Negócios
Mega Hair micro emborrachada é oportunidade para quem busca empreender e faturar mais de 500 mil por mês
Legenda: Eliana Martins se destaca no mercado da beleza com a criação do Mega Hair Microemborrachada
Goiana se destaca no cenário internacional de beleza com técnica própria que teve Marília Mendonça como madrinha
O mercado da beleza no Brasil é um dos maiores e de ascensão mais marcante ao longo dos anos. De acordo com pesquisas realizadas em 22 países pelo Instituto alemão GFK, os brasileiros ocupam o segundo lugar na posição dos que mais consomem tempo cuidando da aparência. Segundo dados do Ranking Mundial de Consumo de HPPC da Abihpec/Euromonitor, o país é o quarto maior consumidor de beleza e cuidados pessoais do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, China e Japão.
Isso demonstra que, mesmo com as perdas sofridas pelo setor em 2020 devido à pandemia incentivando o isolamento social, o mercado voltou a crescer com força. Dados coletados pela Avec, plataforma para espaços de beleza e bem-estar, mostram que o número de agendamentos de procedimentos de beleza cresceu 75% de 2020 para 2021, chegando a até 500% em alguns meses. Esse é um fator extremamente positivo para quem já faz parte deste universo e um cenário extremamente otimista para quem deseja empreender na área.
Eliana Martins, especialista em mega hair e criadora da técnica Mega Hair Microemborrachada, sentiu esse crescimento na procura pela sua técnica já em 2018, quando a cantora Marília Mendonça aderiu e divulgou. Depois disso, diversas outras famosas como Maiara e Maraísa, MC Mirella, Joelma, Gabi Martins, a ex-BBB Ariane, entre outras adotaram a técnica.
Com isso, a procura pelo curso de capacitação, no qual ela ensina a técnica no Instituto Eliana Martins teve aumento em mais de 500%. De acordo com ela, durante a pandemia, quando ela ministrou cursos online, a profissional registrou um aumento de mais de 600% no número de matrículas.
Para a especialista, estes números demonstram o quanto o mercado nacional e internacional tem vislumbrado as extensões capilares, abrindo muitas portas para quem procura iniciar carreira profissional na área de beleza. Ela explica ainda que o Mega Hair Microemborrachada tem a vantagem de ser indicado por dermatologistas por não impedir o tratamento de doenças capilares como dermatites e alopécias.
De acordo com Eliana Martins, a atuação como profissional de mega hair oferece bastante retorno financeiro. O curso de Mega Hair Microemborrachada presencial, tem duração de dois dias, já formou cerca de 5 mil alunos do Brasil e diversas regiões do mundo, demonstrando como o mega hair pode se tornar uma profissão lucrativa para quem deseja empreender no mercado da beleza que só tende a crescer a cada dia. A empresária fatura em média R$ 500 mil reais, por mês, em cada uma das duas unidades de seu salão, comercializando produtos com a técnica.
Eliana explica que a técnica pode ser usada fixa, presa com tic-tac, como rabo, trança, possui muita versatilidade e, segundo ela, preserva o cabelo natural e permite seu crescimento, por isso a grande facilidade em comercializar. “Quando desenvolvemos a micro emborrachada, queríamos algo que não demorasse tanto como as outras técnicas para colocar, que não estragasse o cabelo e que tivesse aspecto bem natural. E, conseguimos”, comenta a empreendedora que está com turnê agendada para os Estados Unidos e Europa para ministrar cursos.
É a segunda turnê internacional da empreendedora. A primeira foi em 2022 quando ela esteve em Portugal. “A estética brasileira é reconhecida internacionalmente. O curso do ano passado lotou e abrimos turmas extras. Esperamos repetir neste ano”, revela.
Eliana conta ainda que o segredo do seu sucesso é a criatividade. “É preciso acreditar na ideia e pensar fora da caixa. Se eu pude, outras pessoas também podem. Pode parecer clichê, mas é verdade. As pessoas precisam permitir-se criar”, disse a empreendedora ao explicar que estimula que os funcionários das duas unidades do Vitrine da Mulher em Goiânia e em Uberlândia inovem.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

