 31/01/24 – das 9h às 13h.

– 07/02/24 – das 9h às 13h (com a presença do intérprete de libras).

Inscrição:  bit.ly/workshopcaminhodaspedras

 

Capacidade: 50 pessoas por oficina (100 vagas)

Carga Horária total: 8h (2 aulas com 4hs cada)

Realização: Ministério da Cultura e Arte Cultura:

www.instagram.com/arteculturacomvc

Patrocínio: ForShip Engenharia

Informamos que os dados pessoais não serão divulgados.
*Obrigatório

Local: Biblioteca Parque Estadual (Hall da Sala Daiana Ferreira).

Endereço: Av. Pres. Vargas, 1261 – Centro, Rio de Janeiro

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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