Cultura
Inscrições para redes públicas de ensino interessadas em promover educação cidadã em 2024 vão até 30 de novembro
ONG apoia escolas a atuar de acordo com Lei 10.639, que estabelece obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira
A ONG Viven – Cidadãos para um Amanhã Melhor – recebe até o dia 30 de novembro as inscrições das escolas das redes públicas que queiram contar com seu programa de formação em Educação Cidadã. Podem ser apoiadas pela Viven, escolas das redes de ensino municipais, estaduais ou federais. A ONG conta com financiamento privado e as selecionadas não terão que arcar com qualquer custo.
O propósito da Viven é trazer a Educação Cidadã e contribuir com a formação integral dos estudantes, sempre preservando o contexto e as particularidades de cada escola. Por meio da parceria, a Viven responde pela formação dos professores e oferece suporte para que eles multipliquem as mesmas vivências com seus estudantes.
“Trabalhar com o suporte da Viven é sensacional. Seu grande diferencial são as metodologias ativas que colocam a teoria em prática e tornam o ambiente de estudos leve e construtivo”, conta Kátia Flávia Porfirio de Farias Silva, gerente da área pedagógica da Secretaria de Educação do Município de Junqueiro, em Alagoas. “Nossas formações não são mais as mesmas desde que conhecemos a Viven: crescemos e amadurecemos profissionalmente e aprendemos com a Viven que – para dar o nosso melhor – precisamos vivê-lo em nós mesmos”, complementa.
Para Pollyanna de Lima Freire, gestora de Escolas Técnicas da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, a Viven contribui de maneira significativa para o desenvolvimento das competências socioemocionais dos estudantes do Ensino Médio. “O projeto se destaca pelas formações promovidas aos professores e pelo acompanhamento individualizado dos docentes, engajando-os e preparando-os para trabalhar a temática em sala de aula”, explica. “A Viven fomenta uma formação ampla e desenvolve competências socioemocionais, em linha com a política pública de Educação Integral de Pernambuco, que busca formar os estudantes considerando todas as dimensões do ser humano”, acrescenta.
O trabalho da Viven tem origem na High Resolves, organização pioneira que, desde 2005, leva a Educação Cidadã a escolas de diversos países. O trabalho utiliza conceitos da Neurociência, Teoria dos Jogos e Economia Comportamental, com resultados comprovados na prática. No Brasil desde 2019, a ONG já implementou sua metodologia em 318 escolas de 111 cidades, contando com mais de 170 mil participações de estudantes nas vivências desenvolvidas.
Poderão se inscrever no edital da Viven, redes públicas de todas as regiões do Brasil que ofereçam Ensino Fundamental II (6°, 7°, 8° e 9°), Ensino Médio (Regular ou Técnico), EJA (Ensino Fundamental II e Médio), tanto de escolas de tempo parcial, como integral.
A Viven E Sua Contribuição Para A Lei 10.639
“Dentro da nossa atuação, um dos temas que trabalhamos é a equidade racial. Por meio de uma trilha formativa, contribuímos com as redes comprometidas em atuar de acordo na Lei 10.639, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas do Brasil”, conta Lina Wurzmann, fundadora e presidente da organização.
As inscrições das escolas interessadas podem ser feitas por meio do site https://www.viven.org.br. As selecionadas para a parceria com a Viven em 2024 serão informadas até 15 de dezembro de 2023. Para saber mais sobre o trabalho da Viven nas escolas do Brasil, além do site, acesse suas redes sociais @viven.org.br (Instagram/LinkedIn/Facebook) ou escreva para contato@viven.org.br.
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Cultura
Entre Lenda, Memória e Imagem: Documentário Resgata História de Mário Juruna e os Encantos de Barra do Garças
O Projeto é um projeto que faz composição do Circuito Cultural da Empresa Agência Pêssego e Maçã LTDA CNPJ nº: 48.065.526/0001-86, cuja desenvolvedora é gestora do projeto é CARLITA RODRIGUES MACEDO (Sócia Administrativa da Empresa), o Livro documental desta Temporada traz por Título: Mario Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), uma Homenagem da Tribo Xavante da Cidade do Mato Grosso UF: MT com Mini – Biografia de Barra do Garças, contada pelo Morador Histórico “Antônio Orlando da Silva “. Além do Livro será apresentado Videoclipe com imagens Fotográficas de Mirante de Cristo, Discoporto e Serra do Roncador.
Entre paisagens emblemáticas e narrativas que atravessam gerações, um novo projeto audiovisual propõe mergulhar na memória cultural de Barra do Garças, em Mato Grosso. O documentário Pão da Nova Geração une videoclipe e livro documental para revisitar pontos turísticos como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, enquanto resgata uma das lendas mais contadas pela tradição oral local: o controverso e simbólico casamento de Mário Juruna com a índia Xavante Janaina Calunga. A obra apresenta o relato transmitido por moradores históricos, revelando como mito, identidade indígena e memória popular se entrelaçam na construção da história da cidade.
O projeto Pão da Nova Geração propõe a produção de um videoclipe e a criação de um livro documental que unem memória histórica, tradição oral e valorização dos pontos turísticos da cidade de Barra do Garças, no estado de Mato Grosso. As gravações e registros visuais contemplam cenários emblemáticos do município, como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, locais que carregam forte simbolismo cultural, turístico e místico para a região.
A obra documental se debruça sobre uma das lendas mais conhecidas e controversas da história oral local: o suposto casamento de Mário Juruna com uma índia da etnia Xavante. Segundo a narrativa popular, amplamente contada por moradores antigos, Mário Juruna teria se unido à indígena Janaina Calunga. O relato afirma que Janaina Calunga ganhou notoriedade dentro da comunidade como uma grande empresária, fato que reforça sua importância social e econômica no imaginário coletivo da época.
Ainda de acordo com a lenda, apesar de Janaina Calunga já ser casada, essa condição não teria impedido uma nova união estável com Mário Juruna, uma vez que, conforme a tradição atribuída à tribo Xavante, não haveria limitações para que um indivíduo casado mantivesse outros matrimônios. Essa característica cultural é apresentada como parte essencial para a compreensão do contexto da relação descrita na narrativa popular.
A história segue relatando que, em determinado momento, Mário Juruna teria desejado sair da relação, considerada frustrada. Diante dessa decisão, Janaina Calunga, descrita na lenda como uma índia brava do Mato, teria se unido a seus aliados e armado uma arapuca contra ele. O desfecho trágico da narrativa aponta que Mário Juruna morreu de pé, acreditando até o fim que Janaina Calunga sempre foi sua ajudadora, protetora e auxiliadora, passando a enxergar todos aqueles que cruzavam seu caminho como perseguidores.
O conteúdo integra o livro documental intitulado Mário Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), que também se apresenta como uma mini-biografia de Barra do Garças. A história é contada a partir do olhar e da memória de um morador histórico da cidade, Antônio Orlando da Silva, cuja narrativa contribui para a preservação da identidade cultural e da tradição oral do município.
O projeto tem como objetivo registrar, valorizar e difundir histórias que fazem parte do imaginário popular, conectando passado e presente por meio do audiovisual e da literatura documental. A iniciativa reforça a importância de preservar relatos históricos e lendas regionais como patrimônio imaterial, utilizando a arte e a comunicação como instrumentos de memória e identidade cultural.


