Cultura
História da Arte em Niterói é celebrada em Livro Inédito
Celebrando 17 anos de atividades, a DB Editora recebeu autoridades, artistas, personalidades e formadores de opinião, No Bistrô Mac, para o lançamento do livro Do Outro Lado da Arte – Face, Vida e Obra, décima publicação da editora e a sexta delas por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Na ocasião ocorreu uma exposição virtual, em um telão de alta definição, que emocionou a todos os presentes.

O projeto, de Franciane Barbosa, editora-chefe da DB Editora e coordenadora geral; e Antonio Schumacher, coordenador de fotografia e designer gráfico; com textos de Irma Lasmar e Cyntia Fonseca e pesquisa histórica de Alexandre Porto; faz um levantamento histórico inédito das artes plásticas em Niterói, dentro do contexto fluminense, desde o seu surgimento, com as primeiras escolas e instituições de belas-artes, até os dias atuais. Reconta a biografia de importantes artistas que nasceram em Niterói e/ou fizeram carreira na cidade, tanto os in memoriam como Antonio Parreiras, Cláudio Valério Teixeira, Tolentino, Jayme Cavalcanti, Abelardo Zaluar, Julius Gorke, Campofiorito, assim como os contemporâneos. Apresentando a trajetória de mais de 30 artistas plásticos e visuais da atualidade, que movimentam e mantêm viva a produção artística local, como Rudi Sgarbi, Bonifácio, Antonio Machado, Pierre Crapez, Ricardo Campos e Maria Cherman. Um dos principais participantes do livro é Bernardii, tanto como artista expositor quanto como curador das importantes obras de arte minuciosamente escolhidas para ilustrar a narrativa.

Antonio Schumacher, Dr. Mauro Bizzo (diretor geral do CNH), Franciane Barbosa
“Mais uma bela publicação da DB Editora, o livro Do Outro Lado da Arte – Face, Vida e Obra resgata e reconta com ineditismo o valoroso passado histórico de Niterói no campo das artes plásticas, bem como o de seus saudosos personagens, destacando e eternizando os grandes nomes do segmento na atualidade, os quais aqui representam uma pequena parcela dentre os inúmeros artistas talentosos que atuam em nossa linda Cidade-Sorriso”, pontua Franciane.

Antonio Schumacher, César Coelho, Albênzio, Ricardo Rapouso, Rita Manhães, Duda Oliveira, Franciane Barbosa
A obra, financiada por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, teve como único incentivador o Complexo Hospitalar de Niterói – CHN, um dos maiores incentivadores da cultura da cidade, mediante incentivo fiscal. Ciente das necessidades, sempre vitais, dos meios de acessibilidade para a inclusão, fortalecendo o acesso à leitura, a DB disponibiliza gratuitamente na internet todas as suas publicações, no site da editora, além de ancorar em uma plataforma digital o seu conteúdo em formato de e-book, compatível ao sistema DosVox, de audiodescrição, para a leitura por pessoas com deficiência visual.
O livro pode ser adquirido no Bistrô Mac e na Loja Fastframe Niterói, em São Francisco.
Fotos: Ulisses Franceschi
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza

