Política
Dudu de Paula, filho de Netinho de Paula, lança Candidatura à Prefeitura de Carapicuíba
CARAPICUÍBA – Dudu de Paula, conhecido ativista SOCIAL A dirige a 12 anos o Instituto Casa da Gente e também cantor e filho do a apresentador Netinho de Paula, oficializou sua candidatura à Prefeitura de Carapicuíba pelo Partido Agir. Com uma plataforma focada na transparência, diálogo com a população e inovação nas políticas públicas, Dudu promete uma gestão participativa e voltada para o desenvolvimento sustentável da cidade.
Priorizando a saúde pública, Dudu de Paula pretende ampliar os serviços, com ênfase no atendimento humanizado e no combate a desigualdades, incluindo programas específicos para pessoas com autismo. Outro pilar de sua campanha é a segurança, onde propõe ações integradas para garantir a tranquilidade nos bairros.
Na área de infraestrutura, o candidato do Partido Agir visa melhorar a mobilidade urbana e as condições habitacionais, aliando crescimento a respeito ao meio ambiente. A gestão de resíduos e o incentivo à reciclagem também são compromissos de sua agenda.
Dudu de Paula coloca a cultura e o lazer como essenciais para a qualidade de vida, propondo a criação e revitalização de espaços culturais. Para a juventude, promete programas que estimulem a educação e o primeiro emprego.

Na estratégia de campanha, destaca-se o uso intensivo das redes sociais e a formação de uma rede de voluntariado, enfatizando a importância do engajamento cívico. Dudu de Paula aposta em uma campanha de proximidade, com encontros comunitários para ouvir os cidadãos e construir coletivamente o futuro de Carapicuíba.
O candidato do Partido Agir defende ainda a igualdade de gênero e o fortalecimento dos conselhos municipais, visando uma gestão inclusiva e representativa. Com propostas claras e um discurso de união, Dudu de Paula se apresenta como uma nova opção para os eleitores carapicuibanos nas próximas eleições municipais.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Política
Secretário Luiz Martins recebe Medalha Tiradentes em sessão solene no Palácio Tiradentes

O secretário de Trabalho e Renda do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Martins, foi homenageado com a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria concedida pelo Legislativo fluminense.
A entrega ocorreu durante sessão solene no Plenário do Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.



A homenagem foi proposta pelos deputados estaduais Daniel Martins e Rodrigo Pires Amorim. Em um dos momentos mais marcantes da cerimônia, Luiz Martins recebeu a medalha das mãos do próprio filho, o deputado Daniel Martins, tornando a solenidade ainda mais simbólica e emocionante.
Ao agradecer a honraria, o secretário destacou que o reconhecimento não representa apenas uma conquista pessoal, mas o resultado de uma trajetória construída com compromisso público. Segundo ele, a medalha simboliza anos de dedicação à educação pública, ao esporte, à saúde, à defesa dos idosos e a diversas pautas defendidas ao longo de sua vida pública.
“Essa medalha aumenta ainda mais a minha responsabilidade. Honrarias passam, mas o legado construído com trabalho, dedicação e compromisso com o povo é o que realmente permanece. Seguimos firmes pelo Rio de Janeiro”, declarou.
A cerimônia contou com a presença do secretário da Casa Civil, Nicola Miccione; da deputada estadual Sarah; do deputado federal Luciano Vieira; do deputado estadual Alexandre Knoploch; além do advogado José Nilson Rodrigues, familiares e demais autoridades.
Luiz Martins também fez um agradecimento especial à família, ressaltando o apoio constante ao longo de sua caminhada pública.
A Medalha Tiradentes é concedida a personalidades que prestam relevantes serviços ao Estado do Rio de Janeiro, reconhecendo contribuições significativas para o desenvolvimento social, político e econômico fluminense.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”

