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Serviço gratuito oferece apoio a empresas gaúchas em cidades atingidas pelas inundações

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Objetivo é atuar na formulação de estratégias e na cessão de expertise para ajudar a reerguer PMEs do Estado

O Instituto Empresa, associação privada de investidores que atua no Mercado de Capitais promovendo a governança corporativa e defendendo minoritários, está convidando conselheiros para atuarem no apoio, na formulação de estratégias e na cessão de sua expertise para contribuir na recuperação das empresas gaúchas. Assim, profissionais de qualquer estado do País podem, ativamente e virtualmente, ajudar na reconstrução do Rio Grande do Sul, preservando empregos.

“Acreditamos que a governança trazida por um conselho consultivo externo, formado por profissionais qualificados para assessorar a tomada de decisão da diretoria deve garantir a preservação de empregos, com a geração de receita e a manutenção da população em suas cidades de origem”, afirma Ricardo Lautert, membro do Fórum de Conselheiros Independentes do Instituto Empresa e coordenador do projeto. Ele conta com mais de 10 anos de experiência em Corporate Finance, em empresas como grupo RBS, Banco Sicredi e a Gestora Monte Bravo.

No Rio Grande do Sul, o projeto trará o apoio de conselheiros para reerguer as empresas gaúchas de pequeno e médio porte com pelo menos 30 empregados com sede no Rio Grande do Sul. Os conselheiros atuarão voluntariamente emitindo sua avaliação e cabe à empresa participante acatar ou não as sugestões.

A iniciativa terá prazo de seis meses, prorrogável por mais seis. A partir destes prazos, novos ajustes poderão ser acordados, sempre com a participação do Instituto Empresa. O número de reuniões no prazo regular será de uma ou duas vezes por mês, sempre no formato digital.

Os Conselheiros deverão auxiliar os empresários em seis áreas:
Orientação Estratégica: avaliação dos danos causados pela catástrofe, identificação de áreas de oportunidade e desenvolvimento de estratégias de recuperação;

Apoio na Captação de Recursos: orientação sobre opções de financiamento, subsídios e outras formas de assistência financeira disponíveis, inclusive e sobretudo, no Mercado de Capitais, pela emissão de Certificados de Recebíveis e outras formas de acesso ao crédito;

Avaliação de Riscos e Oportunidades: identificação e avaliação dos riscos e oportunidades que surgem após a catástrofe, auxiliando na tomada de decisões;

Desenvolvimento de Planos de Ação: elaboração de planos de ação claros e abrangentes, definindo metas realistas e prazos para a implementação de medidas de recuperação;

Networking e Relacionamento: com vasta experiência e uma ampla rede de contatos, eles podem ajudar a empresa a se conectar com outros parceiros de negócios, fornecedores, clientes e organizações governamentais que possam oferecer suporte durante o processo de recuperação;

Mentoria e Aconselhamento: podem atuar como mentores, oferecendo orientação valiosa e compartilhando suas próprias experiências em lidar com situações semelhantes de crise.
O projeto Conselhos Digitais, é uma iniciativa do Instituto Empresa que, desde 2022, conecta empresas a profissionais qualificados do mercado. Conselheiros consultivos, conselheiros de administração, conselheiros fiscais e conselheiros de startups atuam por meio digital, em plataforma virtual, em Empresas melhorando sua gestão, qualificando suas operações, incentivando inovação e a implantação de melhores práticas de governança.

O projeto conta com o apoio de profissionais das mais diversas áreas, que podem se voluntariar, precisando comprovar formação e experiências adequadas. Serão aproveitados, preferencialmente, conselheiros que já atuam em empresas e que tenham certificações próprias. Eles comporão conselhos de até 3 membros com formações complementares – gestão, direito e contabilidade, por exemplo. Examinarão o diagnóstico inicial fornecido pela empresa e auxiliarão o empresário na tomada de decisões favoráveis à superação de suas dificuldades.

As reuniões, quando necessárias, acontecerão virtualmente uma vez por mês.

Como se candidatar para atuar como Conselheiro: acesse o seguinte link e aguarde o contato. https://conselheiros-rs.paperform.co

Como candidatar uma empresa: apenas sócios da empresa podem submeter a candidatura da empresa ao Conselho Digital. É preciso preencher o Formulário de Diagnóstico e de Elegibilidade. Depois da submissão, o empresário deve aguardar o contato. https://conselhosdigitais.paperform.co

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Saúde

“Meu Amigo Espírito Santo” foi o tema da 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias.

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Santa Maria, no Rio Grande do Sul, recebeu a 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias, que reuniu participantes de diferentes regiões do Brasil e também de outros países e contou com ministrações do apóstolo Joel Engel.

Realizado no Park Hotel Morotin, o encontro teve como foco a Pessoa do Espírito Santo, Sua atuação na vida do cristão e a importância de desenvolver um relacionamento com Ele. Durante as ministrações, o apóstolo Joel Engel conduziu os participantes em uma série de ensinamentos.

A proposta foi levar os presentes a compreender que o Espírito Santo não é apresentado apenas como uma manifestação ou experiência, mas como a presença de Deus que conduz, ensina e transforma a vida daqueles que buscam um relacionamento com Ele.

O profeta Joel Engel também enfatizou a importância de aprender a ouvir e reconhecer a voz do Espírito Santo. Ao longo dos dois dias de programação, realizados nos dias 12 e 13 de setembro, os participantes tiveram momentos de oração e adoração, buscando uma experiência profunda com Deus.

Relatos compartilhados durante o encontro destacaram momentos de renovação espiritual e de busca pela presença de Deus.

Muitos participantes também relataram ter sido cheios do Espírito Santo e vivenciado momentos de grande alegria. A mensagem central do encontro foi o incentivo a uma caminhada mais profunda de relacionamento e comunhão com o Espírito Santo.

Vídeo: https://youtu.be/VI6pyYybuVw

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Internacional

O estado de sítio.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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Proptech pretende revolucionar vendas de propriedades agrícolas

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Empreendedora Geórgia Oliveira lança Chaozão para suprir falta de canais digitais do setor que já conta com mais de 6 mil propriedades, que vão de R$ 100 mil a R$ 4,50 bi

Primeira proptech especializada em anúncios de compra e venda de propriedades rurais, o portal Chaozão, já conta com os mais variados imóveis rurais que vão de R$ 100 mil a R$ 4,5 bilhões, um total de 6 mil propriedades. Ele nasce com a missão de utilizar a tecnologia para inovar e otimizar a dinâmica do mercado imobiliário do agro e foi criado para suprir a falta de canais digitais voltados especificamente para a compra, venda e arrendamento de fazendas, sítios, chácaras, ranchos e haras.

Criado por Geórgia Oliveira, que atuou por 17 anos em multinacionais de grande porte e mais de 14 anos no mercado imobiliário como executiva comercial e empreendedora. Ao longo de sua carreira, ela fez importantes alianças e parcerias de sucesso, que foram fundamentais para o resultado expressivo obtido no mercado imobiliário (urbano e rural) que somam mais de R$ 1 bilhão de VGV entre projetos desenvolvidos e vendas realizadas.

Agora Geórgia quer transformar o Chaozão em referência quando o assunto é imóvel rural. “Diferente do mercado tradicional, que é mais organizado e conta com grandes plataformas, no agro nunca houve um player que se tornasse referência neste aspecto. Se uma pessoa quer comprar uma casa é fácil, tem muitos portais especializados e anúncios disponíveis. Mas adquirir ou arrendar uma propriedade rural é bastante difícil dentro destas plataformas convencionais, pois as mesmas não foram feitas para o mercado rural”, diz.

Geórgia explica que comprar uma propriedade rural é bem diferente. Enquanto para adquirir uma casa ou apartamento é preciso informações como quantidade de quartos, se tem ou não suite, se aceita pet ou não, tamanho em metros quadrados, entre outros, para comprar uma fazenda são explorados aspectos bem distintos. Por exemplo, não se fala em metros quadrados e sim em alqueire ou hectare. A propriedade rural possui qual aptidão? Lavoura, pecuária, floresta? Se planta, planta o que, arroz, soja, milho? No portal, os dados aparecem de forma detalhada e organizada.

“Eu trabalho há anos no mercado imobiliário e foquei neste segmento. Vendo essa dor, que é a grande dificuldade de conectar quem está comprando com quem está vendendo, é que surgiu a ideia de criar o Chaozão, que foi concebido para ser justamente um ambiente tecnológico específico para o ramo. Somos uma agrotech, empresa de tecnologia voltada para o agro e ao mesmo tempo uma proptech voltada para o mercado imobiliário”. O Chaozão não é uma imobiliária e sim um portal onde não só empresas como também corretores e proprietários desse tipo de imóvel podem anunciar e também buscar propriedades.

Hoje, se um cliente de São Paulo quiser comprar uma fazenda no Tocantins, ele só conseguirá caso conheça alguém do meio ou da região. É um processo trabalhoso e dispendioso, que se tornará mais simples com o portal. A CEO do Chaozão explica que outra meta é transformar o portal em referência quando o assunto for estatísticas do segmento de imóveis rurais.

De acordo com ela, o Brasil conta com cerca de 600 mil corretores, mas não existe mensuração de quantos atuam com foco no mercado imobiliário rural e nem outras informações consolidadas. “Por isso, pretendemos trabalhar com muitos dados estatísticos ao longo do tempo. Sabemos que ter informações confiáveis e devidamente tabuladas é importante até para o mercado financeiro, pois gestores e analistas passam a ter mais referências no momento de avaliar ativos para a originação de fundos e de outras operações financeiras”.

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