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Música

Marquinhos Sensação convida Ferrugem para o projeto “Pintando o Samba de Prateado”

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EP conta com quatro faixas e chega às plataformas digitais no dia 16 de fevereiro

Ainda no belíssimo clima de Carnaval, Marquinhos Sensação divulga mais um EP do projeto “Pintando o Samba de Prateado” – que tem como objetivo apresentar músicas produzidas pelo artista ao lado de Wilson Prateado – nesta sexta-feira (16). Desta vez, o projeto chega com a participação de Ferrugem, um dos principais nomes da música brasileira.

A arte consegue conectar diversas gerações e neste trabalho não é diferente. Por isso, ao lado de um novos nomes da cena brasileira, o artista deu voz a quatro faixas, sendo elas: “Apelo”, “Amante, Amor, Amiga”, “Quando O Sol Nascer” e “Flashback”.

Quando “Apelo” foi escrita, Ferrugem completava um ano de idade e, hoje, os dois atuam juntos em uma nova versão. “O melhor de tudo neste projeto é ver esse público jovem do Ferrugem cantando as músicas que eu gravei há mais de 30 anos. Isso não tem preço”, comenta Marquinhos. “É algo inexplicável, só tenho que agradecer esse menino maravilhoso que nos ajudou a abrilhantar ainda mais aquela noite”, completa o artista.

“A expectativa para o lançamento dessas músicas é a melhor possível, porque vai ser um encontro de gerações, algo fantástico, né? Tudo fica ainda mais especial, pois são músicas eternizadas e isso não tem preço ou dimensão, estou muito feliz”, finaliza.

“Pintando o Samba de Prateado” pode ser um projeto que começou a ser divulgado recentemente, mas vale lembrar que ele é fruto de uma parceria que floresceu ao longo de 35 anos entre Marquinhos Sensação e o renomado compositor e produtor Wilson Prateado. O projeto completo foi gravado em São Paulo e é uma coleção de mais de 40 composições criadas por Prateado em colaboração com outros autores.

E, ao escolher o repertório, Marquinhos revelou o seu desejo de interpretar músicas que admirava, mas que originalmente foram gravadas por outros artistas. Além dos sucessos do Grupo Sensação nos anos 90, o repertório inclui hits de Belo, Zeca Pagodinho e outros, como “Resumo de Felicidade”, “Reinventar” e “Cada Um No Seu Cada Um”.

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Música

Leo Frangioni lança single “Rosângela” em uma celebração da boemia

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Indicada para os amantes de boteco, cantor traz como referência Bezerra da Silva na composição

O cantor e compositor Leo Frangioni divulga o mais novo single “Rosângela” em um samba envolvente, narrando uma série de acontecimentos que se desenrolaram durante um isolamento entre amigos durante os primeiros momentos da pandemia, em 2020. Com sonoridade que celebra a boemia e a folia, ele captura a essência de uma roda de samba, cheia de instrumentos de cordas e percussão, além de conversas animadas e brindes.

Convidando os ouvintes a participarem, seja cantando, batendo palmas ou improvisando em cima da melodia, a ideia da faixa é retratar as interações comuns como histórias descritivas, conectadas por uma cadência harmônica clássica do samba.

O conceito do bar surge por ser um ponto de encontro entre o estilo musical e os contadores de histórias. A ideia ocorreu naturalmente porque, apesar de o samba estar em quase todos os cenários do país, o bar é onde ele aparece mais descontraído, acessível e miscigenado.

“O som de uma roda de samba esquentando é algo muito característico para a maioria dos brasileiros. Uma salada de instrumentos de cordas e percussão, conversa fiada, palmas fora do ritmo, coros desafinados. Essa é a sonoridade de ‘Rosângela’. O bar é o ambiente natural da música”, conta Leo.

O refrão, um verdadeiro alívio lírico, destaca a singularidade e a fugacidade desses momentos compartilhados. Já o nome “Rosângela” é mais uma peça no quebra-cabeça da composição, sem tirar a importância de outros elementos e expressões da letra.

“Eu poderia passar horas contando cada detalhes das histórias que se passam na letra, incluindo quem é a Rosângela e como ela foi parar no meio da música, mas o ponto de interesse não são os eventos em si e sim a forma como são retratados”, explica.

Levando em conta o período em que a música foi escrita, interações com o mundo externo na pandemia se tornaram fora do comum – algo que já voltou a ser banal com o fim do isolamento social. “Sendo assim, o charme da música está na entrega desses contos, na confusão desconexa, que não resolve em momento algum, mas, é abordada no refrão como ‘aquela história pra lá de estranha'”, completa Leo.

A faixa, indicada aos amantes de boteco, transmite uma sensação de diversão e imersão, narrando um momento entre pessoas que dançam e cantam, além das que apreciam a história contada ao som de uma roda de samba. “A música desperta a vontade de participar, mesmo para aqueles que não conhecem a letra”, diz.

A inspiração, para Leo, se dá quando ele busca materializar uma mistura de ritmo, harmonia e poesia que vem à sua mente. Suas faixas são resultado desse processo criativo que é, muitas vezes, guiado por referências e experiências pessoais. O artista traz como referência Bezerra da Silva, assim como o álbum “Espiral de Ilusão”, do Criolo.

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Música

Alysson abre novos caminhos em sua carreira e apresenta o single “São Jorge Ogum”

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A nova canção também marca o momento em que o cantor mineiro muda seu nome artístico

[ouça aqui]

“Ó São Jorge, meu Santo Guerreiro, invencível na fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança, abre meus caminhos” é a oração versada todo dia 23 de abril, dia do Santo Guerreiro São Jorge e do Orixá Ogum. A data que celebra o vencedor de batalhas marca também o nascimento de Alysson, cantor e compositor mineiro que traz em sua voz  a potência de São Jorge e Ogum. O artista é atravessado pela espiritualidade a todo momento, especialmente quando está entregue à música, com suas letras, suingue e movimento. Agora, ele apresenta seu novo nome artístico: Alysson. “Consultei meu guia espiritual e foram aquelas respostas que me direcionaram na mudança do nome artístico”, explica.  O primeiro single de seu próximo EP, previsto para o segundo semestre, é intitulado “São Jorge Ogum, e chega às plataformas no dia 23 de abril

Cronista de seu tempo, o artista passeia entre a MPB e o Afropop mineiro para imprimir o toque das gerais, criando um novo termo para refletir sua musicalidade própria. “Nomeei Uaifrobeat um som que não tinha uma definição, era algo que fui condensando na minha cabeça para então começar a transformar em música. E assim fui mesclando a música brasileira com os ritmos negros e suas milhares de vertentes de Minas, do Brasil e do mundo que me atravessam”, lembra o artista. E foi imerso ao balanço junto à sua espiritualidade, que foram surgindo os primeiros traços da canção “São Jorge Ogum”. Com uma melodia feita para Ogum pelo parceiro musical Rafa Virgulino, Alysson foi incumbido a compor a letra. 

Ao lado dos produtores Fejuca e Ricardo Gama – premiados no Grammy Latino e colaboradores de nomes como Liniker, Emicida e Milton Nascimento –, o cantor mineiro pode transformar suas vivências e reflexões em uma série de canções que irão compor um EP. “São Jorge Ogum” é a primeira delas. Entre as inspirações que culminaram neste single se destacam todos os caminhos em direção ao autoconhecimento, por meio da espiritualidade. Entre os colaboradores do single, Alysson também destaca o percussionista, baterista e compositor Willian Gargamel, que somou nos pré-arranjos.

Criado em uma família bastante musical, o artista teve como primeiras referências seus irmãos, que tocavam violão e cantavam canções de Djavan e Gilberto Gil, a paixão de seu pai pelo chorinho, música clássica, Luiz Gonzaga e Paco de Lucia. Sempre rodeado pela música, o cantor agora abre caminhos para um novo momento em sua carreira, já brindada pelo EP Maré da Sorte (2019), o disco Musicarama (2021) e o EP Uaifrobeat Vol. 1 (2021). “Felizmente, agora estou acompanhado de uma equipe completa de profissionais que traz uma estrutura  de altíssimo nível. Somos muitas cabeças e corações pensando juntos em um projeto que já está mudando a minha vida”, finaliza Alysson, sobre a nova parceria com a Sim Produções, empresariado por Tânia Artur, que cuida também de nomes como Jonathan Ferr e o duo YOÚN. Sua companheira Mariana Bertelli, por sua vez, assina a produção executiva. 

Ouça “São Jorge Ogum” aqui!

SÃO JORGE OGUM

Compositores: Alysson e Rafa Virgulino

Artista: Alysson

 

Se é coisa de São Jorge

Né qualquer coisa não

É coisa séria, é nobre

Vai desfazer em oração

 

Firmei olhar bem longe

No céu lua surgiu

Tão bela que de encontro

Vem pra trazer nosso abril

 

Eu procurei em paz

Sobreviver em meio ao caos

Vim pra buscar, firmar

No pai guerreiro, pai Ogum

 

É luta que eu não sei

É tanta dor, ingratidão

Mãos dadas com a fé

Pra fortalecer o coração

 

Eu vou forjar o amor

Arma de tantas, mais letal

Se é de má intenção

É escudo, espada é oração

 

Eu procurei em paz

Sobreviver em meio ao caos

Vim pra buscar, firmar

No pai guerreiro, pai Ogum

 

Filho de rei, de fé

Inspira decisão

Bravura até no amar

Firmeza e pés no chão

 

É senhor do caminho

Em qualquer direção

Dono do ar soprou

Segredos na canção

 

Ê Ê Ê São Jorge Ogum Ê Ê Ê vem para lutar

Ê Ê Ê é filho de rei e protege seus filhos de todo o mal

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