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FEICON 2024: confira o que foi destaque nesta edição

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  • A feira que é referência no setor da construção civil contou com a presença de mais de 600 expositores
  • Entre os destaques estão a Kalipso EPI, Tintas MC e a Steck, uma empresa brasileira do grupo Schneider Electric;

Está chegando ao fim a 28ª edição da FEICON, uma das principais feiras de construção civil e arquitetura da América Latina. Durante o evento, varejistas, construtores, engenheiros, arquitetos e todos os profissionais ligados à indústria de construção civil puderam acompanhar as principais tendências do mercado, além de conhecer os lançamentos das marcas e se atualizar sobre o que tem de mais inovador para o segmento. Referência em todo o mercado e um ponto de encontro estratégico para o lançamento de novos produtos, serviços e tecnologias que impulsionam novos negócios, a FEICON 2024 reuniu mais de 600 expositores.

Neste ano, os produtos lançados tiveram algumas vertentes como destaque entre elas tecnologia, com muitas soluções fazendo uso de inteligência artificial, sustentabilidade, trazendo toda a preocupação da indústria em oferecer alternativas que minimizem os impactos do setor ao meio ambiente, segurança dos colaboradores e profissionais de diferentes áreas, reforçando a presença das empresas de equipamentos de proteção individual, além de soluções para potencializar a redução de custos nas obras.

Veja alguns destaques:

Kalipso EPI

A Kalipso EPI, maior distribuidora de equipamentos de proteção individual do Brasil e pioneira no segmento, em sua segunda participação na FEICON, expôs todo o seu portfólio de produtos. A marca apresentou mais de 60 modelos de luvas e 29 tipos de óculos de proteção, desenvolvidos para atender os mais diversos tipos de necessidades, setores e indústrias. Além disso, a empresa que já está no mercado há quase 30 anos, lançou durante o evento a Luva Black Rock, inédita no mercado e desenvolvida com um revestimento exclusivo em borracha de poliuretano na palma, que oferece muito mais proteção contra impactos e vibrações.

Confeccionada em poliéster sem costura, a luva Black Rock da Kalipso EPI é leve, flexível e ajustável, garantindo mais conforto durante o uso. Com pulso de malha tricotada elástica e design de “dedo inteiro” completamente revestido, o usuário tem proteção máxima em todas as áreas. Além disso, a luva minimiza a fadiga das mãos, braços e ombro e ajuda a reduzir os distúrbios musculoesqueléticos, incluindo a síndrome de vibração Mão-Braço (HAVS).

Tintas MC

A Tintas MC, maior rede de lojas de tintas da América do Sul, também marcou presença na FEICON e apresentou em seu estande as mais recentes formulações de tintas e produtos relacionados. O público também pôde acompanhar algumas aplicações de produtos, com pintores influenciadores das principais marcas de tintas e acompanhou as demonstrações feitas com os produtos da marca própria da Tintas MC.

Com um plano ambicioso de expansão no número de unidades da rede, a empresa também focou na apresentação do seu modelo de negócio para potenciais franqueados. Hoje, a Tintas MC tem 220 lojas, sendo 120 franquias e 100 próprias, com expectativa de fechar o ano de de 2024 com mais 60 unidades.

Steck

No estande da Steck, marca líder em elétrica que está há quase 50 anos no mercado fornecendo as melhores soluções para uso residencial, comercial e industrial, o público presente acompanhou uma série de lançamentos e se conectou com os produtos da marca por meio de experiências interativas. Foram apresentados desde o portfólio de Casa Inteligente, que conta com interruptores e tomadas residenciais, mini disjuntores, plugues, tomadas industriais, até o portfólio de linhas de consumo como pilhas e fitas isolantes. Vale lembrar que a empresa do do grupo Schneider Electric também oferece produtos como contatores, relés e soluções especiais para o segmento industrial.​

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Saúde

“Meu Amigo Espírito Santo” foi o tema da 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias.

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Santa Maria, no Rio Grande do Sul, recebeu a 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias, que reuniu participantes de diferentes regiões do Brasil e também de outros países e contou com ministrações do apóstolo Joel Engel.

Realizado no Park Hotel Morotin, o encontro teve como foco a Pessoa do Espírito Santo, Sua atuação na vida do cristão e a importância de desenvolver um relacionamento com Ele. Durante as ministrações, o apóstolo Joel Engel conduziu os participantes em uma série de ensinamentos.

A proposta foi levar os presentes a compreender que o Espírito Santo não é apresentado apenas como uma manifestação ou experiência, mas como a presença de Deus que conduz, ensina e transforma a vida daqueles que buscam um relacionamento com Ele.

O profeta Joel Engel também enfatizou a importância de aprender a ouvir e reconhecer a voz do Espírito Santo. Ao longo dos dois dias de programação, realizados nos dias 12 e 13 de setembro, os participantes tiveram momentos de oração e adoração, buscando uma experiência profunda com Deus.

Relatos compartilhados durante o encontro destacaram momentos de renovação espiritual e de busca pela presença de Deus.

Muitos participantes também relataram ter sido cheios do Espírito Santo e vivenciado momentos de grande alegria. A mensagem central do encontro foi o incentivo a uma caminhada mais profunda de relacionamento e comunhão com o Espírito Santo.

Vídeo: https://youtu.be/VI6pyYybuVw

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Internacional

O estado de sítio.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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Proptech pretende revolucionar vendas de propriedades agrícolas

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Empreendedora Geórgia Oliveira lança Chaozão para suprir falta de canais digitais do setor que já conta com mais de 6 mil propriedades, que vão de R$ 100 mil a R$ 4,50 bi

Primeira proptech especializada em anúncios de compra e venda de propriedades rurais, o portal Chaozão, já conta com os mais variados imóveis rurais que vão de R$ 100 mil a R$ 4,5 bilhões, um total de 6 mil propriedades. Ele nasce com a missão de utilizar a tecnologia para inovar e otimizar a dinâmica do mercado imobiliário do agro e foi criado para suprir a falta de canais digitais voltados especificamente para a compra, venda e arrendamento de fazendas, sítios, chácaras, ranchos e haras.

Criado por Geórgia Oliveira, que atuou por 17 anos em multinacionais de grande porte e mais de 14 anos no mercado imobiliário como executiva comercial e empreendedora. Ao longo de sua carreira, ela fez importantes alianças e parcerias de sucesso, que foram fundamentais para o resultado expressivo obtido no mercado imobiliário (urbano e rural) que somam mais de R$ 1 bilhão de VGV entre projetos desenvolvidos e vendas realizadas.

Agora Geórgia quer transformar o Chaozão em referência quando o assunto é imóvel rural. “Diferente do mercado tradicional, que é mais organizado e conta com grandes plataformas, no agro nunca houve um player que se tornasse referência neste aspecto. Se uma pessoa quer comprar uma casa é fácil, tem muitos portais especializados e anúncios disponíveis. Mas adquirir ou arrendar uma propriedade rural é bastante difícil dentro destas plataformas convencionais, pois as mesmas não foram feitas para o mercado rural”, diz.

Geórgia explica que comprar uma propriedade rural é bem diferente. Enquanto para adquirir uma casa ou apartamento é preciso informações como quantidade de quartos, se tem ou não suite, se aceita pet ou não, tamanho em metros quadrados, entre outros, para comprar uma fazenda são explorados aspectos bem distintos. Por exemplo, não se fala em metros quadrados e sim em alqueire ou hectare. A propriedade rural possui qual aptidão? Lavoura, pecuária, floresta? Se planta, planta o que, arroz, soja, milho? No portal, os dados aparecem de forma detalhada e organizada.

“Eu trabalho há anos no mercado imobiliário e foquei neste segmento. Vendo essa dor, que é a grande dificuldade de conectar quem está comprando com quem está vendendo, é que surgiu a ideia de criar o Chaozão, que foi concebido para ser justamente um ambiente tecnológico específico para o ramo. Somos uma agrotech, empresa de tecnologia voltada para o agro e ao mesmo tempo uma proptech voltada para o mercado imobiliário”. O Chaozão não é uma imobiliária e sim um portal onde não só empresas como também corretores e proprietários desse tipo de imóvel podem anunciar e também buscar propriedades.

Hoje, se um cliente de São Paulo quiser comprar uma fazenda no Tocantins, ele só conseguirá caso conheça alguém do meio ou da região. É um processo trabalhoso e dispendioso, que se tornará mais simples com o portal. A CEO do Chaozão explica que outra meta é transformar o portal em referência quando o assunto for estatísticas do segmento de imóveis rurais.

De acordo com ela, o Brasil conta com cerca de 600 mil corretores, mas não existe mensuração de quantos atuam com foco no mercado imobiliário rural e nem outras informações consolidadas. “Por isso, pretendemos trabalhar com muitos dados estatísticos ao longo do tempo. Sabemos que ter informações confiáveis e devidamente tabuladas é importante até para o mercado financeiro, pois gestores e analistas passam a ter mais referências no momento de avaliar ativos para a originação de fundos e de outras operações financeiras”.

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