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Goiânia sedia evento com 190 estandes ocupados pela indústria automotiva

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Com a presença de grandes fabricantes e uma intensa agenda de atividades, a Expo Peças 2024 destaca-se como o principal evento de aftermarket automotivo no Centro-Oeste, prometendo conectar a indústria e profissionais com as últimas tendências e tecnologias

O mercado de autopeças no Brasil, já destacado como um dos maiores produtores globais de veículos, segue em crescimento acelerado, apoiado por investimentos significativos de grandes fabricantes em momento favorável que fomenta inovações tecnológicas e atrai investimentos estrangeiros. Segundo dados recentes da GMI Reserach, o setor de pós-venda automotivo brasileiro, alimentado pela crescente frota de veículos e a demanda por peças de reposição, vem expandindo consistentemente.

Os números dizem ainda que o mercado de autopeças no Brasil é impulsionado principalmente pelo aumento na idade média dos veículos, que leva a uma maior necessidade de reposição de componentes como filtros, peças de freio, baterias e pneus. Esse fenômeno contribui significativamente para a expansão do setor de aftermarket, com expectativas de crescimento ainda mais robustas para os próximos anos. A demanda crescente é atribuída não apenas ao envelhecimento da frota, mas também ao aumento do interesse dos proprietários de veículos por modificações e melhorias, um segmento que vem ganhando força especialmente com a popularização do comércio eletrônico ​

Neste cenário próspero, a Expo Peças 2024 em Goiânia se destaca como um evento crucial para a indústria e para o comércio automotivo. Marcada para acontecer entre 5 e 7 de setembro no Centro de Convenções de Goiânia, a feira oferece uma vitrine para as últimas inovações, assim como também facilita o diálogo direto entre os fabricantes e os profissionais de reparação automotiva. Com 190 estandes e uma expectativa de atrair 50 mil visitantes, o evento se posiciona como o maior evento do segmento no Centro-Oeste.

Paulo Miranda, diretor comercial da Expo Peças, fala sobre a importância do encontro ao destacar que o foco do evento é conectar diretamente os reparadores com as fábricas, oferecendo uma plataforma única para discussão de tendências e troca de conhecimentos técnicos. “A Expo Peças é um ponto de encontro essencial para os profissionais do setor se atualizarem sobre as inovações e desafios do mercado, permitindo acesso direto às últimas tecnologias e produtos”, explica Miranda. Ele enfatiza ainda que o evento se concentra em promover uma imersão completa nas tendências futuras, especialmente em áreas como automóveis híbridos e elétricos, e em melhorias na eficiência de combustível e segurança.

Entre os principais expositores estão líderes da indústria mundial, que apresentarão novidades em componentes automotivos e soluções inovadoras. Esses grandes estandes servem não apenas para exposição de produtos, mas como fóruns para discussões técnicas e trocas de experiências entre fabricantes e profissionais do mercado.

A feira também oferece uma série de palestras e eventos paralelos que discutem a evolução do design dos automóveis, as dinâmicas de mercado atual e as expectativas para o futuro do setor. “A edição de 2024 da Expo Peças promete ser uma demonstração do dinamismo do mercado automotivo, e refletir a rápida evolução que acompanha o setor. Com um layout expandido e uma série de inovações na programação,configuramos para ser um marco na indústria automotiva do Centro-Oeste, consolidando Goiânia como um centro estratégico para a reparação e inovação automotiva na região”, finaliza Paulo.

Serviço:
Expo Peças 2024
Data: 05/09 a 07/09
Horário: 15h às 21h nos dias 5 e 6, e 13h às 20h no dia 7
Local: Centro de Convenções de Goiânia, Centro
Entrada: Gratuita, com doação de alimento não perecível
Mais informações: https://expopecas.com.br

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Saúde

“Meu Amigo Espírito Santo” foi o tema da 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias.

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Santa Maria, no Rio Grande do Sul, recebeu a 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias, que reuniu participantes de diferentes regiões do Brasil e também de outros países e contou com ministrações do apóstolo Joel Engel.

Realizado no Park Hotel Morotin, o encontro teve como foco a Pessoa do Espírito Santo, Sua atuação na vida do cristão e a importância de desenvolver um relacionamento com Ele. Durante as ministrações, o apóstolo Joel Engel conduziu os participantes em uma série de ensinamentos.

A proposta foi levar os presentes a compreender que o Espírito Santo não é apresentado apenas como uma manifestação ou experiência, mas como a presença de Deus que conduz, ensina e transforma a vida daqueles que buscam um relacionamento com Ele.

O profeta Joel Engel também enfatizou a importância de aprender a ouvir e reconhecer a voz do Espírito Santo. Ao longo dos dois dias de programação, realizados nos dias 12 e 13 de setembro, os participantes tiveram momentos de oração e adoração, buscando uma experiência profunda com Deus.

Relatos compartilhados durante o encontro destacaram momentos de renovação espiritual e de busca pela presença de Deus.

Muitos participantes também relataram ter sido cheios do Espírito Santo e vivenciado momentos de grande alegria. A mensagem central do encontro foi o incentivo a uma caminhada mais profunda de relacionamento e comunhão com o Espírito Santo.

Vídeo: https://youtu.be/VI6pyYybuVw

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Internacional

O estado de sítio.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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Proptech pretende revolucionar vendas de propriedades agrícolas

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Empreendedora Geórgia Oliveira lança Chaozão para suprir falta de canais digitais do setor que já conta com mais de 6 mil propriedades, que vão de R$ 100 mil a R$ 4,50 bi

Primeira proptech especializada em anúncios de compra e venda de propriedades rurais, o portal Chaozão, já conta com os mais variados imóveis rurais que vão de R$ 100 mil a R$ 4,5 bilhões, um total de 6 mil propriedades. Ele nasce com a missão de utilizar a tecnologia para inovar e otimizar a dinâmica do mercado imobiliário do agro e foi criado para suprir a falta de canais digitais voltados especificamente para a compra, venda e arrendamento de fazendas, sítios, chácaras, ranchos e haras.

Criado por Geórgia Oliveira, que atuou por 17 anos em multinacionais de grande porte e mais de 14 anos no mercado imobiliário como executiva comercial e empreendedora. Ao longo de sua carreira, ela fez importantes alianças e parcerias de sucesso, que foram fundamentais para o resultado expressivo obtido no mercado imobiliário (urbano e rural) que somam mais de R$ 1 bilhão de VGV entre projetos desenvolvidos e vendas realizadas.

Agora Geórgia quer transformar o Chaozão em referência quando o assunto é imóvel rural. “Diferente do mercado tradicional, que é mais organizado e conta com grandes plataformas, no agro nunca houve um player que se tornasse referência neste aspecto. Se uma pessoa quer comprar uma casa é fácil, tem muitos portais especializados e anúncios disponíveis. Mas adquirir ou arrendar uma propriedade rural é bastante difícil dentro destas plataformas convencionais, pois as mesmas não foram feitas para o mercado rural”, diz.

Geórgia explica que comprar uma propriedade rural é bem diferente. Enquanto para adquirir uma casa ou apartamento é preciso informações como quantidade de quartos, se tem ou não suite, se aceita pet ou não, tamanho em metros quadrados, entre outros, para comprar uma fazenda são explorados aspectos bem distintos. Por exemplo, não se fala em metros quadrados e sim em alqueire ou hectare. A propriedade rural possui qual aptidão? Lavoura, pecuária, floresta? Se planta, planta o que, arroz, soja, milho? No portal, os dados aparecem de forma detalhada e organizada.

“Eu trabalho há anos no mercado imobiliário e foquei neste segmento. Vendo essa dor, que é a grande dificuldade de conectar quem está comprando com quem está vendendo, é que surgiu a ideia de criar o Chaozão, que foi concebido para ser justamente um ambiente tecnológico específico para o ramo. Somos uma agrotech, empresa de tecnologia voltada para o agro e ao mesmo tempo uma proptech voltada para o mercado imobiliário”. O Chaozão não é uma imobiliária e sim um portal onde não só empresas como também corretores e proprietários desse tipo de imóvel podem anunciar e também buscar propriedades.

Hoje, se um cliente de São Paulo quiser comprar uma fazenda no Tocantins, ele só conseguirá caso conheça alguém do meio ou da região. É um processo trabalhoso e dispendioso, que se tornará mais simples com o portal. A CEO do Chaozão explica que outra meta é transformar o portal em referência quando o assunto for estatísticas do segmento de imóveis rurais.

De acordo com ela, o Brasil conta com cerca de 600 mil corretores, mas não existe mensuração de quantos atuam com foco no mercado imobiliário rural e nem outras informações consolidadas. “Por isso, pretendemos trabalhar com muitos dados estatísticos ao longo do tempo. Sabemos que ter informações confiáveis e devidamente tabuladas é importante até para o mercado financeiro, pois gestores e analistas passam a ter mais referências no momento de avaliar ativos para a originação de fundos e de outras operações financeiras”.

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