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Como funciona a configuração do WhatsApp GB?

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Apesar do WhatsApp oficial ter mais de 2 milhões de usuários ativos no mundo inteiro, alguns deles não estão satisfeitos com os recursos nativos do aplicativo. Por isso, aplicativos modificados como o WhatsApp GB fazem tanto sucesso.

Por oferecer funcionalidades a mais, o WhatsApp GB é muito popular no Brasil. No entanto, você precisa aprender como funciona a configuração do WhatsApp GB para utilizar todos os seus recursos atrativos. Aprenda ao longo do artigo como funciona a configuração do WhatsApp GB para usar algumas funcionalidades populares do aplicativo falso.

Como salvar o status de contatos no WhatsApp GB?

Um recurso atrativo presente na configuração do WhatsApp GB é poder salvar em seu celular os status publicados por contatos. Confira como fazer abaixo:

Salve fotos e vídeos curtos

  1. Assista ou visualize o status que você quer salvar;
  2. Entre no menu de três pontinhos no canto superior direito;
  3. Selecione a opção de “Download”;
  4. O status de vídeo ou fotos foi armazenado em sua galeria.

Salve status de textos

  1. Visualize o status de texto que você quer copiar;
  2. Toque no menu de três pontinhos no canto superior direito;
  3. Clique em “Copiar”;
  4. O texto será copiado;
  5. Mantenha pressionado no local em que você deseja colar o texto;
  6. Clique em “Colar”;
  7. Pronto, você já copiou um status de texto de seus contatos.

Como esconder o status de online no WhatsApp GB?

Um desconforto que você pode passar com sua privacidade no WhatsApp oficial são seus contatos verem que você está online. É possível tirar o “visto por último” no WhatsApp oficial, mas dessa maneira você não visualiza mais essa mensagem de seus contatos. No entanto, não é possível tirar a exibição de “online”.

O WhatsApp GB tem a funcionalidade de tirar o “online”. Aprenda como ocultar a exibição de “online” no WhatsApp GB:

  1. Entre na aba de conversas;
  2. Toque no menu de três pontinhos no canto superior direito;
  3. Selecione “Privacidade”;
  4. Escolha “Ocultar status online”;
  5. Pronto, nenhum contato saberá quando você está online.

Como visualizar os status dos contatos sem chegar notificações para eles no WhatsApp GB?

Outra configuração do WhatsApp GB muito atrativa é a possibilidade de visualizar os status dos seus contatos sem que nenhuma notificação seja entregue para eles. Siga os passos abaixo:

  1. Entre na aba de conversas;
  2. Toque nos três pontinhos no canto superior direito;
  3. Entre em “Privacidade”;
  4. Selecione a opção “Ocultar status de exibição”;
  5. Pronto, nenhum contato saberá que você visualizou os status dele.

Conclusão

Você aprendeu as três configurações do WhatsApp GB mais populares. No entanto, tenha em mente que a utilização deste aplicativo falso traz riscos para sua privacidade e segurança. Um risco é você ser banido totalmente do WhatsApp original.

Outro risco é você baixar vírus junto com o download do arquivo de instalação do WhatsApp GB. O terceiro risco é ter seus dados pessoais utilizados por terceiros para ações criminosas. Portanto, saiba os riscos antes de usar o WhatsApp GB.

Confira:

 

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Negócios

Faturamento do e-commerce brasileiro tem alta de 27%

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O e-commerce brasileiro registrou um faturamento recorde em 2021, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior. O número de pedidos aumentou 16,9%, com 353 milhões de entregas, segundo levantamento da Neotrust, empresa responsável pelo monitoramento do e-commerce brasileiro. O valor médio por compra também registrou aumento de 8,6% em relação a 2020, atingindo a média de R$ 455.

No balanço trimestral, um dos destaques é o aumento no número de pedidos do primeiro trimestre, que passou de 49,9 milhões em 2020 para 78,5 milhões em 2021.

“O varejo on-line continua com tendência de crescimento, mesmo após a flexibilização das restrições devido à pandemia e a retomada gradual do comércio físico. Apenas no quarto trimestre de 2021, foram realizados 101,6 milhões de pedidos, contra 86,6 milhões em 2020. O faturamento atingiu R$ 46,4 bilhões em 2021, contra R$ 38,7 bilhões em 2020”, destaca Paulina Dias, líder da área de inteligência da Neotrust, responsável por fazer levantamentos e análises referentes ao varejo on-line.

As categorias com mais pedidos feitos em 2021 são: moda, beleza e perfumaria, e saúde – que apresentou crescimento de 87% no faturamento de venda de remédios pela Internet.

Celulares, eletrodomésticos e eletroeletrônicos foram os segmentos com maior faturamento no ano passado. As regiões de maior destaque são o Sudeste, que concentrou 62,3% das encomendas de 2021, e o Nordeste, com 15,1% – o equivalente a 3,5 pontos percentuais a mais que em 2020 para a região.

Os resultados por gênero indicam que as mulheres respondem por 58,9% dos pedidos, frente a 41,1% dos homens. O ticket médio feminino, porém, é menor que o masculino: R$ 387 contra R$ 552, respectivamente.

O índice por idade demonstra que as compras on-line vêm predominantemente da faixa etária dos 36 a 50 anos, representando 34,9%, e dos 26 a 35 anos, representando 32,1% do volume total. Já as compras feitas por pessoas com mais de 51 anos passaram de 15,5% em 2020 para 16,6% em 2021.

O levantamento mostrou ainda que o cartão de crédito continua sendo a forma de pagamento preferencial dos brasileiros no e-commerce.

69,7% das compras foram feitas com cartão de crédito,
16,9% com boleto bancário,
11,1% com outras formas de pagamento (como wallet e cashback)
2,3% via PIX.

Embora ainda sejam pouco expressivos, os pedidos pagos com PIX aumentaram em 2021: em janeiro representavam 1% entre todos os meios de pagamento e em dezembro atingiram 4%.

Receita deve crescer em 2022

Segundo projeção da empresa para 2022, a receita do e-commerce deve crescer cerca de 9%, atingindo um faturamento recorde de R$ 174 bilhões neste ano. Porém, a inflação, o dólar alto e a projeção pessimista do PIB brasileiro são fatores que podem impactar negativamente o crescimento do varejo on-line.

A expectativa é que os pedidos pela Internet aumentem em 8%, totalizando 379 milhões de compras. Já o ticket médio deve se manter estável, com aumento de cerca de 1%, estimado em R$ 460 por pessoa.

As categorias que mais devem crescer são:

Eletrônicos (21%),
Eletro portáteis (19%),
Alimentos e bebidas (18%).

Já os segmentos de maior faturamento devem ser:

Telefonia (R$ 32,4 bilhões),
Eletrodomésticos (R$ 23,7 bilhões)
Eletrônicos (R$ 18,6 bilhões).

“Para 2022 é esperado que haja uma expansão no marketplace, com as empresas mais preparadas para este canal. Outra tendência é a melhoria na interação do físico com o digital, que irá permitir mais eficiência nas compras e na relação do consumidor com a loja”, analisa Fabrício Dantas, CEO da Neotrust.

“Em relação aos pagamentos, as carteiras digitais e o PIX devem continuar em alta, de forma a ampliar sua participação no e-commerce. Com um mercado cada vez mais competitivo, o varejo on-line deve apostar em fretes mais rápidos e funcionais, por exemplo, como forma de atrair e reter clientes”, explica Dantas.

Novos consumidores para o e-commerce

A pandemia da COVID-19 acelerou a migração das pessoas para o consumo digital. Uma pesquisa feita pela consultoria Ebit/Nielsen, em parceria com o Bexs Banco, mostra que o e-commerce do Brasil cresceu, em 2020, 41% e ganhou novos 13 milhões de consumidores. O avanço foi possibilitado pelo fechamento das lojas físicas e medidas de restrição de circulação.

A expectativa é de crescimento do comércio eletrônico entre os brasileiros para os próximos anos. De acordo com a pesquisa Future of Retail, feita pela Euromonitor International e o Google, a projeção de crescimento entre 2021 a 2025 é de 42%. E levantamento também aponta que 25% dos novos consumidores são da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010.

“O brasileiro está se adaptando ao ambiente de compras on-line, e um ponto bastante curioso é que, embora as restrições da COVID tenham impulsionado-as, o e-commerce concretizou suas projeções de crescimento para os próximos anos, mesmo depois do fim da pandemia”, explica Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas.

Segundo a empresa, dois em cada 10 brasileiros compram cursos via web.

“Esse crescimento está ligado não só ao fato das pessoas terem o costume de colocar em prática seus planejamentos e suas metas no início do ano, como também à onda de adeptos ao e-commerce, que chegou para facilitar e agilizar o processo de compra no mercado”, conclui Leiza.

Mas, ela ressalta que o consumidor é sensível ao valor do frete. Quanto maior o valor para envio da mercadoria, maior é a chance de uma reclamação sobre qualquer aspecto da compra.

Produtos com o frete grátis resultaram em 43% dos pedidos feitos, tendo apenas 5,9% de queixas, se revelando um grande motor para o comércio eletrônico.

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Tecnologia

“Não é apenas sobre tecnologia, é sobre pessoas”, Cláudio Jr promove o Riverdata.Tech, evento digital no final de março

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Foto. Divulgação

“Por que só nos ensinam a escolher e não a criar?”
Esta indagação acompanhou Cláudio Júnior (22) durante toda a sua jornada acadêmica (ainda em curso, recentemente foi aprovado para o mestrado na UFF). Por que conformar-se com o que está posto? Por que não pensar alternativas a partir de novas perspectivas e realidades? Com a consciência de que “ser diferente é bom” e de que cada ser humano é único e capaz de dar ao mundo uma contribuição singular de autoria intransferível, Cláudio marcou sua trajetória na academia como alguém que queria mais. Não se limitou às matérias curriculares e se embrenhou por bibliotecas, projetos científicos, cursos extracurriculares a ponto de ter criado e assumido o controle de uma Empresa Jr dentro da instituição de ensino, isso aos dezessete anos. Com know how adquirido, não demorou para fazer o mesmo fora da universidade também. Aos vinte anos, antes mesmo de ter concluído a faculdade de Engenharia de Produção, fundou a Riverdata, startup focada no desenvolvimento de soluções e apoio na tomada de decisões a partir do uso de inteligência artificial, visando agregar valor às pessoas e organizações ao analisar dados capazes de contribuir positivamente para o dia-a-dia, melhorando assim as condições de trabalho e garantindo decisões mais assertivas. A premissa sempre foi usar a integração de tecnologias inteligentes para melhorar a qualidade de vida das pessoas. “No final, é tudo sobre pessoas”, afirma. Mas o jovem CEO não parou por aí: atuou como professor de MBA na Escola de Negócios Business School Brasil. Atualmente é consultor de inovação corporativa e membro da OR Society – Sociedade Britânica de Pesquisa Operacional. Possui 5 patentes registradas e 5 softwares registrados no INPE.
Pela primeira vez a Riverdata realizará um evento digital sobre Indústria 4.0, Inovação, Empreendedorismo e Startups, trazendo temas pertinentes à rotina de quem empreende, inova e cria alternativas. Embora o evento seja realizado por uma startup de tecnologia, não se restringe à cena tecnológica. Segundo Cláudio: “O slogan da Riverdata é ‘crie alternativas’, isto porque eu realmente acredito que cada um tem em si o potencial e a capacidade de pensar e implementar soluções únicas e em diferentes áreas. Tudo pode ser aprendido, porém, existem visões que somente aquela pessoa que acredita no que está fazendo será capaz de desenvolver. O Riverdata.Tech é para mostrar que existem inúmeras possibilidades de você conseguir desenvolver uma nova alternativa à partir da sua própria realidade.” Então, tá feito o convite! O Riverdata.tech irá acontecer nos dias 29, 30 e 31, no formato de lives transmitidas através do perfil da empresa (@this.is.riverdata) sempre em três horários: 18h, 19h, 20h. Save the date!

Link. https://www.instagram.com/this.is.riverdata/
Insta @this.is.riverdata

RP/Imprensa. @wallacesafrarj
Assessoria/Coordenação de Mídia. @wallacesaframidia

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Celebridades

Motoristas da Uber e 99 se organizam para lançar um aplicativo de transporte em SP

At vero eos et accusamus et iusto odio dignissimos ducimus qui blanditiis praesentium voluptatum deleniti atque corrupti.

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De

Foto: Shutterstock

O celular toca solicitando uma nova viagem. Valmir verifica a distância que o separa do passageiro, que espera em um ponto de São Paulo, e o rejeita. “Virei matemático dirigindo”, ironiza este motorista de Uber, obrigado a fazer cálculos para terminar o dia com saldo positivo. “Pelas altas da gasolina, tenho que fazer contas logo para escolher corridas rentáveis, e não acabar dando uma carona para o passageiro”, diz o homem de 56 anos, que há três trabalha para plataformas digitais de transporte na maior cidade na América Latina.

A precarização do ofício está levando esses trabalhadores, que somam 150 mil ativos na cidade, a se organizarem para lançar um aplicativo, que eles dizem ser pioneiro, e concorrer com os gigantes Uber e 99. Nova plataforma Chamada “Me Busca”, a plataforma criada por uma empresa brasileira e apoiada pela Ammasp (Associação de Motoboys e Motoristas de Aplicativos de São Paulo) é, segundo seus idealizadores, a primeira da região a surgir de uma iniciativa de autogestão. Embora já tenha havido um projeto anterior na Colômbia, sem sucesso. Queremos que os motoristas consigam todas as condições que as empresas não proporcionam: melhores remunerações, mais segurança e mais qualidade de vida.

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