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Negócios

Reparadores mecânicos têm imersão gratuita sobre empreendedorismo em tempos de crise

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Mentor, empresário e advogado Dr. Flávio Varela Torres é uma das atrações da Expo Peças 2023, que acontece no Centro de Convenções de Goiânia

Mais que atualizar conhecimentos no campo da reparação mecânica, a Expo Peças 2023 traz como diferencial a propagação do conhecimento em áreas diversificadas. Pensando nos profissionais que desejam abrir seu próprio negócio ou expandir suas oficinas, o mentor empresarial e advogado, Dr. Flávio Varela é um dos convidados para realizar uma imersão sobre empreendedorismo e seus desafios.

Sob o tema “Empreendedorismo em tempos de crise”, o renomado palestrante trará estratégias sobre como trabalhar a mentalidade das pessoas para se transformarem em empresários de sucesso. “Vamos mergulhar em insigths cruciais para os mecânicos interessados no ramo empresarial e também para aqueles que já tem suas próprias oficinas e desejam expandir seus horizontes profissionais e aprimorar suas habilidades empreendedoras”, antecipa Dr. Flávio Varela Torres.

Por meio de sua fala o mentor e advogado abordará o conceito de “mindset de transformação”, explorando a importância de uma mentalidade voltada para o crescimento e a superação de obstáculos. Além disso, o palestrante discutirá o que realmente significa empreender, destacando que, apesar das crises econômicas que podem surgir, sempre há exemplos de indivíduos que se destacam e alcançam o sucesso financeiro.

Para o organizador da Expo Peças, Paulo Miranda, as palestras de uma mandeira geral, são oportunidades imperdíveis para os profissionais que buscam intercâmbio de conhecimentos. “O objetivo é oferecer um ambiente propício para a troca de ideias, discussões construtivas e networking. Essas interações podem levar a parcerias estratégicas, colaborações profissionais e oportunidades de negócios o que fortalece a indústria como um todo”, pontua.

Miranda ressalta a vasta experiência de Varela, que vai oferecer conhecimentos práticos e insights valiosos para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades em tempos de adversidade. A Expo Peças oferece acesso gratuito às palestras, proporcionando uma oportunidade única para aqueles que buscam aprimorar seu desempenho e se manter atualizados no mercado de reparação mecânica.

Elas permitem que os profissionais do setor estejam cientes das últimas tendências, tecnologias e práticas inovadoras, o que contribui para o aprimoramento de suas habilidades e o desenvolvimento de suas carreiras. A programação começa no dia 4 a partir das 15h30 sobre “Como aumentar o faturamento de sua oficina”, promovida pela Escola do Mecânico. Em seguida o assunto é Marketing Cheio de Graxa – a ferramenta mais poderosa da sua oficina e no mesmo dia o Sebrae também promove encontro para falar sobre “Como Atrair, Conquistar e Manter Clientes”.

“Ao oferecer palestras gratuitas na Expo Peças, tornamos o conhecimento acessível a um público mais amplo. Isso permite que profissionais de diferentes níveis de experiência e recursos financeiros possam se beneficiar igualmente das informações compartilhadas pelos palestrantes” explica Paulo Miranda. Dessa forma a feira busca a democratização do conhecimento e o fortalecimento da comunidade de reparadores mecânicos.

Esses aspectos combinados têm um impacto positivo na indústria de reparação mecânica, impulsionando o crescimento e a inovação em todo o setor.

Confira a programação completa das palestras

Dia 4 de agosto
15h30 – Mario da Escola do Mecânico – Como aumentar o faturamento de sua oficina!

16h – Marketing Cheio de Graxa – Marketing: a ferramenta mais poderosa da sua oficina

17h – Professor Nonato/ALX – Diagnosticando os veículos diesel common rail
Bárbara Brier – Atendimento ao Cliente

17h30
SEBRAE – Como Atrair, Conquistar e Manter Clientes

18h – Felipe Firmo Takao – Motor 3 cilindros
Leandro Lúcio – Sistema de Arrefecimento

18h30 – Professor Scopino – Gestão de empresas

19h30 – American Car e Thiago Reiz – Drireção sobre Rodas a voz do setor da reparação automotiva

20h30
Raimundo/Koube – Saiba como agregar valor e elevar o ticket médio da sua empresa ou negócio!
Luiz Mazzotti – Lançamentos Sinalsul e soluções para normativa Cat 5

Dia 5 de agosto
14h – Márcio José (Lubexx) – Lubrificação automotiva e seus fundamentos.
Alexandre Cosme/KYB – Diagnóstico de ruídos na suspensão e cambagem

15h – Davi Cruz e André / Dayco – Novas tecnologias em correias automotivas e dicas de aplicações.

15h30 – Willian JWP Cursos – Sistema ada e sua complexidade no veículo

16h30 – Dr. Flávio Varela – Empreendedorismo Em Tempos de Crise

17h – Dr. Carro – Sistema de Arrefecimento

17h30 – Graziano/Radiex – Importância da termodinâmica no sistema de arrefecimento dos motores atuais

18h – Jairo Silva / Riosulense – Componentes para motor

18h30 – Adilson Pereira/Indisa – Novas tecnologias aplicadas ao sistema de arrefecimento.

19h30 – Gabriel Peres/SIKA – Adesivos e selantes” no reparo automotivo

20h30 – Carlos Fortes (TAKAO) – Tudo é Vendas em Oficinas Mecânicas

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Cultura

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?

O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

 

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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Cultura

Anestia JÁ.

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A tramitação do projeto de lei.

Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.

 

Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.

 

Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão  é uma pena de morte.

 

Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.

 

O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que  traria angústia e aflição.

 

Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…

 

BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

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