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Cultura

Theatro Municipal recebe mais de mil estudantes da rede pública para a abertura da 13ª Semana de Leitura

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Com o tema “Histórias e Canções”, o evento reunirá apresentações de escritores, músicos, estudantes das AELs, professores e muito mais

O Theatro Municipal de São Paulo recebe na próxima quarta-feira (16/05), a partir das 13h, a abertura da 13ª Semana Municipal de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura, evento gratuito que faz parte do Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo por meio da Lei 14.999/09 de autoria do vereador Professor Eliseu Gabriel. Nesta edição, a Semana de Leitura tem como tema central “Histórias e Canções” e as atividades, totalmente gratuitas, acontecem em formato on-line e presencial em diversos pontos da cidade, até 24 de maio.

São esperadas mais de 1200 pessoas na abertura, dentre elas alunos de escolas da rede pública municipal, professores e bibliotecários. Importante ressaltar que muitos deles nunca assistiram a uma peça de teatro ou mesmo têm acesso à lazer e cultura. Escritores conhecidos do grande público também são esperados como espectadores.

Na entrada do Municipal, o acolhimento aos presentes será feito por alunos das Salas de Leitura da Rede Municipal com a atração “Guarda-chuva de Poesia”.

Já no palco do Theatro Municipal, as emoções continuam com a apresentação do Coral Sabiá, formado por alunos Academia Estudantil de Letras (AEL) Vinicius de Moraes (EMEF Prof. Fernando de Azevedo – Vila Curuçá). “Um Canto para Cada Canto” é o tema da apresentação regada de músicas que dialogam com estudos literários.

Na sequência, estudantes da AEL Kiusam Oliveira (EMEF Arquiteto Vilanova Artigas – São Matheus) apresentam “Brincar de Ler”, esquetes afetivas que envolvem literatura e música.

E vai ter poesia, trava-línguas, trovas populares, parlendas e cantigas de roda. O escritor e cordelista Marco Haurélio, que tem mais de 50 títulos publicados, a maior parte dedicada à literatura de cordel, sobe ao palco do Municipal para apresentar o livro “Circo das Formas”. Sua apresentação, tão esperada, será acompanhada pelo grupo Balaio de Doi2, formado pelo autor Paulo Netho e pelo compositor Salatiel Silva. Eles prometem levantar o público durante essa contação musicada, e bem engraçada.

Na sequência, a professora Ana Gilda Leocadio, que faz parte da frente literária Literatura Negro-brasileira do Encantamento Infantil e Juvenil (Linebeiju), se apresenta com “Solfejos de Fayola: uma história en”cantada”, contação repleta de rimas para entreter, conscientizar e emocionar.

O escritor Marcos Martinz sobe ao palco do Municipal acompanhado da noiva Rosinha, personagem de seu livro “Até que a Morte nos Ampare” para uma dinâmica incrível, mostrando a potência acolhedora dos livros.

Banda Pollo, sucesso com a música “Vagalumes” (novela Sangue Bom) encerra a tarde no Theatro Municipal. O grupo de rap/hip-hop e pop da zona oeste de São Paulo (Pirituba) é formado por Tomim, Adriel e DJ Kalfani.

“A ideia de criar a lei e fazer a Semana de Leitura acontecer é para que ela seja replicada cada vez mais. O maior mérito desse projeto é que ele é inclusivo e oferece à população oportunidades e experiências de estudo, de cultura e de leitura, muitas vezes subtraídos em razão das dificuldades econômicas e sociais”, afirma Eliseu Gabriel.

Serviço – Abertura da Semana de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura de São Paulo

Quando: 16/05 (quarta-feira)

Horário: Das 13h às 17h – a partir das 11h30 chegam ônibus com as crianças.

Local: Theatro Municipal de São Paulo

Endereço: Praça Ramos de Azevedo, S/N

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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