Negócios
Diário de Pernambuco lança novo portal e time de colunistas
O novo portal do Diario, que entrou no ar nesta segunda-feira (15), está mais intuitivo e completo, contando também com novos colunistas nos segmentos que estão em alta no mercado, gerando conteúdo exclusivo e aberto para todos
O jornal mais antigo em circulação da América Latina vem se modernizando ao longo dos seus 196 anos, se mantendo forte no impresso e trazendo inovações no digital para acompanhar os novos hábitos de leitura da sociedade e a modernização dos espaços de mídia para anunciantes. Diante disso, o Diario de Pernambuco lançou, nesta segunda-feira, 15, novo portal na internet, para que os seus usuários tenham uma experiência de leitura ainda mais completa, dinâmica e diversificada.
A nova interface do portal traz os mais atuais parâmetros de webdesign entre os sites de jornais do Brasil e do mundo, proporcionando mais fluidez, encontrabilidade de notícias por editorias e relevância de temas. Hoje, o portal do Diario já está entre os maiores do país em número de acessos, com a marca de 12 milhões de pageviews e 5 milhões de usuários únicos/mês, e pretende ultrapassar esses indicadores expressivos após essa virada para o novo site, que se manterá na url https://www.diariodepernambuco.com.br.
Atento aos interesses dos leitores, o Diario também aproveita este momento para lançar um amplo time de colunistas com abordagens exclusivas, em diferentes segmentos que estão em alta entre os jornais e temas mundiais, como Economia local (com a jornalista Patrícia Raposo); Carreiras (com a psicóloga Anael Medeiros); Mulher (com a jornalista Claudia Molinna); Jurídico Digital (com a advogada Ana Paula Canto de Lima); Web3 (com o especialista Pedro Martino) e Arquitetura (com a jornalista Carlota Guerra). Este novo time se junta ao mais reconhecido colunista social do estado, João Alberto, e aos colunistas de Política (jornalista Rhaldney Santos, e Economia e Negócios (economista Écio Costa). O jornal também já possui materiais periódicos dirigidos especialmente aos universos de Educação, Agro, Saúde, Automóveis, Social e Ciências.
“Acreditamos na força e tendência da segmentação de conteúdos, pois sabemos que o leitor hoje está cada vez mais direcionado em seus hábitos, de acordo com as temáticas que fazem parte da sua vida. Um item importante também é que nosso assinante/leitor quer e precisa ser informado em tempo real, nos dispositivos eletrônicos que lhe convém. E é isso que nós queremos possibilitar: comodidade e uma comunicação multiplataformas. Acreditamos na soma infalível entre o impresso e o digital para alcançar a todos os públicos”, ressalta o presidente do Grupo Diario de Pernambuco, Carlos Vital.
Outra grande novidade no digital é a produção própria de podcasts e videocasts, uma vez que o Grupo Diario de Pernambuco, também formado pelas rádios Clube AM e Clube FM, detém enorme expertise nas plataformas de áudio, somada ao conteúdo visual produzido pelo DPTV, canal no Youtube que é líder no estado entre os dos jornais, com 235 mil inscritos e 15 mil vídeos publicados. Agora, o Diario amplia sua produção para streamings de áudio, que pode ser acessada pelo Spotfy, Deezer e agregadores, podendo ser assistidos também pelo Youtube.
Serviço:
Lançamento Portal Diario de Pernambuco e colunistas
15 de agosto de 2022 – Acesse em www.diariodepernambuco.com.br.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

