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Mingos Lobo

Sedação consciente: A nova era do conforto em tratamentos odontológicos

Dra. Patrícia Galli inova com tratamento odontológico sob sedação: conforto e eficiência O medo do dentista é um fenômeno amplamente reconhecido, que pode levar muitas pessoas a adiar tratamentos odontológicos essenciais. Frequentemente, a visita ao dentista é postergada até que a dor ou uma emergência faça-se insuportável. Neste contexto, a sedação consciente, particularmente com óxido nitroso, apresenta-se como uma solução inovadora, diminuindo significativamente o estresse e a ansiedade do paciente durante o procedimento odontológico. A dentista Patrícia Galli explica que a sedação consciente, ou sedação com óxido nitroso, é um método seguro e eficaz de proporcionar relaxamento e conforto aos […]

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Dra. Patrícia Galli inova com tratamento odontológico sob sedação: conforto e eficiência

O medo do dentista é um fenômeno amplamente reconhecido, que pode levar muitas pessoas a adiar tratamentos odontológicos essenciais. Frequentemente, a visita ao dentista é postergada até que a dor ou uma emergência faça-se insuportável. Neste contexto, a sedação consciente, particularmente com óxido nitroso, apresenta-se como uma solução inovadora, diminuindo significativamente o estresse e a ansiedade do paciente durante o procedimento odontológico.

A dentista Patrícia Galli explica que a sedação consciente, ou sedação com óxido nitroso, é um método seguro e eficaz de proporcionar relaxamento e conforto aos pacientes, enquanto mantém sua capacidade de respirar e responder a estímulos físicos e comandos verbais de forma independente. Essa técnica não só facilita o trabalho do dentista ao oferecer um ambiente mais tranquilo e controlado, mas também promove uma experiência menos traumática para o paciente, reduzindo a percepção de dor e o desconforto associado a procedimentos odontológicos.

Sedação consciente - Crédito da Foto: Acervo Pessoal

Sedação consciente – Crédito da Foto: Acervo Pessoal

A segurança do paciente é de extrema importância durante a sedação. Por isso, a presença de uma equipe especializada é fundamental para monitorar constantemente as funções vitais, como pressão arterial, frequência cardíaca, oxigenação sanguínea e atividade cardíaca, através de um monitor cardíaco. Esta vigilância constante reduz significativamente os riscos associados ao procedimento.

Os candidatos ideais para a sedação são aqueles que têm medo de sentir dor, irritação com o barulho dos equipamentos, fobia de agulhas ou de sangue, e aqueles que necessitam de procedimentos cirúrgicos extensos sem a necessidade de internação.

As vantagens do tratamento odontológico sob sedação são inúmeras, incluindo a diminuição da liberação de substâncias induzidas pelo estresse que podem elevar a pressão arterial e a frequência cardíaca, um pós-operatório mais tranquilo e menos doloroso, além da redução da administração de medicamentos para dor e anti-inflamatórios no pós-operatório.

Dra. Patrícia Galli - Crédito da Foto: Acervo Pessoal

Dra. Patrícia Galli – Crédito da Foto: Acervo Pessoal

Para garantir a segurança e eficácia deste tipo de tratamento, é imperativo que a sedação seja realizada em clínicas equipadas com instalações cirúrgicas apropriadas e sob a supervisão de profissionais qualificados. A abordagem, onde todos os procedimentos são realizados em uma única sessão, não apenas acelera a conclusão dos tratamentos, mas também eleva significativamente a qualidade da experiência odontológica para o paciente.

“A sedação com óxido nitroso representa avanços significativos na odontologia, oferecendo aos pacientes uma alternativa menos temerosa e mais confortável para o cuidado dental. Essa técnica não só facilita a realização de procedimentos complexos em menos tempo, mas também contribui para uma melhor saúde oral a longo prazo, ao incentivar visitas regulares ao dentista, sem o peso da ansiedade e do medo.”. Conclui a dentista Patrícia Galli.

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Mingos Lobo

Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais

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Tem gente que chega de mansinho. Tem gente que chega fazendo barulho. E tem aquele que chega com a coragem de quem sabe que ainda há muito caminho pela frente.

 

É aí que aparece o nosso “moleque atrevido”.

 

Não necessariamente o atrevido que provoca ou desafia por vaidade. Mas aquele que se atreve a sonhar, a atravessar fronteiras, a ocupar espaços e a acreditar que pode fazer alguma coisa pelo outro.

 

A história de Fred Pacheco tem um pouco disso.

 

Nascido em Sorocaba, no interior de São Paulo, ele veio para o Rio de Janeiro ainda jovem. Antes da política, a música já fazia parte de sua vida. Foi compositor, cantor e integrante da Banda DOM. Também se formou em Direito e fez pós-graduação em Administração, passando posteriormente por atividades de gestão e pela administração pública.

 

Talvez seja por isso que a expressão “moleque atrevido” ganhe outra leitura quando colocada diante de sua trajetória.

 

Atrevido é quem ousa mudar de cidade para construir uma história.

 

Atrevido é quem troca o palco pelo desafio da vida pública.

 

Atrevido é quem aceita entrar numa arena onde cada decisão é observada, questionada e debatida.

 

E foi assim que Fred chegou à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

 

Desde 2022, exerce seu primeiro mandato como deputado estadual. Na Alerj, preside a Comissão da Pessoa com Deficiência e ocupa a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça. A própria Assembleia registra sua atuação em temas relacionados à inclusão, aos direitos das pessoas com deficiência e às políticas sociais.

 

É uma trajetória que permite uma reflexão interessante.

 

Porque ajudar o próximo também exige atrevimento.

 

É preciso se atrever a ouvir aquilo que muitas vezes ninguém quer ouvir. É preciso se atrever a defender uma causa que nem sempre está no centro das atenções. É preciso se atrever a transformar uma história pessoal em compromisso público.

 

E talvez seja justamente aí que a velha imagem do samba encontra uma nova personagem.

 

O “moleque atrevido” não é aquele que simplesmente chega.

 

É aquele que chega e resolve ficar na roda.

 

Que aprende os caminhos.

 

Que enfrenta os desafios.

 

Que sua a camisa.

 

Que entende que, depois de chegar, existe uma responsabilidade ainda maior: fazer com que outras pessoas também tenham a oportunidade de chegar.

 

Fred Pacheco encontrou na política uma nova etapa de uma trajetória que já havia passado pela música, pela gestão e pela administração pública. E agora essa história também está registrada nos corredores, nas comissões e nos debates da Assembleia Legislativa.

 

No samba, o personagem atrevido representa a coragem de ocupar seu lugar.

 

Na vida pública, essa coragem precisa ser acompanhada de trabalho, escuta e responsabilidade.

 

E é justamente por isso que uma trajetória merece ser conhecida antes de ser julgada.

 

Porque chegar até aqui já conta uma história.

 

E o que vem depois é outra história que ainda está sendo escrita.

 

Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais.

 

 

 

 

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Mingos Lobo

Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais

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Tem gente que chega de mansinho. Tem gente que chega fazendo barulho. E tem aquele que chega com a coragem de quem sabe que ainda há muito caminho pela frente.

É aí que aparece o nosso “moleque atrevido”.



Não necessariamente o atrevido que provoca ou desafia por vaidade. Mas aquele que se atreve a sonhar, a atravessar fronteiras, a ocupar espaços e a acreditar que pode fazer alguma coisa pelo outro.

A história de Fred Pacheco tem um pouco disso.

Nascido em Sorocaba, no interior de São Paulo, ele veio para o Rio de Janeiro ainda jovem. Antes da política, a música já fazia parte de sua vida. Foi compositor, cantor e integrante da Banda DOM. Também se formou em Direito e fez pós-graduação em Administração, passando posteriormente por atividades de gestão e pela administração pública.

Talvez seja por isso que a expressão “moleque atrevido” ganhe outra leitura quando colocada diante de sua trajetória.

Atrevido é quem ousa mudar de cidade para construir uma história.

Atrevido é quem troca o palco pelo desafio da vida pública.

Atrevido é quem aceita entrar numa arena onde cada decisão é observada, questionada e debatida.

E foi assim que Fred chegou à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Desde 2022, exerce seu primeiro mandato como deputado estadual. Na Alerj, preside a Comissão da Pessoa com Deficiência e ocupa a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça. A própria Assembleia registra sua atuação em temas relacionados à inclusão, aos direitos das pessoas com deficiência e às políticas sociais.

É uma trajetória que permite uma reflexão interessante.

Porque ajudar o próximo também exige atrevimento.

É preciso se atrever a ouvir aquilo que muitas vezes ninguém quer ouvir. É preciso se atrever a defender uma causa que nem sempre está no centro das atenções. É preciso se atrever a transformar uma história pessoal em compromisso público.

E talvez seja justamente aí que a velha imagem do samba encontra uma nova personagem.

O “moleque atrevido” não é aquele que simplesmente chega.

É aquele que chega e resolve ficar na roda.

Que aprende os caminhos.

Que enfrenta os desafios.

Que sua a camisa.

Que entende que, depois de chegar, existe uma responsabilidade ainda maior: fazer com que outras pessoas também tenham a oportunidade de chegar.

Fred Pacheco encontrou na política uma nova etapa de uma trajetória que já havia passado pela música, pela gestão e pela administração pública. E agora essa história também está registrada nos corredores, nas comissões e nos debates da Assembleia Legislativa.

No samba, o personagem atrevido representa a coragem de ocupar seu lugar.

Na vida pública, essa coragem precisa ser acompanhada de trabalho, escuta e responsabilidade.

E é justamente por isso que uma trajetória merece ser conhecida antes de ser julgada.

Porque chegar até aqui já conta uma história.

E o que vem depois é outra história que ainda está sendo escrita.

Respeite quem pode chegar onde a gente chegou e vamos chegar muito mais.

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Mingos Lobo

RATINHO, O PEQUENO DAVI DIANTE DOS GRANDES GOLIAS

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Existem histórias que começam em grandes gabinetes, cercadas de poder, títulos e sobrenomes conhecidos.

E existem histórias que começam na rua.

Começam no trabalho.

Começam dentro de uma família que luta todos os dias para colocar o pão na mesa.

A história de Ratinho pertence a esse segundo caminho.

Antes da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, antes dos discursos, dos projetos e dos corredores do poder, havia um homem que conhecia de perto a realidade de quem acorda cedo para trabalhar.

Ratinho dirigia uma Kombi no transporte alternativo. Ao seu lado estava Rosi, sua esposa, trabalhando como trocadora. O filho ainda era pequeno.

A política, naquele momento, não era um cargo.

Era a própria vida.

Aos 15 anos, começou a acompanhar o pai em reuniões políticas. Anos depois, em 2012, chegou à Câmara Municipal de São João de Meriti. Foi reeleito em 2016.

E foi nas ruas da Baixada Fluminense que sua trajetória ganhou rosto, voz e endereço.

Ali estavam as pessoas que não apareciam nos grandes salões.

A mãe esperando atendimento.

O trabalhador procurando emprego.

A família esperando água chegar.

A comunidade esperando uma rua deixar de ser apenas promessa.

Foi ali que Ratinho conheceu alguns dos maiores Golias da vida real.

E talvez seja por isso que a comparação com Davi faça tanto sentido.

Porque Davi não era o maior.

Não tinha a armadura mais pesada.

Não tinha a força física de Golias.

Mas tinha coragem para ficar diante dele.

E os Golias de hoje não carregam espadas.

Alguns têm a forma da fome.

Outros aparecem como desemprego.

Alguns se escondem atrás da falta de oportunidades.

Outros estão nas ruas sem infraestrutura, nas famílias que esperam por serviços públicos e nos cidadãos que, muitas vezes, sentem que ninguém está olhando por eles.

São problemas enormes.

Gigantes.

Mas a história de Ratinho é justamente a história de alguém que decidiu entrar na arena.

Segundo a biografia oficial da Alerj, durante sua trajetória como vereador houve intervenções em ruas, obras de infraestrutura, ações relacionadas ao abastecimento de água e iniciativas na área da educação em São João de Meriti.

Depois, veio um novo desafio.

Em 2018, Ratinho foi eleito deputado estadual.

O homem que um dia dirigiu uma Kombi passou a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Mas existe algo que nenhuma eleição consegue mudar:

a origem.

E talvez esteja justamente aí a força dessa história.

Ratinho pode ser pequeno na estatura.

Mas a representatividade não se mede em centímetros.

Mede-se pela quantidade de pessoas que alguém consegue carregar consigo quando entra em um lugar de poder.

Cada rua conhecida.

Cada história ouvida.

Cada família encontrada.

Cada problema levado para dentro da Assembleia.

Porque representar não é apenas ocupar uma cadeira.

É fazer com que, junto com aquela cadeira, entrem também as vozes de quem quase nunca consegue chegar até ela.

Davi ficou diante de Golias.

E não perguntou se o adversário era grande demais.

Apenas decidiu enfrentá-lo.

Hoje, os Golias continuam existindo.

A fome continua sendo um Golias.

O desemprego continua sendo um Golias.

A falta de oportunidades continua sendo um Golias.

A desigualdade continua sendo um Golias.

E a distância entre o poder público e quem mais precisa continua sendo um desafio gigantesco.

Mas toda grande batalha começa quando alguém decide não recuar.

A história de Ratinho ainda não terminou.

Porque enquanto houver gente precisando ser ouvida, haverá uma estrada a percorrer.

Enquanto houver problemas esperando resposta, haverá uma luta a enfrentar.

E enquanto houver uma população buscando representação, haverá uma cadeira na Assembleia Legislativa carregando muito mais do que um nome.

Carregando histórias.

Carregando esperança.

Carregando a voz de um povo.

Ratinho, o pequeno Davi diante dos grandes Golias.

E a luta continua.

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