Conecte-se Conosco

Educação

Viven, ONG que leva educação por meio de vivências a escolas de todo Brasil, anuncia primeira edição nacional do seu Festival Videos for Change

Publicado

em

Evento incentiva que jovens e adolescentes assumam protagonismo e debatam temas de impacto da sociedade

A ONG Viven – Cidadãos para um Amanhã Melhor – lança a primeira edição nacional do seu Festival Vídeos for Change. O evento propõe a estudantes do ensino fundamental e médio de escolas de todo o Brasil produzir vídeos de duração de um minuto sobre causas que eles acreditam merecer visibilidade. O projeto envolve o aprendizado profundo sobre o tema, por meio de debates, análises e práticas, além de apoio para que os estudantes realizem todas as etapas da produção do vídeo, desde a escolha da causa que será apresentada até a criação do roteiro e técnicas para edição e gravação. Todos os professores dos alunos participantes são formados pela Viven para que apoiem a execução do projeto.

Em 2022, a Viven organizou 12 festivais regionais do Desafio Videos for Change, abrangendo 16 localidades dos estados de São Paulo, Pernambuco, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Sergipe que movimentaram mais de 3,5 mil alunos de 108 escolas e 337 professores. Cerca de 500 vídeos foram inscritos e analisados por 55 jurados voluntários e indicados em votação popular por 15 mil pessoas. Desse total, 81 foram premiados por um corpo de jurados multidisciplinar em categorias como originalidade, criatividade, melhor uso de recursos técnicos, narrativa coerente e voto popular. Agora, na primeira edição nacional do evento, os 81 vídeos serão levados novamente à votação popular e à análise de jurados, como Luana Genot e Sônia Guimarães.

“Estamos muito felizes de apresentar nacionalmente o projeto, que, vale dizer, engloba um movimento que vai muito além do Brasil. Ele é internacional e tem o objetivo de dar oportunidade a jovens e adolescentes serem ouvidos e explicitarem suas preocupações e posicionamentos”, explica Lina Wurzmann, presidente e fundadora da Viven. “Com isso, os estudantes se aprofundam em temas que julgam relevantes e amplificam suas vozes e protagonismo”, complementa.

O trabalho da Viven teve origem na High Resolves, organização pioneira que, desde 2005, tem como missão viabilizar a educação cidadã por meio de metodologias inovadoras na Austrália e em outros países espalhados pelo mundo. O trabalho utiliza conceitos da neurociência, Teoria dos Jogos e Economia Comportamental, com resultados comprovados na prática. Atualmente, a High Resolves e a Viven fazem parte da Accelerator, uma organização mundial.

“A proposta da Viven é promover a educação cidadã, por meio de vivências, pois acreditamos que é preciso sentir para transformar. Para isso, usamos atividades como jogos, roda de conversa e outras experiências para que os estudantes ampliem o seu olhar sobre a sociedade e se tornem cidadãos mais críticos e comprometidos com a transformação social”, diz Anna Colacino, diretora executiva da organização.

No Brasil desde 2019, a ONG já implementou sua metodologia em 318 escolas de 111 cidades, contando com mais de 170 mil participações de estudantes nas vivências desenvolvidas. Os professores são fundamentais para a proposta da organização, que forma os profissionais com o objetivo de apoiá-los na implementação do método. “Formamos os professores pois eles têm o vínculo com seus estudantes, o que gera mais conexão e transformação no longo prazo. Nosso objetivo maior é contribuir para que os estudantes tenham melhores desempenhos acadêmicos, senso de pertencimento à escola e suas comunidades, consciência social, e atuem em prol da coletividade pautados por justiça social”, diz Colacino.

A votação popular do Festival Nacional do Desafio Videos For Change ocorrerá no período de 28 de agosto a 10 de setembro e qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site http://brasil.videosforchange.org/. A escolha dos melhores vídeos vai considerar ainda a votação dos jurados. O anúncio dos ganhadores ocorrerá em 19 setembro em uma Live no YouTube.

Continue lendo
Clique para comentar

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cultura

Anestia JÁ.

Publicado

em

De

A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

Continue lendo

Educação

LAVIMPI, da Policlínica Universitária Piquet Carneiro, realiza projeto pioneiro com crianças autistas

Publicado

em

De








Projeto do LAVIMPI avalia efeitos de terapias vibratórias e neuromodulação em crianças de 6 a 12 anos

O Laboratório de Vibrações Mecânicas e Práticas Integrativas (LAVIMPI), vinculado ao Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes (IBRAG) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), deu início nesta semana a um projeto de pesquisa voltado para crianças de 6 a 12 anos com transtorno do espectro autista (TEA) não verbais. A iniciativa acontece na Policlínica Universitária Piquet Carneiro (PPC) e é coordenada pela professora Danúbia de Sá Caputo, que também ocupa a Diretoria do Departamento de Ensino e Pesquisa da unidade.

O estudo tem como objetivo investigar os efeitos da terapia vibratória sistêmica e da neuromodulação sobre a sintomatologia do autismo. Serão analisados impactos no comportamento, cognição, perfil sensorial, funcionalidade, qualidade de vida e qualidade do sono.

A equipe multidisciplinar envolve fisioterapeutas, médicos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, enfermeiros, psicólogos, biólogos e psicopedagogos, além de estudantes de iniciação científica, pós-graduandos e pós-doutorandos. O projeto conta ainda com a colaboração dos professores Egas Caparelli Dáquer e Renata Paes na implementação de instrumentos de avaliação e intervenção.

Parcerias nacionais e internacionais têm ampliado o alcance do trabalho, que também resultou na produção de uma coleção de cartilhas sobre o autismo, disponibilizadas gratuitamente ao público neste link.

Entre os principais apoios financeiros conquistados estão bolsas e editais do CNPq, FAPERJ e UERJ, além de uma emenda parlamentar da deputada federal Silvia Waiãpi. O LAVIMPI também desenvolve pesquisas em outras áreas, como obesidade, osteoartrite, prevenção de quedas em idosos, narcolepsia e doença pulmonar obstrutiva crônica.

A UERJ destacou o papel do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Inovação, da FAPERJ e da deputada Silvia Waiãpi no incentivo ao avanço científico no estado.

Serviço:
Telefone: (21) 2566-7367
WhatsApp: (21) 99639-7222
E-mail: lavimpi.uerj@gmail.com



Continue lendo

Educação

Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) é alvo de uma grave denúncia envolvendo o Programa de Pós-Graduação

Publicado

em

De

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) é alvo de uma grave denúncia envolvendo o Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Gestão Pública e seu Coordenador *Francisco José dos Santos Alves*. Protocolada no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), documentos apontariam a existência de um esquema milionário envolvendo desvio de recursos públicos, funcionários fantasmas, fraudes administrativas, pagamentos acima do teto legal, desvio de finalidade orçamentária além de condutas que podem configurar crimes contra a administração pública.

Entre os principais pontos apresentados na denúncia, destacam-se o Desvio de recursos uma vez que a UERJ teria recebido R$ 12 milhões em repasses, sob a rubrica “Auxílio Estudante”. No entanto, a totalidade desses recursos teria sido redirecionada ao referido mestrado, em violação ao objeto do convênio.

O coordenador do curso, *Francisco José dos Santos Alves*, recebe mensalmente R$ 17,5 mil, valor quase o dobro do permitido pelo Ato Executivo da Reitoria (AEDA 011/2024), que estipula o limite de R$ 9,6 mil para a função. Além disso, Francisco acumula duas matrículas de 40 horas e mais a coordenação do curso, totalizando carga horária ilegal.

A denúncia aponta ainda que servidores como Andréia Oliveira Rego, Maria Luiza do Nascimento Moreira e Raul Crespo Fragoso de Mendonça estariam recebendo como autônomos, mas não foram vistos desempenhando atividades presenciais no programa — o que caracteriza, segundo os denunciantes, vínculos fantasmas.

A documentação entregue ao MP detalha também a existência de fraudes em atas de reuniões, ausência de assinaturas, supressão de listas de presença e deliberações feitas sem quórum mínimo. A servidora Samantha Neves, por exemplo, teria exercido por dois anos a chefia da secretaria do programa sem nomeação formal, o que configuraris grave exercício ilegal da função pública.

*Hora-aula superfaturada*
Professores do curso estariam recebendo R$ 2 mil por hora-aula, desrespeitando o teto de R$ 120 por hora. Também foram relatadas pressões para aprovação de pautas e inclusão de nomes no núcleo docente sem os devidos critérios técnicos ou acadêmicos.

O caso que foi protocolado junto ao Ministério Público do RJ está em fase de apuração , com requisições de documentos adicionais. A denúncia inclui farta documentação, incluindo folhas de pagamento, atas de reuniões, registros de execução orçamentária e contracheques que comprovariam os desvios e abusos cometidos  pelo coordenador do programa. Os fatos denunciados teriam gerado grande impacto social e financeiro, desta forma, a expectativa é que o órgão avance com as investigações de forma célere.

Até o momento, a UERJ não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Continue lendo

Destaque