Cultura
Exposição “O Carnaval que Ninguém Vê: O Encanto da Arte Fotográfica na Marquês de Sapucaí” chega ao Palácio Tiradentes na próxima terça-feira (08)
Idealizada pelo fotógrafo italiano Riccardo Giovanni, mostra reabre a agenda de exposições temporárias do Palácio Alerj recebe mostra do fotógrafo italiano Riccardo Giovanni
A exposição “O carnaval que ninguém vê: o encanto da arte fotográfica na Sapucaí” impressas em tecido, é uma promoção
da agência de gestão cultural Pronto RJ conta com a curadoria de Fabiana Amorim e com apoio da Secretária de Cultura do Governo do Estado Danielle Barros.

Um olhar que realça os detalhes dos grandiosos desfiles na Marquês de Sapucaí. Esse é objetivo da exposição “O Carnaval que Ninguém Vê: O Encanto da Arte Fotográfica na Marquês de Sapucaí”, de Riccardo Giovanni, que será exibida de 8 a 31 de agosto no Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Gratuita, a mostra inaugura a agenda de exposições temporárias do Palácio, reaberto desde abril.

Em painéis de grande porte, o acervo destaca sorrisos de euforia, lágrimas, além de detalhes das maquiagens e do figurino, valorizando quem realmente faz a magia do Carnaval acontecer. Desenvolvida ao longo de oito anos pelo fotógrafo Riccardo Giovanni, a mostra é fruto de sua técnica de interpretação monocromática, onde o artista explora os conceitos do hiper-realismo, tridimensionalidade e textura. O resultado é um olhar sensível, que captura o maior espetáculo da Terra de uma maneira humana e jamais vista.

“Para a Alerj, é uma honra retomar a agenda de exposições temporárias com essa mostra tão aclamada pela crítica. O Palácio Tiradentes retomou suas atividades em abril deste ano e o objetivo é aproximar a população do Legislativo, trazendo o público para dentro da nossa sede e levando Cultura para todos”, comemora Fernanda Figueiredo, Diretora de Cultura da Alerj.

O público poderá conferir a obra no Palácio Tiradentes de segunda a sexta-feira, das 10 às 17h, no terceiro andar do edifício. Para criar uma imersão ainda maior, um código de barras especial estará posicionado nos pedestais das telas, permitindo que o visitante ouça em seu celular o samba que tocava no momento da foto.

No Rio de Janeiro, a exposição já esteve em cartaz no Museu de Arte Moderna, na Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa SESEC, no Consórcio de Integração Sul e Sudeste – COSUD, além de ser exibida em Angra dos Reis e Volta Redonda.
Sobre o artista
Riccardo Giovanni desenvolveu uma técnica fotográfica para capturar os desfiles na Sapucaí sob uma perspectiva puramente artística. Arquiteto do site I Love Rio, uma obra dedicada à vida e à cultura do Rio de Janeiro, Giovanni também publicou o livro em inglês Think Rio, com mais de 400 páginas sobre a cultura carioca e fluminense. Giovanni é membro do Conselho Empresarial de Assuntos Culturais da Associação Comercial do Rio de Janeiro ACRJ e, pelos trabalhos executados ao longo dos anos, foi reconhecido com a Medalha Tiradentes.
Serviço:
O Carnaval que Ninguém Vê: O Encanto da Arte Fotográfica na Marquês de Sapucaí
Quando: 08 a 31 de agosto (apenas de segunda a sexta-feira)
Horário: 10h às 17h
Local: Palácio Tiradentes, 3º andar.
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/n°, Centro – Rio de Janeiro.
https://www.palaciotiradentes.rj.gov.br/posts/o-carnaval-que-ninguem-ve-o-encanto-da-arte-fotografica-na-marques-de-sapucai-chega-ao-palacio-tiradentes
Entrada franca
Classificação: Livre
Mais informações: 21- 2588-1000/ 2588-1251
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Celebridades
Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.
O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.
Origem e Crescimento
O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.
Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.
Base de Apoio
Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.
Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.
Críticas e Controvérsias
O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.
Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.
Perspectivas Futuras
Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.
O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.
Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
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