Negócios
Startup brasileira de Inteligência Artificial será destaque no WebSummit Lisboa 2023
Meliva.ai, estará no evento internacional que reúne empreendedores, CEOs, investidores e líderes da indústria tecnológica global
A empresa brasileira de inteligência artificial, Meliva.ai, com sede em Goiânia, foi escolhida para participar do evento Web Summit Lisboa 2023. A startup se juntará a um grupo de até 80 startups brasileiras selecionadas para o Programa de Startups do Web Summit, um evento que reúne empreendedores, CEOs, investidores e líderes da indústria tecnológica global. A Meliva.ai foi selecionada pela Apexa Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos que é um Serviço Social Autônomo vinculado ao Ministério das Relações Exteriores.
O Web Summit, considerado um dos maiores eventos de inovação do mundo, acontecerá entre os dias 13 e 16 de novembro, em Lisboa, Portugal. O evento internacional reúne mais de 70 mil pessoas e empresas de destaque no setor de tecnologia de mais de 160 países, e atrai líderes políticos, chefes de estado, fundadores e CEOs de empresas de tecnologia e startups em rápido crescimento. A principal missão do evento é debater o futuro da indústria tecnológica.
O Web Summit oferece oportunidades de networking e aprendizado. Ele irá reunir mais de 70 mil pessoas entre especialistas do setor, investidores, startups e outros. São mais de 340 parceiros, mil palestrantes e 2.500 startups. Haverá, ainda, momentos dedicados ao networking, como o Night Summit, salas Vips e salas exclusivas para reuniões pré-agendadas com investidores.
Goiás em destaque
A Meliva.ai se destacou no processo de seleção conduzido pelo Web Summit e conquistou uma das vagas disponíveis. Vandré Sales, CEO da Meliva.ai, expressou sua gratidão e destacou a importância dessa validação, vinda de uma comissão internacional de avaliação, que demonstra o potencial das startups brasileiras no cenário global.
“Ser aprovado por este programa é uma validação importante, mostrando que nosso empreendimento tem potencial global. Quando somos selecionados por uma comissão internacional como a da Web Summit Lisboa, é uma afirmação de que temos a capacidade de lançar produtos inovadores e disruptivos no mesmo nível de empresas internacionais”, celebra Sales.
Além disso, a participação da Meliva.ai é uma oportunidade de representar o Brasil, e o estad de Goiás, em um contexto global. A startup goiana será parte de startups brasileiras que terão a chance de apresentar suas inovações para empresários, investidores e influenciadores internacionais.
“A Meliva nasceu escalável e global e nada melhor que estar no maior evento de inovação da atualidade para apresentar ao mundo o que Goiás e o Brasil tem de melhor em tecnologia”, afirma Marcelo Albuquerque, CMO da Meliva.
O Web Summit Lisboa é um espaço onde líderes da indústria compartilham ideias e discutem desafios tecnológicos. A inclusão da Meliva.ai evidencia a capacidade das startups brasileiras de se destacarem em um cenário global competitivo, consolidando sua presença no cenário de inovação e tecnologia internacional.
Com a participação da Meliva.ai, o Brasil se posiciona na vanguarda da inovação tecnológica no Web Summit Lisboa 2023, demonstrando sua capacidade de liderar em soluções de inteligência artificial e tecnologias avançadas.
Sobre a startup
A Meliva.ai oferece uma solução para produtores de conteúdo que buscam otimizar seu tempo e recursos ao produzir textos, locuções, vídeos e imagens. Ao utilizar os motores de IA avançados, a plataforma pode fornecer sugestões de palavras-chave, resumos, títulos, imagens e vídeos para complementar o conteúdo produzido, além de gerar locuções com vozes naturais e avatares para apresentação de vídeos.
Para saber mais, acesse: www.meliva.ai
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

