Negócios
Organização aliada aos bons negócios: Felipe Cassola mostra como se torna fácil estabelecer processos dentro na rotina das empresas
A gestão de processos nas empresas reside principalmente no fato de que essa é uma prática que influencia o nível de competitividade do negócio no mercado.
Uma empresa capaz de organizar seus processos consegue identificar oportunidades de melhoria mais facilmente e torná-los mais eficientes.
Por esse motivo o empreendedor Felipe Cassola, empresário do ramo de construção civil há mais de 10 anos e criador da página Além do CNPJ, aponta que é preciso considerar a importância de estabelecer esses processos para o sucesso de uma empresa, independente de seu tamanho ou estrutura. “Em primeiro lugar, tudo o que é feito dentro da sua empresa, independentemente do tamanho, tem um único objetivo, movimentar a operação de forma coordenada. Tudo que acontece na empresa precisa ser realizado com esse intuito. Então, se os processos estiverem “tortos” ou ineficientes, será mais complicado de se chegar ao objetivo.”
Segundo o empresário, com os processos na empresa rodando de forma desordenada, as práticas de trabalho acabam por não ser uniformes, não seguem um padrão. “E o que acontece? Sua empresa fica refém de processos pessoais e pior, refém do próprio dono. O conhecimento fica restrito na cabeça das pessoas, se elas saem, levam consigo toda a inteligência conquistada da empresa. Ou seja, isso é um grande problema! Sua empresa deve rodar independentemente de você e dos colaboradores. Por isso, a importância de se ter processos.”
Felipe Cassola aponta quais são os principais processos em uma empresa. Confira:
Controle
Com uma boa gestão de processos é possível controlar cada etapa do trabalho de forma mais efetiva. Ou seja, identificando falhas e desenvolvendo estratégias para momentos críticos. Quem não controla não administra.
Produtividade
Com tudo sistematizado, as áreas e seus colaboradores serão mais produtivos. Visto que todo mundo já sabe como, onde, quando e de que forma fazer. Acima de tudo, os processos bem claros também são importantes na diminuição de erros e falhas no trabalho.
Previsibilidade
Os processos na empresa dão ainda mais previsibilidade ao seu negócio. Todo o trabalho, independentemente da área, é feito dentro de parâmetros pré-definidos pela empresa. Desta forma, mantendo um padrão de produção, o que reflete diretamente na qualidade de um produto ou serviço.
Conhecimento
Conhecimento é tudo! Além disso, os processos na empresa compartilham os conhecimentos. Com tudo organizado e os processos definidos, é preciso explicar e ensinar os colaboradores. Com isso, o conhecimento é compartilhado e disseminado, criando um padrão, como falamos acima, sem que apenas alguns colaboradores detenham a “fórmula mágica” do seu negócio. O conhecimento precisa estar em papel (POP), e não apenas na cabeça das pessoas.
Avaliação continuada
Mesmo com todos os processos rodando na empresa, é sempre importante avaliar e reavaliar tudo que vem sendo feito. Tenha em mente que há sempre uma forma mais simples e mais fácil de fazer as coisas. Basta enxergá-la e estar sempre aberta a mudanças.
Como um PDCA, o ciclo de processos segue o mesmo conceito, sendo 1) mapeamento, que nada mais é do entender o andamento atual da empresa e, com tais informações, criar uma espécie de mapa de como hoje as coisas funcionam, 2) planejamento, que é, conforme esteja munido de informação, hora de entender os elos e suas falhas, analisando ponto a ponto com criticidade para identificar oportunidades de ajustes de melhoria; 3) Implementação que, com o planejamento efetuado e escrito, chega-se o o momento de ir para ação, trazendo o planejamento para a prática e por fim a 4) Checagem que trata-se da avaliação continuada, isto é, tornar esse processo cíclico, sempre buscando ajustes e melhorias.
“Uma empresa sempre precisará de ajustes nos processos, afinal, um CNPJ é orgânico. Os processos devem fluir junto com a empresa, acompanhando suas demandas do cenário atual”, conclui Felipe Cassola.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
destaque
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Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

